
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva decola para uma visita tripla à Europa na quinta-feira (16), com uma comitiva de 15 ministros, parte deles novos no cargo, e uma pauta de encontros com lideranças de esquerda que enfrentaram o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e de promoção empresarial. Lula visitará Espanha, Alemanha e Portugal, enquanto não conseguiu confirmar uma ida à Casa Branca. A matéria é do Estadão.
Diplomatas falam numa última grande visita ao exterior do atual governo e têm sido mobilizados para receber um número alto de autoridades na comitiva. Segundo integrantes da Presidência da República e do Itamaraty, a quantidade de ministros previstos está ligada diretamente aos acordos que estão sendo negociados com os governos europeus, principalmente na Espanha e na Alemanha.
Se confirmados, os 15 ministros que estarão em Barcelona formarão a maior delegação ministerial a acompanhar o presidente em uma viagem ao exterior no atual mandato.
Em 2023, ele levou 14 a Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, por causa da COP-28, e, em 2024, o mesmo número a Santiago, no Chile. A quantidade de ministros é maior do que as recentes viagens ao Japão e à Índia (foram 11 em cada) e também supera as que estiveram duas vezes na China, maior parceiro comercial do País há dezessete anos, em 2023 e 2025.
O governo ainda não possui uma previsão de gastos para as viagens aos três países. As despesas costumam ser apuradas ao fim das missões.
Lula vai se reunir em Barcelona com o premiê espanhol Pedro Sánchez nos dias 17 e 18, quando participará da Cúpula Brasil-Espanha, da quarta reunião em Defesa da Democracia e de um evento com líderes chamado Mobilização Progressista Global (Global Progressive Mobilisation – GPM). Ela vai reunir militantes políticos, movimentos sociais e sindicatos, think tanks entre outros.
Diplomatas falam numa última grande visita ao exterior do atual governo e têm sido mobilizados para receber um número alto de autoridades na comitiva. Segundo integrantes da Presidência da República e do Itamaraty, a quantidade de ministros previstos está ligada diretamente aos acordos que estão sendo negociados com os governos europeus, principalmente na Espanha e na Alemanha.
Se confirmados, os 15 ministros que estarão em Barcelona formarão a maior delegação ministerial a acompanhar o presidente em uma viagem ao exterior no atual mandato.
Em 2023, ele levou 14 a Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, por causa da COP-28, e, em 2024, o mesmo número a Santiago, no Chile. A quantidade de ministros é maior do que as recentes viagens ao Japão e à Índia (foram 11 em cada) e também supera as que estiveram duas vezes na China, maior parceiro comercial do País há dezessete anos, em 2023 e 2025.
O governo ainda não possui uma previsão de gastos para as viagens aos três países. As despesas costumam ser apuradas ao fim das missões.
Lula vai se reunir em Barcelona com o premiê espanhol Pedro Sánchez nos dias 17 e 18, quando participará da Cúpula Brasil-Espanha, da quarta reunião em Defesa da Democracia e de um evento com líderes chamado Mobilização Progressista Global (Global Progressive Mobilisation – GPM). Ela vai reunir militantes políticos, movimentos sociais e sindicatos, think tanks entre outros.














































.jpg)







