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Cronograma do Enem está mantido, diz novo presidente do Inep

O cronograma do Exame Nacional do Ensino Nacional do Ensino Médio (Enem) está mantido, de acordo com o novo presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Alexandre Ribeiro Pereira Lopes.
"Os mais de 5 milhões de estudantes que já se inscreveram no Enem podem ficar tranquilos. O cronograma está mantido e tanto o Inep quanto o Ministério da Educação vão trabalhar juntos para que tudo ocorra com tranquilidade, para que o exame seja aplicado este ano dentro da normalidade", disse em vídeo divulgado no início da tarde desta sexta-feira (17) pelo MEC.
Lopes foi indicado para o cargo após o pedido de demissão de Elmer Coelho Vicenzi, anunciado quinta-feira. Ele é o quarto presidente da autarquia desde janeiro deste ano. O cargo foi ocupado até o início de janeiro por Maria Inês Fini, que presidiu o Inep durante o governo de Michel Temer. O cargo foi ocupado, em seguida, por Marcus Vinicius Carvalho Rodrigues, que foi substituído por Vicenzi. Após as trocas, Lopes buscou, na mensagem, tranquilizar servidores e estudantes.
"O Inep é muito importante. Queremos tranquilizar os servidores do Inep, tranquilizar os estudantes. A gente vem procurar somar junto com a equipe do MEC. Quero trazer essa experiência de gestão em vários órgãos para o Inep para que a gente consiga cumprir a nossa missão institucional com sucesso", diz.
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No vídeo, Lopes diz ainda que a aplicação do Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja) também está mantida. O exame concede certificação do ensino fundamental e médio a estudantes que não concluíram o período escolar na idade adequada. As inscrições começam no próximo dia 20 e a aplicação será no dia 25 de agosto.
A portaria de nomeação de Lopes ainda não foi publicada do Diário Oficial da União, tampouco a exoneração de Vicenzi.
Enem
Esta sexta-feira é o último dia de inscrição no Enem. As inscrições podem ser feitas pela internet, na Página do Participante, até as 23h59, no horário de Brasília.
A taxa de inscrição para o Enem é R$ 85. Quem não tem isenção deve fazer o pagamento, até o dia 23 de maio, em agências bancárias, casas lotéricas e Correios.
O Enem será aplicado em dois domingos, nos dias 3 e 10 de novembro. No primeiro dia de prova, os participantes responderão a questões de linguagens e ciências humanas e farão a prova de redação. Para isso, terão 5 horas e 30 minutos. No segundo dia, os estudantes terão 5 horas para resolver as provas de ciências da natureza e matemática.
Os gabaritos das provas serão divulgados até o dia 13 de novembro. O resultado sairá em data a ser divulgada posteriormente.
As notas do Enem podem ser usadas para ingressar em instituição pública pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), para obter bolsas de estudo em instituições particulares de ensino superior pelo Programa Universidade para Todos (ProUni) e para obter financiamento pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). (Via: Agência Brasil)
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Prefeito de Iguaracy esteve mais uma vez na Caixa Econômica de Caruaru em busca de liberar recursos

Nesta sexta-feira (17), o prefeito de Iguaracy Zeinha Torres, esteve na Caixa Econômica Federal, em Caruaru, onde participou de uma reunião na companhia de outros prefeitos do Pajeú, em busca da liberação de recursos para mais investimentos no município.
O prefeito Zeinha falou das dificuldades impostas pela Caixa e que muitas obras ainda não foram realizadas em sua gestão graças aos entraves colocados pela unidade que fica localizada em Caruaru, ainda segundo o prefeito em discurso recente, a unidade da Caixa que fica localizada na cidade de Petrolina, tem facilitado mais a vida dos gestores que são atendidos naquela unidade.

Bolsonaro divulga texto sobre dificuldade de governar fora de conchavos: “Que Deus nos ajude!”

Presidente se mostra preocupado quanto ao futuro do seu governo
Através de grupos no WhatsApp, o presidente Jair Bolsonaro compartilhou um texto, de autoria desconhecida, revelando sofrer “pressões de todas as corporações, em todos os poderes” e dizendo que “o país está disfuncional”, mas não por sua culpa.
O texto faz também uma crítica ao presidente, dizendo que ele não teve êxito até o momento: “Até agora (o presidente) não fez nada de fato, não aprovou nada, só tentou e fracassou”.
Questionado pelo jornal Estado de São Paulo sobre essa mensagem que ele mesmo compartilhou, o presidente revelou que há muitos desafios e que ele tem se esforçado para governar.
“Venho colocando todo meu esforço para governar o Brasil. Infelizmente os desafios são inúmeros e a mudança na forma de governar não agrada àqueles grupos que no passado se beneficiavam das relações pouco republicanas. Quero contar com a sociedade para juntos revertermos essa situação e colocarmos o País de volta ao trilho do futuro promissor. Que Deus nos ajude!”, disse.
Leia o texto na íntegra:
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Alexandre Szn
Temos muito para agradecer a Bolsonaro.
Bastaram 5 meses de um governo atípico, “sem jeito” com o congresso e de comunicação amadora para nos mostrar que o Brasil nunca foi, e talvez nunca será, governado de acordo com o interesse dos eleitores. Sejam eles de esquerda ou de direita.
Desde a tal compra de votos para a reeleição, os conchavos para a privatização, o mensalão, o petrolão e o tal “presidencialismo de coalizão”, o Brasil é governado exclusivamente para atender aos interesses de corporações com acesso privilegiado ao orçamento público.
Não só políticos, mas servidores-sindicalistas, sindicalistas de toga e grupos empresariais bem posicionados nas teias de poder. Os verdadeiros donos do orçamento. As lagostas do STF e os espumantes com quatro prêmios internacionais são só a face gourmet do nosso absolutismo orçamentário.
Todos nós sabíamos disso, mas queríamos acreditar que era só um efeito de determinado governo corrupto ou cooptado. Na próxima eleição, tudo poderia mudar. Infelizmente não era isso, não era pontual. Bolsonaro provou que o Brasil, fora desses conchavos, é ingovernável.
Descobrimos que não existe nenhum compromisso de campanha que pode ser cumprido sem que as corporações deem suas bênçãos. Sempre a contragosto.
Nem uma simples redução do número de ministérios pode ser feita. Corremos o risco de uma MP caducar e o Brasil ser OBRIGADO a ter 29 ministérios e voltar para a estrutura do Temer.
Isso é do interesse de quem? Qual é o propósito de o congresso ter que aprovar a estrutura do executivo, que é exclusivamente do interesse operacional deste último, além de ser promessa de campanha?
Querem, na verdade, é manter nichos de controle sobre o orçamento para indicar os ministros que vão permitir sangrar estes recursos para objetivos não republicanos. Historinha com mais de 500 anos por aqui.
Que poder, de fato, tem o presidente do Brasil? Até o momento, como todas as suas ações foram ou serão questionadas no congresso e na justiça, apostaria que o presidente não serve para NADA, exceto para organizar o governo no interesse das corporações. Fora isso, não governa.
Se não negocia com o congresso, é amador e não sabe fazer política. Se negocia, sucumbiu à velha política. O que resta, se 100% dos caminhos estão errados na visão dos “ana(lfabe)listas políticos”?
A continuar tudo como está, as corporações vão comandar o governo Bolsonaro na marra e aprovar o mínimo para que o Brasil não quebre, apenas para continuarem mantendo seus privilégios.
O moribundo-Brasil será mantido vivo por aparelhos para que os privilegiados continuem mamando. É fato inegável. Está assim há 519 anos, morto, mas procriando. Foi assim, provavelmente continuará assim.
Antes de Bolsonaro vivíamos em um cativeiro, sequestrados pelas corporações, mas tínhamos a falsa impressão de que nossos representantes eleitos tinham efetivo poder de apresentar suas agendas.
Era falso, FHC foi reeleito prometendo segurar o dólar e soltou-o 2 meses depois, Lula foi eleito criticando a política de FHC e nomeou um presidente do Bank Boston, fez reforma da previdência e aumentou os juros, Dilma foi eleita criticando o neoliberalismo e indicou Joaquim Levy. Tudo para manter o cadáver procriando por múltiplos de 4 anos.
Agora, como a agenda de Bolsonaro não é do interesse de praticamente NENHUMA corporação (pelo jeito nem dos militares), o sequestro fica mais evidente e o cárcere começa a se mostrar sufocante.
Na hipótese mais provável, o governo será desidratado até morrer de inanição, com vitória para as corporações. Que sempre venceram. Daremos adeus Moro, Mansueto e Guedes. Estão atrapalhando as corporações, não terão lugar por muito tempo.
Na pior hipótese ficamos ingovernáveis e os agentes econômicos, internos e externos, desistem do Brasil. Teremos um orçamento destruído, aumentando o desemprego, a inflação e com calotes generalizados. Perfeitamente plausível. Claramente possível.
A hipótese nuclear é uma ruptura institucional irreversível, com desfecho imprevisível. É o Brasil sendo zerado, sem direito para ninguém e sem dinheiro para nada. Não se sabe como será reconstruído. Não é impossível, basta olhar para a Argentina e para a Venezuela. A economia destes países não é funcional. Podemos chegar lá, está longe de ser impossível.
Agradeçamos a Bolsonaro, pois em menos de 5 meses provou de forma inequívoca que o Brasil só é governável se atender o interesse das corporações. Nunca será governável para atender ao interesse dos eleitores. Quaisquer eleitores. Tenho certeza que esquerdistas não votaram em Dilma para Joaquim Levy ser indicado ministro. Foi o que aconteceu, pois precisavam manter o cadáver Brasil procriando. Sem controle do orçamento, as corporações morrem.
O Brasil está disfuncional. Como nunca antes. Bolsonaro não é culpado pela disfuncionalidade, pois não destruiu nada, aliás, até agora não fez nada de fato, não aprovou nada, só tentou e fracassou. Ele é só um óculos com grau certo, para vermos que o rei sempre esteve nu, e é horroroso.
Infelizmente o diagnóstico racional é claro: “Sell”.
Autor desconhecido
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Prefeito Zeinha assina ordem de serviço para uma das maiores obras de calçamento já realizado no município. Moradores do Conjunto Habitacional Otaviano Bezerra festejam a novidade.

O prefeito de Iguaracy, Zeinha Torres, esteve na noite desta última quinta-feira (16) assinando ordem de serviço para início do calçamento do Conjunto Habitacional Otaviano Bezerra.
A obra será uma das maiores em calçamento realizada na cidade até o momento. O investimento na ordem de R$ 293 mil, veio através de uma emenda do deputado federal Fernando Filho.
Além dos moradores da comunidade estiveram presentes, a Primeira dama Mary Delanea, o representante da Inova Construções e Empreendimentos Aurélio Almeida, empresa ganhadora da licitação para execução da obra, os vereadores Manoel Olímpio, Presidente da Câmara, e ainda Jorge Soldado e Tenente. Ainda estiveram prestigiando o evento os secretários municipais Ligia Torres (finanças), Marcos Melo (administração), Juliany Rabelo (assistência), Rita de Cássia (educação) e Luciano Santana (obras), presentes ainda diretores, coordenadores e demais membros da equipe de governo.
O Conjunto Habitacional Otaviano Bezerra, já havia sido beneficiado na gestão do Prefeito Zeinha Torres com saneamento, abastecimento de água e energia elétrica.
O início das obras está previsto para ser iniciado já a partir da próxima semana. As residências das Ruas Francisco Helvécio da Silva e José Bezerra além da pavimentação ainda receberão calçadas.
Ainda segundo o prefeito, a parte da frente do conjunto, que fica as margens da PE 292 também receberá calçamentos. O Governo Municipal de Iguaracy, através da gestão popular do prefeito Zeinha Torres, vem se destacando em todo o municipio tanto na realização de grandes obras como também no atendimento individual de cada comunidade, atendendo com muito carinho as suas necessidades mais básicas.

Governo aprova programas de desligamento de empregados de 7 estatais; Correios é citado

Sete empresas estatais federais tiveram as propostas de programas de desligamento voluntário (PDV) aprovadas pelo Ministério da Economia. Segundo a Secretaria de Coordenação e Governança das Estatais, os programas devem resultar no desligamento de mais de 21 mil empregados e proporcionar economia de R$ 2,3 bilhões por ano.
O Ministério da Economia só nomeou quatro das sete empresas com propostas de PDV: Correios, Petrobras, Infraero e Embrapa. Essas companhias já tinham anunciado que pretendiam reduzir o quadro este ano. A pasta não informou as outras três estatais, alegando questões estratégicas, porque caberá a cada empresa decidir se anuncia o PDV.
A secretaria informou que a expectativa é que os programas aprovados sejam finalizados ainda este ano. Os programas de desligamento voluntário, explicou o órgão, visam à redução de custos, com aumento da produtividade das empresas estatais.
De acordo com a secretaria, além dos sete planos aprovados, o governo estuda a adoção de mais quatro programas de empresas distintas ainda para este ano.

Moro ficará mais tempo no STF do que o período em que foi juiz federal

Quando de fato for indicado pelo presidente Jair Bolsonaro para integrar o Supremo Tribunal Federal, em 1º dia de novembro de 2020, o ministro Sérgio Moro (Justiça) terá 48 anos de idade e, com isso, poderá permanecer na Corte até 2047, pelo período 27 anos, cinco a mais do que o tempo em que ele foi juiz federal. Moro vai assumir a vaga do ministro Celso de Mello, já sob a presidência de Luiz Fux.
No próximo dia 1º, o ministro decano Celso de Mello estará a 17 meses da aposentadoria. Ele completa 30 anos no STF em 17 de agosto.
Em seu governo, Bolsonaro ainda vai nomear outro ministro no STF. Será em julho de 2021, com a aposentadoria do ministro Marco Aurélio.
Fux vai presidir o STF até setembro de 2022. Posteriormente, será sucedido pelos ministros Rosa Weber e Luís Roberto Barroso. A informação é do Diário do Poder.

Meta para 2020 é construir 500 mil casas populares, diz Onyx

O governo federal planeja aumentar a construção de habitações populares para 500 mil unidades em 2020, disse nesta quinta-feira (16) o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni. A meta para este ano é a entrega de 400 mil casas.
"Nós já estamos direcionando, tanto para o programa Minha Casa, Minha Vida, quanto para as obras de infraestrutura, os poucos recursos que nós temos para que o setor da construção civil continue gerando milhares de empregos", disse o ministro no 91º Encontro Nacional da Indústria da Construção Civil (Enic).
De acordo com o ministro, a meta do governo é aumentar para o próximo ano a entrega de moradias populares. "Nós temos uma média anual de 400 mil habitações entregues, que nós vamos manter este ano. Isto vai requerer do governo um super esforço. O ministro [Gustavo] Canuto [Desenvolvimento Regional], juntamente com sua equipe, prepara uma reestruturação do Minha Casa, Minha Vida, exatamente para permitir que, no ano que vem, a gente possa construir 500 mil casas no Brasil. É uma meta", disse.
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Crédito
O presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), José Carlos Martins, ressaltou que uma das principais demandas do setor é o acesso ao crédito, principalmente para as pequenas e médias empresas, e a aprovação da reforma da Previdência.
"É claro o nosso otimismo. Porém, sabe-se de riscos que nós temos, como a não aprovação da reforma da Previdência. Por isso que todos nós, neste instante, estamos trabalhando para aprovar a [reforma da] Previdência, porque o investidor não colocará um dinheiro hoje, para retornar daqui a dez anos, se não tiver segurança de como o Brasil estará naquele momento", disse Martins. (Via: Agência Brasil)
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Bolsonaro diz que quer aplicar parte do fundo da Lava-Jato em educação

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta quinta-feira (16) que quer destinar para educação e pesquisa parte dos recursos devolvidos pela Petrobras em acordo firmado pela Lava Jato com autoridades nos EUA. "Vamos levar esse recurso para a educação. Eu gostaria de, em parte, levar para o Ministério de Ciência e Tecnologia porque precisamos investir em pesquisa", disse Bolsonaro.
Ele afirmou que quer ajuda da procuradora-geral da República, Raquel Dodge, para fazer essa transferência de recursos. Em janeiro, a Justiça definiu que a estatal teria que devolver cerca de R$ 2,5 bilhões, depositados em uma conta vinculada à Justiça Federal do Paraná, como forma de restituir acionistas e cofres públicos de parte dos prejuízos provocados pelo esquema de corrupção na empresa. A declaração de Bolsonaro, feita em transmissão nas redes sociais durante sua viagem a Dallas, no Texas, ocorre em meio a uma série de protestos em centenas de cidades brasileiras pela defesa de verba para a educação.
Os protestos são uma resposta à decisão do ministro da Educação, Abraham Weintraub, que reduziu o orçamento das universidades federais e bloqueou bolsas de pesquisa.
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Desde quarta-feira (15), quando as manifestações começaram, Bolsonaro tem feito críticas aos protestos. Chamou alunos de "idiotas úteis" e "massa de manobra" e disse que as passeatas eram apenas "Lula Livre", em referência ao ex-presidente petista preso desde abril por corrupção e lavagem de dinheiro.
O acordo firmado pela Lava Jato e autoridades americanos estipula que metade do valor total -cerca de R$ 1,25 bilhão- seja aplicado em um fundo patrimonial gerido por uma fundação independente, que distribuiria os rendimentos para projetos de combate à corrupção. A outra metade seria de ressarcimento aos acionistas prejudicados nos últimos anos.
A criação do fundo é o ponto mais polêmico do acordo. Dodge pediu ao STF (Supremo Tribunal Federal) a anulação do trato da Petrobras com a força-tarefa da Lava Jato, afirmando que os procuradores do Paraná não tinham poder para atuar no caso. Ainda durante a transmissão na internet, Bolsonaro voltou a fazer críticas ao que chama de "indústria da multa". Segundo ele, o governo vai enviar ao Congresso um projeto para ampliar de 20 para 40 pontos o limite exigido para a suspensão da carteira de habilitação e passar de cinco para dez anos o prazo de validade da CNH (Carteira Nacional de Habilitação).
A proposta já tinha sido divulgada pelo ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freiras, no mês passado. Desta vez, Bolsonaro afirmou que quer propor também que o motorista infrator seja punido "apenas uma vez" -ou com multa ou com pontos na carteira. Mas não deu detalhes sobre como a medida funcionaria nem se isso já seria incluído no texto que pretende enviar ao Parlamento. O presidente afirmou ainda que não houve "nenhum acordo" feito com o ministro Sergio Moro (Justiça) para que ele assumisse uma vaga no STF (Supremo Tribunal Federal) após cumprir um período como titular no governo. "Quem me acompanhou ao longo de quatro anos, sabe que eu falava que precisamos de alguém no Supremo com o perfil de Moro. Não teve nenhum acordo, nada, ninguém nunca me viu com Moro [antes da eleição]".
Bolsonaro disse que a primeira vez que falou com o ex-juiz foi, via telefone, durante a campanha. Na semana passada, Bolsonaro afirmou que assumiu o compromisso de indicar Moro para uma vaga no STF -"a primeira que tiver". Em seguida, o ministro disse que não existia nenhum acordo entre ele e o presidente para chegar à corte. (Via: Folhapress)
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Psicólogo ensina como falar sobre abuso sexual com as crianças

A maioria dos casos acontecem dentro de casa
O psicólogo Samuel Vermelho, coordenador da Clínica Infância Protegida, foi entrevistado no programa “De Tudo Um Pouco”, da Rede Super, e ensinou como os pais podem falar com seus filhos sobre abuso sexual e a importância de abordar esta questão.
Os números apresentados pelo psicólogo sobre abuso sexual são assustadores: 85% dos casos acontecem dentro de casa. “As famílias desestruturadas têm maior risco de sofrer abuso sexual”, completa ele.
Como então falar de abuso sexual com crianças? A primeira lição é desenvolver um relacionamento de confiança e usar uma linguagem adequada para cada idade.
“A linguagem da criança é lúdica, a melhor forma para explicar situações sérias como essa é no brincar, de uma forma que ela vai entender”, ensinou.
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Os pais precisam contar para as crianças que ninguém tem o direito de mexer no seu corpo e que este ensinamento pode começar a partir dos 3 anos, ensinando a criança a tomar banho sozinha e a se limpar no banheiro.
“Não é só tocar na partes íntimas, é ensinar para crianças que existem situações como alguns tipos de abraços e beijos que a criança não quer e é preciso respeitar esse desejo delas”, completa Samuel.
Também é necessário que os pais criem códigos para que as crianças possam mostrar que estão desconfortáveis com alguma situação, inclusive gritar para denunciar algum abuso, ainda que seja cometido por outras crianças.
Outra lição dada é para que os pais ensinem os filhos a nomearem as partes do corpo corretamente e dizer quais delas não devem ser tocadas por outras pessoas. Dessa forma eles saberão como denunciar qualquer ato abusivo.
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Mais de 90 municípios de Pernambuco não registraram assassinato em abril, diz SDS; 14 estão no Pajeú

Depois de anunciar a queda no número de assassinatos no primeiro trimestre deste ano, a Secretaria de Defesa Social de Pernambuco informou que a redução no Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLIs) continua. Em abril deste ano, o Estado completou 17 meses consecutivos de queda em assassinatos – foram 309 homicídios contra 355 do abril anterior, uma diminuição de 13%. Além disso, 92 municípios pernambucanos, entre eles – Brejinho, Calumbi, Carnaíba, Flores, Iguaraci, Ingazeira, Itapetim, Quixaba, Santa Cruz da Baixa Verde, Santa Terezinha, São José do Egito, Solidão, Triunfo e Tuparetama, não registraram nenhuma morte em seu território
O recuo nos números dos homicídios em abril aconteceu na maioria das regiões de Pernambuco – a queda maior foi no Agreste, de 28,83% (de 111 em abril de 2018 para 79), seguido pelo Sertão, onde os casos caíram de 49 para 35 (28,57%). Na Região Metropolitana, sem considerar a capital, a retração foi de 15,69%, tendo reduzido de 102 para 86 ocorrências. Já o Recife contabilizou teve 37 mortes violentas em abril deste ano, número 19,57% menor em relação aos 46 de abril do ano passado. Em contrapartida, a Zona da Mata registou aumento do número de assassinatos: de 47 para 72 em números absolutos, alta de 53,2%.
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"Busquei ao SENHOR, e Ele me respondeu; livrou-me de todos os meus temores." Salmos 34:4

 
Pensamento: O medo é algo que está presente em nossas vidas, aliás foi Deus que permitiu que o medo existisse, pois ele é necessário, o medo pode ser útil, quando nos dá um senso de sobrevivência, nos alerta do perigo, etc. Mas o medo pode ser um pecado, quando ele é limitador e não permite que façamos o que é necessário para cumprir a vontade de Deus em nossas vidas. O medo não pode acontecer no momento que devemos ter fé e fazer o que Deus quer que façamos. Se isso acontecer faça como o salmista, busque ao Senhor e Ele o livrará de todos os seus temores.
Oração: Pai querido, perdoa porque as vezes tive medo de falar do Seu amor para alguém, ou porque as vezes tive medo de tomar uma decisão que traria bons resultados para minha vida, perdoa pela falta de fé. Mas eu quero clamar agora ao Senhor, e pedir que por favor o Senhor traga mais coragem a minha vida, para que eu possa praticar sua obra com mais ousadia. Eu oro em nome de Jesus meu Senhor. Amém.
Um sábado abençoado para todos...