Grande obra de calçamento facilita o acesso da população aos cemitérios públicos no dia de finados em Iguaracy

O calçamento da Rua João Alves dos Passos e da Rua Sebastião Rodrigues de Freitas foi uma obra muito importante que liga a zona urbana aos cemitérios públicos da cidade, facilitando a mobilidade de todos que foram realizar visitas aos túmulos de seus amigos e entes falecidos neste dia de finados.
No total, foram 5.800 m² de calçamento com 830 metros de extensão que somadas formam a maior obra de calçamento já realizada na cidade, sendo mais um grandioso projeto de infraestrutura urbana no currículo do administrador Francisco Dessoles. 
 
As obras compreenderam ainda a construção de guias, lombadas e sinalização.
Cemitério Campo Santo da Saudade
Iguaracy hoje conta com dois cemitérios públicos, o primeiro e mais antigo chama-se “Campo Santo da Saudade”, já o cemitério novo chama-se “Parque das Figueiras” e foi a atual gestão através da administração do atual prefeito Francisco Dessoles Monteiro, quem o estruturou por completo e o deixou funcionado.
 
  Cemitério Parque das Figueiras
Quando Dessoles deu inicio a sua administração em 2013, no cemitério só existia a murada, em preto e mal acabada com apenas 13 túmulos e todos desorganizados.
O prefeito através de um acordo com os familiares fez a remoção dos restos mortais e a recolocação dos túmulos de acordo com o padrão, construiu as avenidas, fez o calçamento, a casa de velório, colocou água encanada e iluminação pública.
Neste dia de finado em Iguaracy (02), um grande público esteve visitando os seus entes queridos que já não estão mais presentes em matéria em nosso meio. Na foto acima, vemos familiares do jovem Jean vaqueiro, que devido um acidente ocorrido em uma pega de boi acabou perdendo a vida. Os familiares fazem sua homenagem mediante orações e lágrimas de saudades.
Na foto acima a senhora Rosa Coelho de Freitas e seu neto Keviny Coelho, (mãe e filho deste blogueiro), prestam homenagem ao senhor Sebastião Rodrigues de Freitas (Tião),  morto durante um assalto ocorrido no ano de 2013. Rosa Coelho, religiosa, sempre presente e atuante na comunidade católica, disse que a dor e a saudade fazem parte de sua rotina diária, mas que a sua vida de mulher cristã a tem ajudado a superar a trágica perca de seu amado esposo.

Share/Bookmark

0 comentários: