Jady Duarte sobre a noite com Usain Bolt: “Me fiz de difícil”

A estudante revela detalhes de seu rápido affair com o velocista jamaicano - e conta como isso mudou sua vida
Jady Duarte, affair de Usain Bolt (VEJA)
Como começou o flerte com o maior velocista do mundo? Eu estava com amigos, curtindo a night num camarote, quando um segurança me convidou para o camarote dele.
Você foi? Não fui de primeira, né? Eu me fiz de difícil. Teve um momento em que ele levantou a camisa e as mulheres se atiraram. Não dei confiança. Quando estava indo embora, de táxi, Bolt me chamou. Entrei no táxi dele e fomos até a Vila Olímpica. Ele estava com mais dois amigos. Foram todos simpáticos e me trataram bem.
Foi fácil entrar na Vila Olímpica sem credencial? Sim. Entramos normal. Andamos um pouco e pegamos o transporte da Vila. Quando vi, estava no quarto com Bolt, ouvindo Work, da Rihanna. Coloquei até a camisa dele. Foi bom.
Como é o homem mais rápido do mundo na intimidade? Daria medalha de ouro. Ele merece. É gente boa. Se na corrida é rápido, naquele momento não foi tão rápido assim. Ficamos quase três horas no quarto. Saí de manhã. Ele pagou 100 euros pelo táxi de volta. Bolt foi gentil.
Seu relacionamento anterior foi com o traficante Diná Terror, morto em março? Diná não foi meu marido nem meu namorado. Conheci ele na balada, porque ele saía normal. Fui duas vezes na comunidade. Disseram que é pai dos meus dois filhos. O povo inventa. Meus filhos são muito branquinhos, pô. Falar que namorou, o.k. Mexer com meus filhos, não aceito. Deus que me perdoe.
O caso com Bolt expôs muito a sua vida pessoal. Vale a pena ter sua intimidade na boca do povo? Por um lado é bom, porque pode me proporcionar trabalhos e fotos. Por outro, tenho recebido muitas críticas. Dizem que não presto, que arrumei homem com namorada. Como é que eu ia saber que ele tinha namorada, gente? Bati boca com alguns. Tem uns chatos que disseram que eu não tinha vergonha do que fiz. Aí, respondi: “Vergonha de quê?”.
Sua vida mudou? Está bem tumultuada. Passei até mal quando vi que as fotos tinham se espalhado. Mandei as fotos só para um grupo de amigas de Campo Grande: “Meninas, só se vocês não acompanharam a Olimpíada não vão saber quem é”. Quando acordei, tinha foto em tudo que é lugar. Em Campo Grande, Realengo, Barra. Meu celular travou de tanta ligação. Minha mãe achou engraçado porque é fã dele. O meu filho mais velho viu na TV e pediu a foto, mas não dei.
Por Bruno Meier /http://veja.abril.com.br/

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