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Deputada comunista reclama de intervenção das Forças Armadas no RJ: “inocentes” podem ser “assassinados”

A crise de segurança pública é nacional. Neste ano o governo federal já precisou intervir no Rio Grande do Norte e nesta sexta-feira (16), o presidente Temer colocou as Forças Armadas como responsáveis pela segurança no Rio de Janeiro, passando a ter comando sobre a Polícia Militar e a Polícia Civil.
Ignorando o fato de que ela e seu partido apoiaram o PT durante 13 anos e que Dilma Rousseff subiu no palanque para pedir votos para Sérgio Cabral (hoje preso por corrupção) e Luiz Fernando Pezão – ambos do PMDB – a deputada federal Jandira Feghali (PCdoB) criticou em vídeo a presença do exército nas ruas do Rio.
Para ela, a medida é ineficaz. “As Forças Armadas não são forças policiais. São preparados para a guerra, para matar. Não são forças de segurança do cidadão. A cidadania precisa de uma segurança pública que a proteja”, reclamou.
Fechando os olhos para os altos índices de homicídios na cidade e o domínio das facções criminosas na maioria das comunidades, mostrou-se desconectada da realidade enfrentada diariamente pela população.
“Quantos inocentes poderão, a partir de uma truculência, serem assassinados dentro das favelas, das comunidades ou nas ruas. Tenho muito medo por estas comunidades que já estão sendo assassinadas sem uma apuração correta, tendo suas casas invadidas, pé na porta e agressão”, protestou.
Como se o problema tivesse começado em 2016, disparou: “Este governo não atuou na repressão onde de fato tem que reprimir”. Levantando uma questão sobre a qual se calou durante os anos em que o PT mandava no país, inquiriu: “Por que o Banco Central e Receita não utilizam esses instrumentos para detectar os comandantes do mercado de armas e drogas?”.Lembrando que a violência durante o Carnaval, destaque na imprensa internacional, escancarou a situação calamitosa da cidade e do Estado, uma vez que a situação está fora de controle. Porém, seu discurso revela que sua maior preocupação é outra.
Defensora do regime Cubano, que assumiu o poder após um golpe militar, Jandira repetiu ad nauseam a palavra “democracia”. Fiel à cartilha dos apoiadores de Lula, levantou o questionamento que tudo é uma manobra para livrar os políticos do PSDB que passariam a ser o alvo da Polícia Federal.
A deputada comunista acredita que a intervenção também poderia estar ligada ao processo eleitoral deste ano, embora ainda nem tenha começado oficialmente.
Sem citar nomes, repetiu o mantra das esquerdas: “Isso tende a endireitar o processo eleitoral com um candidato mais facistizador da política ou até não ter eleição”. Encerrou dizendo que “Não podemos permitir que a eleição não seja feita ou que ela seja endireitada, facistizada. E aqui eu me socorro do recente discurso do comandante do Exército de que as Forças Armadas seguirão a Constituição. E é isso que nós queremos”.
Espera-se que ela se manifeste com a mesma contundência e zelo pela Constituição quando seus aliados políticos repetirem os discursos que conclamam as pessoas a “pegar em armas” para defender o presidente Lula ou evitar que ele seja preso.
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