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Segundo novo estudo, quem frequenta cultos religiosos vive mais

Mortalidade de pessoas religiosas é cerca de 40% menor
Um novo estudo, publicado em dezembro de 2017 pela Public Library of Science (Plos) indica que frequentar ambientes religiosos ajuda a viver mais.
Pesquisadores da Escola de Saúde Pública Emory Rollins analisaram 18,3 mil pessoas na faixa dos 50 anos para identificar os possíveis impactos da religião nos índices de mortalidade. A avaliação foi realizada por 10 anos.
Os resultados mostram como aqueles que frequentam um culto religioso pelo menos uma vez na semana, possuem um risco de mortalidade 40% inferior a quem não tem essa prática.
Outra conclusão é que os frequentadores mais assíduos possuem menos chance de fumar ou ingerir bebidas alcoólicas, sendo mais propensos a fazer atividade física e as consultas médicas necessárias.
Raffaele Antonelli, professor de Medicina pela Universidade de Roma, explica que “a religiosidade ativa é uma marca que caracteriza uma população onde há menor risco de morte, devido a diversos fatores de proteção, como um estilo de vida melhor e uma propensão maior a relações sociais”.
Encerrou dizendo que “essa disposição religiosa geralmente se associa a uma atitude mental positiva, que o ‘protege’ de doenças. É possível dizer que a religiosidade protege de depressão, consequentemente associada a outras doenças e até a morte”. Com informação das agências

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