
Quando a gente sobe ao palco e faz várias fotos durante uma apresentação, não está apenas registrando o evento. Também está ajudando a divulgar o artista. Pelo menos os artistas menores reconhecem esse trabalho e, muitas vezes, até esperam por esse momento.
Embora atualmente eu faça parte da cobertura para o Instagram do prefeito, também levo esse material para a Tv Web Sertão e para as nossas redes sociais. Somando todas as plataformas, alcançamos uma média de 5 milhões de visualizações por mês. É uma divulgação que, sem dúvida, também beneficia os artistas e seus produtores.
Desde 2004, trabalho profissionalmente com fotografia. Não sei até quando continuarei nessa caminhada, mas, desde então, entra prefeito, sai prefeito, e sou eu quem vem fazendo a cobertura fotográfica dos eventos do município. Ao longo desses anos, fotografei dezenas de grandes atrações. Já registrei shows de Matruz com Leite, Limão com Mel, Flávio Leandro, Moleca 100 Vergonha, Noda de Caju, Zeca Bota Bom, Elson Vaqueiro, Forró do Muído, Mano Walter, Waldonys, Márcia Fellipe, Geraldinho Lins, Fulô de Mandacaru, Magníficos, Zé Vaqueiro, Iguinho e Lulinha, Dorgival Dantas, Cavaleiros do Forró, Raí Saia Rodada, Walkyria Santos, Nadson Ferinha, Jorge de Altinho, Mary Fernandez, Zezo, Tarcísio do Acordeon, Assisão, Flay, Juarez, Manin Vaqueiro, Léo Foguete, Caninana, Edson Lima e Gatinha Manhosa, Collo de Menina, Bonde do Brasil, Brasas do Forró, entre tantas outras atrações.
Já fotografei artistas onde o palco ficava tão apertado que mal dava espaço para se movimentar. E, justamente por isso, confesso que a situação de ontem me chamou ainda mais atenção. Durante a apresentação de Fabinho Testado, havia espaço de sobra no palco e sequer existia um cordão de isolamento.
Inicialmente, houve um processo de diálogo bastante difícil. Mesmo me apresentando como diretor-geral de imprensa do governo e como um dos responsáveis pelo Instagram do prefeito, precisei enfrentar algumas situações que considerei desnecessárias e constrangedoras até que o acesso fosse liberado. Depois de refletir, porém, fui eu mesmo quem decidiu desistir.
Não faço esse relato para criar uma polêmica, mas para registrar uma situação que considero importante. Quando uma atração é contratada pelo poder público, com recursos públicos, é preciso compreender que aquele não é um evento particular do artista ou de sua produção. Existe uma estrutura pública envolvida e, dentro dela, também existe uma equipe de comunicação que tem a responsabilidade de registrar e divulgar o evento.
O trabalho da imprensa e da comunicação institucional não deveria ser visto como um incômodo. Pelo contrário: é uma forma de valorizar o investimento feito pelo município, divulgar a programação, registrar a história e, naturalmente, também promover os próprios artistas que estão se apresentando.
Por isso, deixo também uma reflexão aos gestores públicos: antes de contratar qualquer atração, por maior que seja o seu sucesso, é importante considerar não apenas o cachê e a capacidade de atrair público, mas também a postura e o respeito de seus artistas e produtores com as equipes que trabalham no evento.
Vida que segue. A fotografia continua. E o respeito ao trabalho de cada profissional também deveria continuar sendo prioridade.
Embora atualmente eu faça parte da cobertura para o Instagram do prefeito, também levo esse material para a Tv Web Sertão e para as nossas redes sociais. Somando todas as plataformas, alcançamos uma média de 5 milhões de visualizações por mês. É uma divulgação que, sem dúvida, também beneficia os artistas e seus produtores.
Desde 2004, trabalho profissionalmente com fotografia. Não sei até quando continuarei nessa caminhada, mas, desde então, entra prefeito, sai prefeito, e sou eu quem vem fazendo a cobertura fotográfica dos eventos do município. Ao longo desses anos, fotografei dezenas de grandes atrações. Já registrei shows de Matruz com Leite, Limão com Mel, Flávio Leandro, Moleca 100 Vergonha, Noda de Caju, Zeca Bota Bom, Elson Vaqueiro, Forró do Muído, Mano Walter, Waldonys, Márcia Fellipe, Geraldinho Lins, Fulô de Mandacaru, Magníficos, Zé Vaqueiro, Iguinho e Lulinha, Dorgival Dantas, Cavaleiros do Forró, Raí Saia Rodada, Walkyria Santos, Nadson Ferinha, Jorge de Altinho, Mary Fernandez, Zezo, Tarcísio do Acordeon, Assisão, Flay, Juarez, Manin Vaqueiro, Léo Foguete, Caninana, Edson Lima e Gatinha Manhosa, Collo de Menina, Bonde do Brasil, Brasas do Forró, entre tantas outras atrações.
Já fotografei artistas onde o palco ficava tão apertado que mal dava espaço para se movimentar. E, justamente por isso, confesso que a situação de ontem me chamou ainda mais atenção. Durante a apresentação de Fabinho Testado, havia espaço de sobra no palco e sequer existia um cordão de isolamento.
Inicialmente, houve um processo de diálogo bastante difícil. Mesmo me apresentando como diretor-geral de imprensa do governo e como um dos responsáveis pelo Instagram do prefeito, precisei enfrentar algumas situações que considerei desnecessárias e constrangedoras até que o acesso fosse liberado. Depois de refletir, porém, fui eu mesmo quem decidiu desistir.
Não faço esse relato para criar uma polêmica, mas para registrar uma situação que considero importante. Quando uma atração é contratada pelo poder público, com recursos públicos, é preciso compreender que aquele não é um evento particular do artista ou de sua produção. Existe uma estrutura pública envolvida e, dentro dela, também existe uma equipe de comunicação que tem a responsabilidade de registrar e divulgar o evento.
O trabalho da imprensa e da comunicação institucional não deveria ser visto como um incômodo. Pelo contrário: é uma forma de valorizar o investimento feito pelo município, divulgar a programação, registrar a história e, naturalmente, também promover os próprios artistas que estão se apresentando.
Por isso, deixo também uma reflexão aos gestores públicos: antes de contratar qualquer atração, por maior que seja o seu sucesso, é importante considerar não apenas o cachê e a capacidade de atrair público, mas também a postura e o respeito de seus artistas e produtores com as equipes que trabalham no evento.
Vida que segue. A fotografia continua. E o respeito ao trabalho de cada profissional também deveria continuar sendo prioridade.


























































