Grupo que arrombava caixas praticava dois crimes por mês em PE, diz polícia

A Polícia Civil de Pernambuco divulgou, nessa segunda-feira (28), o balanço da ‘Operação Chapa Quente‘, que desarticulou uma quadrilha suspeita de arrombar caixas eletrônicos usando maçaricos. De acordo com o delegado de Repressão aos Roubos e Furtos, Vinicius Notari, o grupo chegava a praticar dois assaltos por mês. Ao menos 14 investidas são relacionadas ao grupo.
Segundo a polícia, entre vas ações criminosas estão os assaltos ao Banco do Brasil de Vicência, na Zona da Mata Norte de Pernambuco, em 21 de março deste ano, e ao Banco do Brasil de Moreno, no Grande Recife, em outubro de 2015. A operação foi deflagrada na sexta-feira (25).
Ao todo, foram presas oito pessoas e outras três ainda estão foragidas, sendo que a polícia tem apenas a qualificação de uma delas é pediu ajuda à população para identificar as outras.Integrantes do grupo são de Santa Catarina, no Sul do País.
Segundo o delegado, eles é que tinham o conhecimento técnico. Para a polícia, Joinville, naquele estado, é uma cidade bastante industrial e, por isso, muita gente vem de lá pra treinar outros suspeitos em Pernambuco.
As investigações tiveram início há cerca de cinco meses. A polícia chegou a prender quatro suspeitos no dia 28 de julho deste ano, quando a quadrilha tentou roubar o caixa do banco Santander de Bezerros, no Agreste.
Em um táxi, logo após a investida, a polícia também encontrou dois homens, que davam suporte à ação e carregavam equipamentos utilizados na investida, como maçarico e furadeira de fixação magnética.
De acordo com Vinícius Notari, quando somadas, as penas referente aos 14 assaltos chegam a mais de 30 anos de prisão.
Balanço
De acordo com o delegado Paulo Berenguer, titular da Delegacia de Roubos e Furtos, foram presas 88 pessoas, apenas neste ano, suspeitas de envolvimento com investidas criminosas a instituições financeiras. Foram desarticuladas 13 quadrilhas e houve o indiciamento de mais de 270 pessoas, também suspeitas de praticar esse tipo de crime. (G1)

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