Mostrando postagens de Janeiro 3, 2016Mostrar tudo

Ocorrências registradas na área da OME, no dia 02 de Janeiro de 2016 - 23º BPM

Ocorrências registradas na área da OME, no dia 02 de Janeiro de 2016 - 23º BPM

AMEAÇA - Município : São José do Egito-PE.
DANO AO PATRIMÔNIO PÚBLICO - Município : Afogados Da Ingazeira – PE.
TRAFICO DE DROGAS - Município : Iguaracy – PE.
EMBRIAGUEZ/DESORDEM/AGRESSÃO VERBAL - Município : Afogados da Ingazeira-PE.
ABANDONO DE INCAPAZ - Município : Tabira – PE.
IRREGULARIDADES NO CHASSI - Município : São José do Egito-PE.

PRISÃO DE ACUSADO DE ASSASSINATO - Município : Tabira-PE.

Click abaixo para ver na íntegra:

Parece uma cidade comum, até você vê-la do alto

Projetada pelo famoso arquiteto e artista Vincenzo Scamozzi, Palmanova, na Itália, é uma cidade peculiar. O lugar é mundialmente famoso devido à sua forma incomum de uma estrela, praticamente perfeita.
Do chão, parece, apenas uma cidade comum e bonita do país, mas vista do alto, revela uma forma de estrela simétrica muito agradável do ponto de vista estético, matemático, e até mesmo estratégico. Se você estiver de passagem pela Itália, vale a pena dar uma visitada em Palmanova.
A cidade, localizada no nordeste da Itália, foi construída durante o Renascimento.

Bebida alcoólica corta o efeito dos analgésicos? Veja mitos e verdades

Tomar analgésico e beber mais tarde corta o efeito do remédio. 
MITO: O álcool não interfere na ação dos analgésicos. O que ocorre é que, por ter um efeito diurético, o álcool faz o organismo excretar mais rapidamente os medicamentos. O efeito parece reduzido porque o organismo já eliminou o medicamento. "O uso de bebida alcoólica intervém no processamento hepático, o que pode acelerar o metabolismo dos analgésicos e assim interferir diretamente no tempo de duração desses fármacos. Porém não se pode dizer que corta o efeito", explica o médico anestesiologista Erick Curi Leia mais Arte/UOL

Tratar dores de cabeça e musculares com analgésicos é uma prática comum, uma vez que para adquirir os do tipo não narcótico (dipirona, paracetamol e ácido acetilsalicílico) não é preciso ter receita, mas os médicos alertam para os perigos da ingestão descontrolada destes medicamentos, que pode causar doenças e até matar.

Por que os smartphones esquentam?

Usar smartphone como navegador GPS é um dos fatores que fazem o telefone esquentar
Quem tem smartphone já sentiu que, mesmo quieto no bolso, o aparelho dá uma leve esquentada. Em determinadas atividades, como navegar na internet ou usar o GPS, a temperatura do celular chega até a incomodar. Diante desse problema, fica a pergunta: por que os smartphones esquentam?

Apesar de o aquecimento ser incômodo, a alteração de temperatura é natural dos componentes internos do smartphone, segundo Marcelo Parada, professor de engenharia elétrica do Centro Universitário da FEI (Fundação Educacional Inaciana). "As pessoas esquecem que o smartphone é um computador em miniatura e, diferente dos modelos maiores, o telefone não tem ventilação", explica o engenheiro.

O primeiro vilão "geral" para o celular esquentar é o consumo excessivo da bateria pelo uso intensivo ou inadequado de algumas de suas funções, segundo Sergio Abramoff, gerente sênior de vendas da MediaTek, que fabrica processadores para celulares de marcas que atuam no Brasil, como Alcatel e Positivo. "Dependendo do que é exigido do celular, os circuitos eletrônicos existentes dentro dele consomem a energia elétrica armazenada na bateria, gerando calor", explica.

Exame para detecção da dengue passa a ser coberto pelos planos de saúde

Além dos exames, 17 procedimentos foram adicionados ao rol da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e agora são de cobertura obrigatória
Do Correio Braziliense
Beneficiários de planos de saúde têm direito, a partir de hoje, a realizar testes laboratoriais rápidos de dengue e chikungunya pelo convênio, seja individual ou coletivo. Além dos exames, 17 procedimentos foram adicionados ao rol da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e agora são de cobertura obrigatória, como a implantação de um tipo de cardiodesfibrilador que ajuda a prevenir morte súbita, e de um monitor de eventos, conhecido como looper, utilizado para diagnosticar perda de consciência por causas indeterminadas.
Está garantida ainda a ampliação do número de consultas com alguns especialistas, como fonoaudiólogo, nutricionista, fisioterapeuta e psicoterapeuta. Pacientes com transtornos de fala e linguagem, por exemplo, poderão realizar 48 sessões com fonoaudiólogos — o dobro do que era oferecido anteriormente. Já aqueles com transtornos de desenvolvimento e autismo podem ter acompanhamento de especialistas por 96 sessões. Mulheres grávidas e em amamentação poderão se consultar com nutricionistas, pela cobertura do plano, por 12 sessões.
A revisão é realizada a cada dois anos, com a participação de órgãos de defesa do consumidor, ministérios, operadoras de planos de saúde, representantes de beneficiários, profissionais da área de saúde, entre outros. A ANS promoveu ainda uma consulta pública sobre a proposta entre junho e agosto deste ano, recebendo mais de seis mil contribuições pelo site. “A saúde é um processo em franca evolução. Temos sempre novas tecnologias em constante avaliação. Por isso, a inclusão de novos procedimentos no rol da ANS é uma conquista da sociedade. O rol é estudado, acompanhado e revisado a cada dois anos”, disse o diretor-presidente da ANS, José Carlos de Souza Abrahão.