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Católicos denunciam que dinheiro da Campanha da Fraternidade financiou MST e ONGs abortistas

Pedido é que “os fiéis católicos deixem de contribuir para a coleta do Fundo Nacional da Solidariedade
Um grupo de católicos está denunciando o mau uso do dinheiro arrecadado durante a Campanha da Fraternidade de 2017. Promovida pela CNBB todos anos, a Campanha realizou no Domingo de Ramos uma coleta nacional, que deveria ser usada para o financiamento de obras de caridade.
O site Paráclitus, com notícias sobre o meio católico, fez uma pesquisa e mostra que o Fundo Nacional da Solidariedade (FNS) fica com 60% do valor arrecadado na coleta, enquanto os Fundos Diocesanos da Solidariedade com os 40% restantes.
Conforme o site do Fundo Nacional de Solidariedade, uma das entidades favorecidas com o dinheiro foi a ABONG (Associação Brasileira de ONGs). Em seu site, essa entidade que reúne várias ONGs defende pautas chamadas progressistas, como: legalização do aborto, reconhecimento civil das uniões homoafetivas e a “liberdade afetiva e sexual para todas as pessoas”.
Além disso, o FNS também fez doações para a Fundação Grupo Esquel Brasil. Entre seus objetivos declarados no “Marco Regulatório” é “a construção da democracia”, conceito muito popular na esquerda para impor a agenda comunista. Entre os gestores do projeto estão a Pastoral da Criança, a ABONG o MST – Movimento dos Sem-Terra.
Conforme a denúncia do Paráclitus, faz-se necessário a CNBB explicar por que “beneficiaria com recursos da Campanha da Fraternidade (ou com quaisquer outros) a legalização do aborto e a invasão de terras? Não vai tudo isso contra a moral católica? Não é a defesa da vida desde a concepção até a morte natural um dos princípios inegociáveis da Igreja Católica?”
Revoltados com o destino dado ao dinheiro da coleta, pedem que “enquanto a CNBB não cortar o financiamento a esse tipo de organização, é urgente que os fiéis católicos deixem de contribuir para a coleta do Fundo Nacional da Solidariedade”.
Contatada pelo portal Gospel Prime, a CNBB disse que “No momento oportuno a CNBB irá manifestar” sobre as acusações do site Paráclitus.
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