PREFEITURA DE CARNAÍBA

Petrolina: Mãe de Beatriz inicia greve de fome por acesso a inquérito

Ana Lúcia Mota, mãe da menina Beatriz Angélica Mota, assassinada aos sete anos de idade com 42 facadas, iniciou nesta segunda-feira uma greve de fome por tempo indeterminado. Ela cobra o acesso ao inquérito que investiga o crime, ocorrido em dezembro de 2015, em Petrolina. Até hoje, o responsável pelo homicídio não foi preso.
Lúcia, alega que até hoje não teve resposta da Polícia Civil em relação ao seu pedido de acesso ao inquérito do assassinato da filha. Segundo a mãe, desde que solicitou as informações à delegada Gleide Ângelo, em agosto deste ano, não obteve retorno. "Ela só disse que tem que alinhar o assunto com o Ministério Público e outras desculpas. Mas não me deu uma resposta definitiva", afirma.
Ela alega também que conversou com promotores que afirmam não haver nenhum impedimento para que a família saiba do conteúdo do inquérito. "Vou até onde o meu corpo aguentar. Só paro quando tiver uma resposta da delegada, deferindo ou indeferindo o meu pedido", garante.
Na manhã desta segunda-feira, familiares e amigos da vítima, acompanhados pelo advogado Jaime Badeka Filho se mobilizaram em um protesto em frente do Palácio do Campo das Princesas. Durante o ato, que será realizado pela família e o grupo "Beatriz clama por Justiça", a família pretende também tirar dúvidas sobre a perícia realizada nas câmeras de segurança da escola, que tiveram as imagens apagadas por um funcionário. "Quero mais informações. Não sabemos de muita coisa e temos muitas dúvidas. Precisam esclarecer", afirma Lúcia. O secretário de Defesa Social, Antônio de Pádua, informou que vai receber a família para uma reunião. A mãe acrescentou que no final da tarde desta segunda-feira vai conceder uma entrevista coletiva sobre o inquérito. "Sendo recebida ou não no Palácio, eu vou falar tudo o que sei. Vou dar nomes", disse
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