PREFEITURA

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Segundo turno: compare as principais propostas de Bolsonaro e Haddad e saiba em quem votar:

O segundo turno das eleições presidenciais já está em curso e agora o debate se dá em torno das principais ideias apresentadas nos planos de governo dos candidatos Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) para áreas importantes da sociedade brasileira.
Nas redes sociais, a discussão entre eleitores de Bolsonaro e Haddad segue em ritmo e temperatura altos, com troca de farpas baseadas em rótulos pejorativos. Mas, é possível fazer uma comparação a respeito dos projetos apresentados anteriormente em relação a impostos, imprensa, Operação Lava-Jato, Justiça, segurança pública, ministérios, agronegócio, ditaduras socialistas e até sobre a Constituição Federal, dentre outros.
Circula no Facebook um texto comparativo, com indicativo da página de cada proposta feita pelos candidatos, sobre esses temas. “Caso tenham interesse em saber o plano de governo dos candidatos para o segundo turno, vale a leitura”, diz a introdução do comparativo entre Bolsonaro e Haddad.
Confira:
IMPOSTOS
– Bolsonaro: redução da carga tributária e aumento da receita destinada aos municípios (pág 58)
– Haddad: criar imposto sobre a exportação (pág 41), criar imposto sobre lucros e dividendos (pág 42) e aumentar o imposto territorial rural ITR para grandes propriedades (pág 56)
IMPRENSA
Bolsonaro: contra qualquer regulação ou controle social de mídia (pág 7)
Haddad: implantar mecanismos de regulação da imprensa e criar uma empresa pública de comunicação para expor o posicionamento do governo (pág 16)
LAVA-JATO
Bolsonaro: a Justiça deverá seguir seu rumo sem interferências políticas (pág 15)
Haddad: promover uma reforma do sistema de Justiça para reduzir o poder de investigação do Ministério Público Federal (pág 6, 15)
SEGURANÇA
Bolsonaro: tolerância zero com o crime (pág 10) e redução da maioridade penal (pág 32)
Haddad: desmilitarização das polícias (pág 31) e iluminação com LED nas ruas (pág 54)
MINISTÉRIOS
Bolsonaro: reduzir os 29 ministérios existentes atualmente (pág 17)
Haddad: criar 6 novos ministérios (pág 19, 20 e 55)
DITADURAS SOCIALISTAS
Bolsonaro: deixar de louvar ditaduras assassinas socialistas (pág 79)
Haddad: desenvolvimento da infraestrutura de países do Mercosul (Venezuela) (pág 11)
AGRONEGÓCIO
Bolsonaro: segurança no campo, políticas para consolidar mercado interno, abrir novos mercados externos, melhoria da logística de distribuição (pág 69)
Haddad: regulação do agronegócio para evitar ampliação de grandes latifundiários. Implantar reforma agrária e distribuir terras ao MST e indígenas (pág 56)
CONSTITUIÇÃO
Bolsonaro: respeito e obediência à constituição (pág 6)
Haddad: estabelecer um novo processo constituinte para aumentar o poder do Estado (pág 6)
PRESÍDIOS
Bolsonaro: prender e deixar na cadeia quem tiver cometido crimes (pág 30) e acabar com a progressão de pena e saída temporária (pág 32)
Haddad: reduzir a massa carcerária do Brasil através da liberação de presidiários (pág 33)
SINDICATOS
Bolsonaro: o sindicato deve ser voluntário, contra a obrigatoriedade do imposto sindical (pág 64)
Haddad: valorização de sindicatos e associações de trabalhadores (pág 40)
DROGAS
Bolsonaro: combate à ideologia de liberação irrestrita de drogas ilícitas (pág 26)
Haddad: promover a descriminalização das drogas (pág 32)
Links para ver na fonte:
Plano de Governo Jair Bolsonaro: (AQUI)
Plano de Governo Fernando Haddad: (AQUI)
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“Deus há de me ajudar”, diz Janaína Paschoal, eleita deputada estadual com 2 milhões de votos

Janaína Paschoal (PSL) se tornou a deputada estadual eleita com maior votação da história do país, com 2.060.786 votos. Uma das autoras do pedido de impeachment que culminou com a cassação do mandato da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), a advogada e professora de Direito disse que confia em Deus para trabalhar em prol do estado de São Paulo.
“Amados, são muitos votos, mais de dois milhões. Esta votação expressiva é muito importante, pois me confere mais legitimidade para trabalhar por todos nós. Agradeço a cada cidadão que confiou em mim. Deus há de me ajudar a fazer tudo que tenho em mente e mais um pouco!”, afirmou a deputada estadual eleita.
Na ocasião do impeachment, a jurista afirmou que Deus a havia inspirado. Pró-vida, Janaína Paschoal recentemente protagonizou um discurso durante a audiência pública para debate sobre a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 442, proposta pelo PSOL para a legalização do aborto, defendendo a manutenção da lei no formato atual.
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De acordo com o portal G1, a votação obtida por Janaína Paschoal a transformou na candidata a um cargo parlamentar com maior votação da história do país, superando inclusive Eduardo Bolsonaro (PSL), reeleito deputado federal por São Paulo com 1.843.735 votos, um novo recorde dentre os que disputam vaga na Câmara dos Deputados.
A votação de Janaína Paschoal – que recusou recursos do Fundo Partidário – superou o número de votos recebidos por 10 dos 13 governadores eleitos no primeiro turno este ano, além de mais votos que oito candidatos à presidência: Cabo Daciolo (Patriota), Henrique Meirelles (MDB), Marina Silva (Rede), Alvaro Dias (Podemos), Guilherme Boulos (PSOL), Vera Lúcia (PSTU), Eymael (DC) e João Goulart Filho (PPL).
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Bolsonaro propõe eliminar 'fraudes' para aumentar valor do Bolsa Família

Candidato do PSL à Presidência defendeu auditoria no programa para que se possa aumentar o benefício às pessoas que 'não têm como sobreviver'. Declaração foi dada em entrevista à Record.
Por G1 — Brasília
O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, durante entrevista à Record — Foto: Reprodução
O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, propôs nesta terça-feira (14) aumentar o benefício do Bolsa Família com recursos provenientes de auditorias que excluam pessoas que não tenham direito ao benefício e que continuam recebendo o repasse.
A declaração foi dada à Record que, nas próximas três semanas, realizará entrevistas com os principais candidatos à Presidência.
Questionado se, caso eleito, realizará auditorias no Bolsa Família e sobre o que pensa do programa, Bolsonaro defendeu a manutenção dos benefícios e que quer evitar "fraudes".
"O programa tem que ser mantido. [...] O número [de beneficiários], pelas potencialidades do Brasil, pelo que podemos esperar do Brasil, é exagerado. Ninguém quer perseguir quem recebe o Bolsa Família", afirmou.
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"Aquele senhor, aquela senhora, que recebem [o benefício] e não têm como sobreviver, eu acho que até mais do que manter, você tem até que aumentar o Bolsa Família com recursos daqueles que vão sair por fraudes. Então é um programa que nós temos que mantê-lo e, por questão humanitária tem, obviamente, que olhar com muito carinho", defendeu Bolsonaro.
Criação de empregos
O candidato também foi questionado sobre as propostas que tem para solucionar a crise econômica no país, especialmente para reduzir o desemprego.
Segundo Jair Bolsonaro, é preciso "desburocratizar" o país para que a classe produtiva possa empregar "com segurança".
"Essa questão de emprego nos preocupa e muito. Emprego em primeiro lugar. Agora, hoje em dia para ser patrão também não é fácil no Brasil. Você tem que desburocratizar muita coisa, desregulamentar, desonerar a folha de pagamento", disse Bolsonaro.
Sem explicar como se daria a desburocratização, o candidato do PSL explicou que, em sua equipe, há pessoas "profissionais, capacitadas" que conduzirão a área econômica do seu eventual governo.
"O Brasil tem uma dívida enorme, monstruosa. E muitas vezes a gente fica preocupado sobre como é que nós vamos sair dela, porque isso atrapalha também investimento no nosso Brasil. Então temos pessoas profissionais, capacitadas que vão conduzir essa política que, na ponta da linha, surge o emprego. E com emprego você resolve uma série de problemas por tabela", explicou.
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Bremmer, da Eurasia, vê Bolsonaro como parte de tendência internacional

Presidente do Eurasia Group, principal consultoria de risco político do mundo, também vê exagero na capa da The Economist
Por João Pedro Caleiro
Bremmer, da Eurasia: "O Congresso vai resistir a grandes mudanças" (Richard Jopson/Divulgação)
São Paulo – Ian Bremmer, presidente da consultoria de risco político Eurasia, acredita que a votação expressiva de Jair Bolsonaro é parte de uma tendência internacional anti-establishment:
“As pessoas estão frustradas e bravas, e os candidatos que elas estão elegendo estão começando a refletir isso”, escreve para EXAME.
Bremmer acredita que mesmo com vitória fácil no segundo turno, Bolsonaro terá dificuldades com o o Congresso Nacional, e que por isso as reformas econômicas serão fracas.
No entanto, não vê risco à democracia e avaliou a capa da The Economist que pintou o candidato como ameaça de “exagerada”.
Veja a entrevista concedida por e-mail para EXAME:
Você vê alguma possibilidade de virada no segundo turno?
Ian Bremmer – Uma virada significativa é muito improvável; votos de primeiro turno são bem indicativos do resultado final.
Ambos os candidatos tem rejeições altas, mas é muito mais fácil para o Bolsonaro chegar na faixa dos 50% partindo de 46% do que para Haddad conseguir os mais de 20 pontos percentuais para sair na frente.
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Quais serão as estratégias dos candidatos?
Se há uma mensagem clara deste primeiro turno, é que o sentimento anti-establishment no Brasil está extremamente forte.
O Bolsonaro vai capitalizar isso, assim como a questão de corrupção e segurança de forma geral. Enquanto isso, o Haddad vai focar na política econômica e na classe trabalhadora. Deve ser uma vitória fácil para Bolsonaro.
O que esperar de um eventual governo Bolsonaro considerando o Congresso que foi eleito?
Devemos esperar grandes desafios para que políticas substanciais passem pelo Congresso. O PSL, partido de Bolsonaro, foi melhor do que o esperado, mas no final do dia também terá que trabalhar com o establishment.
Isso não vai ser fácil, porque seu partido tem pouca experiência de governo e porque ele passou uma campanha inteira enquadrando a classe política tradicional como a oposição.
Quais ficam as perspectivas para as reformas econômicas?
Como uma consequência de tudo isso, bem limitadas. Alguma versão de reforma da Previdência e fiscal provavelmente passará, mas a pergunta não é se ela será aprovada, e sim o quão forte ela será. O Congresso vai resistir a grandes mudanças.
Reformas micreconômicas e regulatórias provavelmente avançarão porque são menos controversas e porque os membros centristas do Congresso são bem pró-negócios.
Você vê Bolsonaro como parte de uma tendência internacional?
Com certeza sim. Ele é parte de uma onda de políticos em ascensão que estamos vendo ao redor do mundo (exceto no Japão) e cada vez mais nos países emergentes.
As pessoas estão frustradas e bravas, e os candidatos que elas estão elegendo estão começando a refletir isso.
Que paralelos você vê com outros países especificamente?
Aumento da desigualdade, mídias sociais e uma expansão da polarização estão entre as causas.
Menos um problema com o livre comércio e fronteiras abertas, como nos Estados Unidos e na Europa, até porque no Brasil (e ao redor da América Latina) as pessoas em geral se beneficiariam do comércio.
Você vê um risco para a democracia brasileira, considerando o apoio de Bolsonaro à tortura e seus ataques a minorias, por exemplo?
Não, e acho que a capa da Economist foi exagerada. Bolsonaro disse algumas coisas que certamente sugerem pouco interesse em direitos humanos e instituições democráticas, mas é forte a legitimidade destas instituições, tanto entre os partidos políticos quanto no Judiciário.
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HUMOR: VEJA AQUI AS 3 MELHORES CHARGES DO DIA


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DEVOCIONAL CRISTÃO DO DIA PARA SUA EDIFICAÇÃO ESPIRITUAL - QUE O SENHOR TE ABENÇOE GRANDEMENTE!

"A fé que tens, tem-na para ti mesmo perante Deus. Bem-aventurado é aquele que não se condena naquilo que aprova." Romanos 14:22

Reflexão: Diante de situações onde há dúvida sobre o fato ser pecado ou não, a bíblia nos orienta, a seguir nossa própria convicção e escolher não fazer aquilo que não aprovamos. Muitas vezes nossa fé é provada, e o que Deus espera de nós, é que possamos andar segundo Sua vontade e segundo nossa consciência, para que desta forma sejamos pessoas bem-aventuradas.
Oração: Pai querido, perdoa pelas vezes que fiz escolhas erradas por caminhos que eu não aprovava. Por favor retira de mim todo sentimento de culpa e tristeza. Têm misericórdia e me dê discernimento e sabedoria para que eu possa seguir o Seu caminho e permanecer no centro da Sua vontade. Eu oro em nome de Jesus meu Senhor. Amém.
Que a Paz de DEUS esteja sempre com você!

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Eleitor que não votou tem 60 dias para justificar ausência

O eleitor que não pôde votar no primeiro turno das eleições e não conseguiu justificar a ausência ainda pode preencher o formulário de justificativa eleitoral pela internet ou entregá-lo pessoalmente em qualquer cartório eleitoral.
Há também a possibilidade de enviar o formulário pelo correio para o juiz eleitoral da zona eleitoral. O prazo para justificar é de até 60 dias após cada turno da votação.
Além do formulário, o eleitor deve anexar documentos que comprovem o motivo que o impediu de comparecer no dia do pleito.
Pela internet, o eleitor pode justificar a ausência utilizando o “Sistema Justifica” nas páginas do TSE ou dos tribunais regionais. No formulário online, o eleitor deve informar seus dados pessoais, declarar o motivo da ausência e anexar comprovante do impedimento para votar.
O requerimento de justificativa gerará um código de protocolo que permite ao eleitor acompanhar o processo até a decisão do juiz eleitoral. A justificativa aceita será registrada no histórico do eleitor junto ao Cadastro Eleitoral.
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PSL deve reivindicar presidência da Câmara em eventual gestão Bolsonaro, diz Luciano Bivar

O presidente licenciado do PSL e deputado federal eleito por Pernambuco, Luciano Bivar, afirmou nesta segunda-feira que o partido deverá se tornar a maior bancada da Câmara dos Deputados no próximo ano com a migração de parlamentares e, nessa condição, deve reivindicar a presidência da Casa, no início do que ele acredita que será o governo do correligionário Jair Bolsonaro.
Ele conta com a migração de parlamentares de outras legendas que não atingirem a chamada cláusula de barreira —norma que impede ou restringe o funcionamento parlamentar ao partido que não atingir um percentual de votos— para suplantar os petistas e se tornar a principal força da Câmara.
“Não imaginava que o povo estava tão indignado como nós. Então isso é uma prova insofismável da indignação do povo. Então elegemos hoje a maior bancada, pode ficar certo que esses outros partidos que não alcançaram a cláusula de barreira migrarão para o nosso lado e vamos ser, sem dúvida, o partido de maior bancada na Câmara Federal”, disse.
Bivar afirmou que a eleição de parlamentares do PSL e de outros partidos simpáticos a Bolsonaro neste domingo demonstra que o candidato a presidente do partido, caso venha ser eleito, terá uma base no Congresso “consistente demais”.
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“Vamos ter absolutamente toda a bancada, governabilidade perfeita, vamos viabilizar os projetos que a sociedade exige, as reformas que estão aí em curso vamos concluí-las. Acho que a gente vislumbra uma coisa muito boa para a nação brasileira”, disse.
“Não tenho dúvida que a gente vai atingir isso (maioria parlamentar) com facilidade porque a gente professa o bem. Os novos deputados que estão aí sabem que, se não for por esse caminho, a vida dele é um voo de galinha”, completou.
O dirigente partidário disse acreditar que somente o PT, a quem chamou de “seita” e não de partido, deve ficar na oposição a um eventual governo Bolsonaro. Segundo ele, o deputado que se alinhar a “essa seita a tendência deles é se acabar”.
Apesar de otimista com uma vitória no segundo turno, Bivar afirmou que a disputa não será fácil contra a candidatura do petista Fernando Haddad. Para ele, as 3 semanas a mais vão servir para que as propostas da campanha de Bolsonaro fiquem cristalinas as diferenças entre os projetos. (Com informações da Reuters)
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PAULO CÂMARA ANUNCIA PRAZO PARA CONCLUIR HOSPITAL EM SERRA TALHADA

24 horas após ser reeleito, o governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), durante entrevista ao G1, assegurou que o Hospital Geral do Sertão (HGS) que está em obras em Serra Talhada, será concluído até o segundo semestre de 2019. Serão investidos cerca de R$ 60 milhões num equipamento público com 10 leitos de UTI pediátrica, 10 leitos de UTI adulto e nas duas modulagens, ao final, serão mais de 200 leitos.
“A gente está focando na questão da saúde sabendo das dificuldades, sabendo que a procura pelo serviço público aumentou muito nos últimos anos. [Vamos] encurtar as distâncias, tanto é que nós estamos fazendo o Hospital Geral do Sertão lá em Serra Talhada, que já está em obras”, disse o governador.
De acordo com Paulo Câmara, a construção do hospital em Serra Talhada vai diminuir em cerca de 400 km a distância que as pessoas do Sertão percorrem quando precisam dos serviços de média e alta complexidade. O governador prometeu concluir a obra no segundo semestre de 2019.
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Legalização do aborto faria homens coagirem mulheres a abortar, diz jurista

Para a doutora em direito, a atual legislação sobre aborto é protetiva
A presidente da Associação de Direito de Família e das Sucessões (ADFAS), Regina Beatriz Tavares da Silva, alerta para a vulnerabilidade feminina, caso o aborto seja mesmo legalizado.
Segundo a advogada, manter a legislação como está é uma questão de proteção à própria mulher. “A nossa legislação é protetiva, a começar pela Constituição Federal, que não gera qualquer margem de dúvida a respeito da proteção da vida desde a concepção”, disse.
A doutora em direito pela USP acredita que, quando a lei não distingue, não cabe ao interprete distinguir. “Esse é um princípio básico da intepretação das normas jurídicas”, alega.
Além disso, ela lembra que STF não tem competência legislativa e muito menos competência de alteração constitucional. “Eu tenho a expectativa de que o STF não exacerbe a sua competência ao modificar leis quando não pode fazê-lo”, afirmou.
Garantia de direito à vida
“O direito à vida é indiscutivelmente o mais importante porque só a partir da vida outros direitos podem ser exercidos”, defendeu. Segundo a jurista, é por isso que no Brasil não existe pena de morte e a vida do ser humano é protegida de muitas formas.
As manifestações a favor do aborto, para ela, não é uma tendência cultural, mas a tendência de apenas um movimento, que se diz feminista.
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“Feminismo é um movimento de proteção à mulher, inclusive do ser humano do gênero feminino que está por nascer, que gera igualdade e não privilégios. O feminismo é protetivo, mas o que se defendeu junto ao STF foi a autorização a matar um ser humano em gestação”, protestou.
Manifestações “feministas”
“Isso não é feminismo. Isso não é proteção […] A maior parte dos brasileiros não aceita o aborto, a não ser nas condições excepcionais já previstas no Código Penal”, lembrou.
Para Regina, essas exceções estão corretas. “Uma mulher que foi estuprada não pode ser obrigada a levar a gestação adiante. Assim como, entre a vida da mulher e a do ser humano em gestação, prevalece a vida da mulher”, cita.
Legalização do aborto aumentaria o número de casos
“Menciono esses casos não baseada em estatísticas, que não são confiáveis, mas em razão da minha própria advocacia. Trato de conflitos em relações familiares o tempo todo. Vejo isso no dia a dia”, defende.
A jurista acredita que uma mulher gestante é vulnerável e fica fragilizada mesmo quando tem todo o suporte possível. “Quem dirá uma mulher sofrendo pressão para abortar. E se tiver liberado, claro, é muito mais fácil”, pondera.
A advogada lembra que a argumentação de quem coage ficaria facilitada, mas que ninguém fala das consequências. “Não conheço uma mulher sequer que tenha realizado um aborto e não leve para o resto da vida a culpa de ter feito isso”, expõe.
Outras opções a curto e médio prazo
A doutora explica que o aborto não é solução, mas que existem outras opções consideráveis. “A curto prazo, uso de preservativos: camisinha, o mais barato – é de graça, não apenas no carnaval”, disse.
Além disso, ela defende os métodos contraceptivos que não sejam abortivos. “Porque a pílula do dia seguinte é obviamente abortiva. A médio prazo, tem a educação. Educar as meninas e meninos desde novos, ensinando-lhes que não devem ter relações sexuais prematuramente”, opina.
Ela também defende as políticas públicas que, além de divulgar melhor o acesso ao preservativo e questões relacionadas a doenças sexualmente transmissíveis, podem investir na educação sexual no sentido positivo.
“Inclusive para os homossexuais, jogando no lixo a ideologia de gênero, que não se confunde com a homossexualidade. Ideologia de gênero é querer que todas as crianças passem a sofrer de disforia de gênero, que é uma doença”, conclui. Com informações Sempre Família
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No JN, Bolsonaro diz que vice 'foi infeliz' e promete não acabar com o Bolsa Família

O candidato à Presidência pelo PSL, Jair Bolsonaro, afirmou na noite desta segunda-feira (8), em entrevista ao vivo no Jornal Nacional, da TV Globo, que o vice de sua chapa, general Hamilton Mourão (PRTB), “foi infeliz” ao defender recentemente uma nova Constituição “elaborada por notáveis”, sem o crivo da população, e a possibilidade de um autogolpe com apoio das Forças Armadas. O militar reformado falou após o adversário petista Fernando Haddad, contra quem disputará o 2º turno das eleições. A ordem foi definida em sorteio antes de ambos responderem a duas perguntas, cada.
Questionado por William Bonner acerca da proposta, sobre a qual juristas e críticos avaliam ser um risco à democracia, o militar da reserva minimizou a fala do aliado. “Ele foi infeliz, deu uma canelada. O presidente jamais autorizaria qualquer coisa nesse sentido. Não pode admitir isso, porque não teria autoridade para fazer”, disse, prometendo que, se eleito, seus auxiliares serão "escravos da Constituição" atual.
"Nós acreditamos no voto popular. O general Hamilton Mourão nos auxiliará. Queremos demonstrar, com isso, um governo com autoridade, e não autoritarismo. Ele rapidamente se adequará à realidade brasileira."
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Em outro momento, Bolsonaro assegurou que não acabará com o Bolsa Família, programa instituído no primeiro governo do ex-presidente Lula (PT), não ressuscitará a CPMF nem cobrará Imposto de Renda de pessoas com até. “Homens e mulheres, fiquem tranquilos”, declarou, ressaltando isenção para quem ganha até cinco salários mínimos.
Endossando uma das principais bandeiras de sua campanha, Bolsonaro prometeu “jogar pesado com a questão da segurança pública”, para que as mulheres “fiquem protegidas” e voltou a defender a redução da maioridade penal. "O povo quer e deseja”, disse.
No início, citou uma passagem bíblica, agradeceu aos caminhoneiros, a integrantes das Forças Armadas, "à família brasileira e mencionou a "inocência da crianças". Também fez acenos ao eleitorado da região Nordeste, reduto petista, onde culpou as fake news por não ter alcançado desempenho majoritário nas urnas. "Foram quase 50 milhões de pessoas que acreditaram em mim no domingo".
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Haddad adota discurso "moderado" e faz acenos ao centro em entrevista ao vivo na TV

O presidenciável Fernando Haddad (PT) pregou o desenvolvimento com inclusão social, em entrevista ao "Jornal Nacional" na noite desta segunda-feira (8). O petista foi para o segundo turno com Jair Bolsonaro (PSL) e já iniciou um aceno ao centro. "Vamos confrontar dois projetos. Nós do lado da Social Democracia, do bem estar social", disse, adotando um discurso mais moderado. "Mais de 30 milhões de brasileiros confiaram no nosso projeto", avaliou sobre o primeiro turno.
Indagado sobre o projeto da criação de uma Assembleia Constituinte em um eventual novo governo e sobre a declaração de José Dirceu sobre o PT "tomar o poder", Haddad minimizou. "Vamos fazer as reformas devidas por meio de emenda constitucional. A primeira delas é a reforma tributária", afirmou, defendendo a isenção de Imposto de Renda para quem ganha até cinco salários mínimos. Ele também refutou a fala de Dirceu e disse que ele não participará de um eventual governo.
O petista terminou afirmando que "o futuro da democracia está em jogo nessa eleição".
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Quem ainda pode assumir uma vaga na Alepe ou na Câmara Federal?

Os pernambucanos elegeram 25 deputados federais e 49 deputados estaduais nesse domingo (7). Mas ainda é possível que nomes que não constam na lista dos eleitos assumam uma vaguinha no Legislativo, caso o governador Paulo Câmara (PSB) mantenha a tendência de convidar políticos com mandato para compor o seu secretariado.
Entre os eleitos para a Câmara Federal, seis já foram secretários do governador: João Campos (PSB), Sebastião Oliveira (PR), André de Paula (PSD), Felipe Carreras (PSB), Danilo Cabral (PSB) e Raul Henry (MDB). Outros três são figuras próximas do Palácio do Campo das Princesas: Fernando Monteiro (PP), Renildo Calheiros (PCdoB) e Tadeu Alencar (PSB).
Se Paulo Câmara chamar para o governo um nome da chapa formada por PSB, PCdoB, MDB e PSD, os primeiros suplentes dessa coligação são Milton Coelho (PSB), Severino Ninho (PSB) e Fabio Barros (PSB). Se o convidado para compor o Executivo for da aliança firmada entre PP, PR, Solidariedade e PMN, ainda têm chance de virar deputado federal Marinaldo Rosendo (PP) ou Henrique Queiroz (PR).
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Assembleia Legislativa
Na Alepe vale a mesma regra. Se o governador convidar algum cargo no primeiro escalão, ele pode abrir espaço para que aliados que não conseguiram votos suficientes para se eleger assumam um lugar na Casa de Joaquim Nabuco. Ao contrário dos federais eleitos do PT, Marília Arraes e Carlos Veras, que faziam oposição ao governador, o estadual Doriel Barros apoiou a reeleição de Paulo Câmara. A convocação de um petista abriria espaço para que o ex-prefeito do Recife João da Costa (PT) assumisse um mandato na Alepe.
Se Paulo Câmara convocar para o governo um nome da chapa formada por PSB, MDB e PSD, os primeiros da lista de suplente seriam Sivaldo Albino (PSB), Professor Paulo Dutra (PSB) e Laura Gomes (PSB); esta última engajadíssima na campanha pela reeleição. A outra coligação governista é formada por PP, PR, Solidariedade e PMN. Se um desses ocupasse espaço no governo, abriria espaço para Marcantonio Dourado Filho (PP), Dr Valdi (PP) ou Vinícius Labanca (PP).
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Bolsonaro afirma que vai participar de debates contra Haddad

O presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) vai participar dos debates do segundo turno. Ele, que enfrentará o petista Fernando Haddad (PT), afirmou à Rádio Jovem Pan que está se sentindo melhor após o atentado durante a campanha no primeiro turno.
“Acho que dá para participar, estou me sentindo bem, fiquei 20 dias meio alienado do mundo, mas estou me inteirando”, avaliou o postulante do PSL, que já está em casa se recuperando do ocorrido.
“Afinal de contas, debater com o PT não tem dificuldade. O que o PT fez ao longo de 13 anos acredito que está vivo na memória de todo mundo, não queremos isso de volta. Eu represento, com quem está do meu lado, uma oposição”, completou.
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Abstenção de 20,3% é a maior desde 1998

 G1
Quase 30 milhões de eleitores não compareceram às urnas neste domingo (7), segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O nível de abstenção, de 20,3%, é o mais alto desde as eleições de 1998, quando 21,5% do eleitorado não votou.
Em São Paulo, o maior colégio eleitoral do país, o índice de abstenção também subiu, dois pontos percentuais, em relação ao último pleito, passando de 19,5% para 21,5%. Em número de eleitores, isso representa mais de 850 mil pessoas, de 6,2 milhões em 2014 para 7,1 milhões este ano.
Em 1994, o percentual havia sido ainda maior: 29,3%, o que significa que 1 em cada 3 eleitores aptos não compareceram.
A abstenção tem crescido desde 2006. Na ocasião, 16,8% dos eleitores não votaram. Quatro anos depois, o índice subiu para 18,1%, e chegou aos 19,4% nas eleições presidenciais passadas, em 2014.
Em número de eleitores, a porcentagem desse ano representa 29,9 milhões de pessoas. No primeiro turno de 2014, 27,7 milhões de votantes se abstiveram do voto.
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Dos 26 estados, mais o Distrito Federal, o Mato Grosso aparece com o maior índice de abstenção, com 24,6%. Isso significa que 1 em cada 4 eleitores aptos a votar não votaram.
Na direção oposta, o estado com o menor número de abstenções foi Roraima, 13,9%.
São Paulo foi estado com o maior aumento no número de eleitores que não votaram, com quase 870 mil ausências a mais, na comparação com as eleições de 2014. Em proporção, são dois pontos percentuais a mais, de 19,5% para 21,5%.
No entanto, o Distrito Federal foi o local com o maior aumento percentual de abstenções, passando de 11,7% em 2014 para 18,7% este ano. O Amapá aparece como a segunda maior alta, de 10,4% para 16,7%.
Na comparação com o primeiro turno das eleições de 2014, cinco estados tiveram redução proporcional das abstenções.
A maior delas foi no Piauí, que passou 18,9% há 4 anos para 15,7% neste ano. O Ceará saiu de 20,1% para 17,3%. A Paraíba registrou 17,6% de abstenções em 2014. Esse ano, o índice foi de 15%. Em Pernambuco, abstenção de 17,9%. O Pará teve queda de 21,1% para 20% este ano. Por fim, Santa Catarina teve redução de 0,1% nas abstenções, de 16,4% para 16,3%.
Reproduzido por Blog Tv Web Sertão
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