
Um dossiê que estaria em poder do Departamento de Estado dos Estados Unidos pode abrir caminho para uma ofensiva do governo de Donald Trump contra o Brasil, incluindo a possibilidade de classificar o país como uma ditadura ou um estado de exceção. A hipótese circula nos bastidores de Washington e envolve a adoção de sanções econômicas e até a consideração de medidas militares.
O material reuniria informações sobre suspeitas de corrupção envolvendo ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), abusos de autoridade, perseguição política, prisões e condenações consideradas desproporcionais, além de questionamentos sobre a atuação do Judiciário brasileiro.
Entre os casos abordados estariam as medidas judiciais contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e seu filho, Flávio Bolsonaro, além dos acontecimentos que marcaram o segundo turno das eleições presidenciais deste ano.
O documento também incluiria questionamentos sobre a decisão do ministro Cristiano Zanin de prorrogar a votação e a determinação de Alexandre de Moraes para a apreensão dos passaportes de Flávio Bolsonaro após a divulgação do resultado eleitoral.
Outro ponto central seria o narcotráfico. O dossiê reuniria suspeitas de proteção política ao crime organizado e de infiltração de organizações classificadas pelos americanos como narcoterroristas nas instituições brasileiras.
Nos corredores de Washington, a possibilidade em discussão é que esse conjunto de informações seja utilizado para sustentar uma avaliação de que o Brasil enfrenta uma ruptura democrática, com práticas associadas a uma ditadura ou a um estado de exceção. Esse enquadramento poderia ampliar a pressão diplomática e servir de argumento para medidas coercitivas nos campos econômico e militar.
A discussão ganha força em meio ao agravamento das relações entre Brasília e Washington, às críticas de Trump ao processo eleitoral brasileiro e à chegada de Flávio Bolsonaro aos Estados Unidos. O cenário coloca o governo Lula diante da possibilidade de uma nova escalada de pressão americana, com consequências que podem ultrapassar o campo diplomático. — É o Mundo
O material reuniria informações sobre suspeitas de corrupção envolvendo ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), abusos de autoridade, perseguição política, prisões e condenações consideradas desproporcionais, além de questionamentos sobre a atuação do Judiciário brasileiro.
Entre os casos abordados estariam as medidas judiciais contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e seu filho, Flávio Bolsonaro, além dos acontecimentos que marcaram o segundo turno das eleições presidenciais deste ano.
O documento também incluiria questionamentos sobre a decisão do ministro Cristiano Zanin de prorrogar a votação e a determinação de Alexandre de Moraes para a apreensão dos passaportes de Flávio Bolsonaro após a divulgação do resultado eleitoral.
Outro ponto central seria o narcotráfico. O dossiê reuniria suspeitas de proteção política ao crime organizado e de infiltração de organizações classificadas pelos americanos como narcoterroristas nas instituições brasileiras.
Nos corredores de Washington, a possibilidade em discussão é que esse conjunto de informações seja utilizado para sustentar uma avaliação de que o Brasil enfrenta uma ruptura democrática, com práticas associadas a uma ditadura ou a um estado de exceção. Esse enquadramento poderia ampliar a pressão diplomática e servir de argumento para medidas coercitivas nos campos econômico e militar.
A discussão ganha força em meio ao agravamento das relações entre Brasília e Washington, às críticas de Trump ao processo eleitoral brasileiro e à chegada de Flávio Bolsonaro aos Estados Unidos. O cenário coloca o governo Lula diante da possibilidade de uma nova escalada de pressão americana, com consequências que podem ultrapassar o campo diplomático. — É o Mundo












































Lula venceu em 183 das 184 cidades de Pernambuco e em Fernando de Noronha



