
O caso envolvendo um professor da EREM Professora Rosete Bezerra de Souza, em Iguaracy, que é investigado após denúncias de suposta importunação e assédio contra estudantes adolescentes, teve novos desdobramentos.
Segundo informações, o professor compareceu à Delegacia de Polícia Civil de Iguaracy acompanhado de uma advogada. Como, até aquele momento, ele figurava como investigado e não havia mandado de prisão em aberto contra ele, não houve prisão.
Ainda conforme relatos, familiares de estudantes estiveram na delegacia e houve um princípio de tumulto envolvendo o professor. Há também relatos de que ele teria sido agredido fisicamente por familiares de uma das estudantes apontadas como possível vítima. A informação sobre a agressão, entretanto, não foi confirmada oficialmente pelas autoridades.
Também houve relatos de hostilidade contra a advogada que acompanhava o investigado. A polícia precisou intervir para garantir a segurança dela durante a ocorrência.
Diante dos relatos de agressão, a defesa teria solicitado que o professor fosse submetido a exame de corpo de delito.
Investigação - O caso está sendo apurado pela Polícia Civil. Inicialmente, as informações apontavam para três possíveis vítimas, mas as autoridades também investigam a existência de outros relatos ou registros anteriores envolvendo o professor.
De acordo com informações, a Polícia Civil realizou uma representação pela aplicação de medidas cautelares, entre elas o afastamento do investigado da função pública. A eventual determinação de afastamento caberá à Justiça.
Até o momento, não há decisão judicial definitiva sobre a responsabilidade do professor pelas acusações. O caso permanece sob investigação.
Pai de estudante manifesta indignação - A repercussão aumentou após o pai de uma das estudantes se manifestar publicamente nas redes sociais. Em seu relato, ele afirmou que a filha teria contado ter sido vítima de assédio dentro do ambiente escolar e cobrou providências da escola e das autoridades.
Também circulou uma Nota de Repúdio da turma do 2º ano C, em solidariedade à estudante, além de manifestações defendendo que eventuais outras vítimas procurem a Polícia Civil para formalizar seus relatos.
Escola Rosete afirma que adotou providências - Em nota publicada nesta terça-feira (22), a Gestão da EREM Professora Rosete Bezerra de Souza informou que tomou conhecimento dos fatos e adotou imediatamente as providências cabíveis, priorizando a proteção, a segurança e o acolhimento das estudantes.
Entre as medidas informadas estão o contato com as famílias, a escuta e o acolhimento das estudantes, a comunicação formal à Gerência Regional de Educação e a adoção de outras providências institucionais.
A escola afirmou ainda que não compactua com qualquer forma de violência, abuso, assédio ou violação dos direitos de crianças e adolescentes e que continuará acompanhando o caso junto às instâncias competentes.
Por envolver adolescentes, a gestão informou que não divulgará nomes, imagens ou informações que possam identificar as estudantes.
A direção também pediu responsabilidade à comunidade na divulgação das informações, especialmente para evitar boatos, especulações ou exposições indevidas das pessoas envolvidas. O caso continua sendo investigado pelas autoridades competentes.
Segundo informações, o professor compareceu à Delegacia de Polícia Civil de Iguaracy acompanhado de uma advogada. Como, até aquele momento, ele figurava como investigado e não havia mandado de prisão em aberto contra ele, não houve prisão.
Ainda conforme relatos, familiares de estudantes estiveram na delegacia e houve um princípio de tumulto envolvendo o professor. Há também relatos de que ele teria sido agredido fisicamente por familiares de uma das estudantes apontadas como possível vítima. A informação sobre a agressão, entretanto, não foi confirmada oficialmente pelas autoridades.
Também houve relatos de hostilidade contra a advogada que acompanhava o investigado. A polícia precisou intervir para garantir a segurança dela durante a ocorrência.
Diante dos relatos de agressão, a defesa teria solicitado que o professor fosse submetido a exame de corpo de delito.
Investigação - O caso está sendo apurado pela Polícia Civil. Inicialmente, as informações apontavam para três possíveis vítimas, mas as autoridades também investigam a existência de outros relatos ou registros anteriores envolvendo o professor.
De acordo com informações, a Polícia Civil realizou uma representação pela aplicação de medidas cautelares, entre elas o afastamento do investigado da função pública. A eventual determinação de afastamento caberá à Justiça.
Até o momento, não há decisão judicial definitiva sobre a responsabilidade do professor pelas acusações. O caso permanece sob investigação.
Pai de estudante manifesta indignação - A repercussão aumentou após o pai de uma das estudantes se manifestar publicamente nas redes sociais. Em seu relato, ele afirmou que a filha teria contado ter sido vítima de assédio dentro do ambiente escolar e cobrou providências da escola e das autoridades.
Também circulou uma Nota de Repúdio da turma do 2º ano C, em solidariedade à estudante, além de manifestações defendendo que eventuais outras vítimas procurem a Polícia Civil para formalizar seus relatos.
Escola Rosete afirma que adotou providências - Em nota publicada nesta terça-feira (22), a Gestão da EREM Professora Rosete Bezerra de Souza informou que tomou conhecimento dos fatos e adotou imediatamente as providências cabíveis, priorizando a proteção, a segurança e o acolhimento das estudantes.
Entre as medidas informadas estão o contato com as famílias, a escuta e o acolhimento das estudantes, a comunicação formal à Gerência Regional de Educação e a adoção de outras providências institucionais.
A escola afirmou ainda que não compactua com qualquer forma de violência, abuso, assédio ou violação dos direitos de crianças e adolescentes e que continuará acompanhando o caso junto às instâncias competentes.
Por envolver adolescentes, a gestão informou que não divulgará nomes, imagens ou informações que possam identificar as estudantes.
A direção também pediu responsabilidade à comunidade na divulgação das informações, especialmente para evitar boatos, especulações ou exposições indevidas das pessoas envolvidas. O caso continua sendo investigado pelas autoridades competentes.





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