
A defesa afirmou que “o atual regime de cumprimento da pena, ainda que conte com a disponibilização de equipe médica de plantão, não é capaz de assegurar acompanhamento contínuo nem resposta imediata de equipe de saúde em caso de mal súbito, ampliando significativamente o risco clínico envolvido”.
Flávio disse que seu pai vem sendo bem tratado na Papudinha, onde está preso, e que foi atendido prontamente quando passou mal, mas vê risco na falta de acompanhamento constante na prisão, principalmente durante a noite.
O último boletim médico, divulgado na 3ª feira (17.mar), diz que Bolsonaro “manteve melhora clínica e laboratorial nas últimas 24 horas, com nova queda nos marcadores inflamatórios”. O documento declara que o ex-presidente foi transferido na tarde de 2ª feira (16.mar) “para uma nova acomodação em terapia intensiva, mais adequada para o quadro clínico atual”.
Segundo Flávio, “os remédios estão fazendo efeito” e o ex-presidente está “com um aspecto melhor e comendo melhor”.
Bolsonaro está internado no Hospital DF Star desde 13 de março, depois de apresentar um mal-estar súbito por volta das 2h da manhã no 19º Batalhão da Polícia Militar, conhecido como Papudinha, onde cumpre pena de 27 anos e 3 meses em regime fechado.


