Professora pernambucana inventa chip para descobrir 18 tipos de câncer

Após três anos de pesquisa, a biomédica pernambucana Déborah Zanforlin (foto) apresentou um chip capaz de detectar 18 tipos de câncer por meio de uma amostra de sangue. O exame funciona pela detecção de marcadores sanguíneos liberados por células cancerígenas nos estágios iniciais da doença. Isso significa que o chip pode registrar resultados positivos antes mesmo da formação de tumores. O diagnóstico precoce leva as chances de cura da doença para 70%.
Além da rapidez do resultado que sai em 15 minutos, o aparelho que realiza a análise é de fácil transporte, sendo do tamanho de um notebook. Isso significa que o acesso ao diagnóstico e tratamento da doença para populações em locais distantes poderia ser revolucionado pelo chip.
Em abril, Déborah ficou classificada entre as 10 melhores pesquisas na competição internacional BioScikin, na categoria Life Science. A professora de Biomedicina recebe apoio da instituição que trabalha padrão de qualidade internacional e oferece laboratórios de última geração para cursos de saúde. A expectativa é de que, em dois anos, o produto esteja disponível para a população.

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