Cristãos precisam defender mais sua fé nas redes sociais e combater os emissários do maligno

Com o apoio do atual governo e de redes sociais como o Facebook, pessoas influentes como o Deputado Federal Jean Wyllys estão tornando suas teses anti-cristãs inspiração para muitos.
“Cristãos precisam defender mais sua fé nas redes sociais”, pede ativista evangélico da página Dollynho Puritano
Diz o ditado popular que “política e religião não se discutem”. O ativista evangélico por trás da página de Facebook Dollynho Puritano não só discorda, mas também provoca essa discussão. Estudante de Teologia, ele usa o humor para fazer isso. Seu objetivo declarado é “mostrar aos cristãos (tanto católicos quanto protestantes), o quanto as bandeiras anticristãs, como neoateísmo, feminismo e comunismo, são contraditórias em seus discursos, principalmente no que diz respeito aos ataques feitos contra o cristianismo”.
Procurado pelo portal Gospel Prime, embora prefira não divulgar o nome, conta que já sofreu censura por parte do Facebook por que suas postagens não seguem o discurso politicamente correto que deseja ser a norma em nossos dias. Conta ainda que muitas páginas com conteúdo cristão como a sua são alvo de ativistas ligados a movimentos de esquerda que não admitem que alguém critique os ideais comunistas, que são anticristãos por definição.
 
Página usa humor para combater o neoateísmo e o comunismo
Ao denunciar os políticos, não acredita estar desobedecendo o mandamento bíblico para se respeitar as autoridades constituídas. “A lei moral de Deus não está sujeita a convenções sociais, ou escolhas arbitrárias dos homens. O nosso governo, principalmente com o Partido dos Trabalhadores, desrespeita a população brasileira… Os profetas eram levantados por Deus para exortarem reis, sacerdotes e o povo tanto espiritualmente quanto moralmente. Não podemos nos calar diante das injustiças da esquerda no país”, declarou.
Para ele, as redes sociais se transformaram também em um espaço público de embate de ideias. Sua grande popularidade no Brasil mostra como esse tem sido um dos meios preferenciais para expressão, sobretudo para os jovens.
A Dollynho Puritano tem como objetivo estimular os jovens para “leiam, estudem, tenham conhecimento a respeito de sua fé e não tenham medo de defendê-la, pois se ela é a verdade, não temos o que temer”. Justifica que a chamada “zoeira” da página, “é uma arma que usamos contra aqueles que gostam de zoar a fé cristã”. Cita ainda o dizer bíblico: “O ferro com ferro se aguça” (Provérbios 27:17)”.
Apesar de manter o humor, diz nunca esquecer que “estamos em uma luta, não estamos aqui de “brincadeira”, mas existe uma guerra cultural e espiritual travada contra a Igreja e seus representantes na terra”.
Leitor de livros de filosofia e política, o jovem diz que “o materialismo-dialético de Karl Marx é totalmente antagônico e incompatível com a fé cristã”. Por isso, ele acredita que os cristãos precisam se posicionar claramente contra a mentalidade que os partidos de esquerda vêm tentando incutir na mente dos brasileiros desde os primeiros anos de escola.
Ressalta ainda que a mensagem de Cristo é, por si só, revolucionária e a única capaz de gerar mudanças concretas no rumo de um país como o nosso. Ao contrário dos ideais esquerdistas que tentam fazer uma ‘revolução’, que historicamente já mostrou que só produz morte e pobreza generalizada.
Assim como a Dollynho Puritano, existem outras páginas no Facebook que procuram gerar uma reflexão sobre a necessidade da participação mais concreta dos cristãos nos debates políticos. O ativista gostaria de ver mais delas e lembra que foi graças a influência cristã que “o infanticídio, o aborto, o tratamento hostil as mulheres e escravos mudaram no antigo Império Romano”.
Finaliza com um desafio: “E se José não tivesse se tornado Governador do Egito? E se Daniel não tivesse se tornado governador na Babilônia? E se os profetas do Antigo Testamento tivessem se calado diante dos reis e não tivessem os exortados? E se a bancada cristã que luta pelos valores morais judaico-cristãos no congresso não existisse? E se nós, todos os cristãos, que somos “embaixadores de Cristo” não influenciarmos a política, que dita as regras da nação, e deixarmos a bel-prazer de ímpios, o que será da população e da nação?”.

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