
A defesa de Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, apontado como líder da facção Primeiro Comando da Capital (PCC), afirmou que pedirá à Justiça o fim do monitoramento das conversas entre o preso e seus advogados na Penitenciária Federal de Brasília.
Os advogados citam uma decisão recente do Supremo Tribunal Federal que concedeu o mesmo direito ao banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, preso na mesma unidade.
Segundo a defesa de Marcola, o STF reconheceu que a comunicação entre advogado e cliente deve ocorrer sem gravação ou monitoramento, garantindo a inviolabilidade da relação profissional. A medida, autorizada pelo ministro André Mendonça, é considerada uma exceção às regras dos presídios federais, onde as conversas entre presos e advogados costumam ser monitoradas por razões de segurança.
Marcola está preso desde 1999 e soma condenações que ultrapassam 300 anos de prisão. Caso o pedido seja negado pela Justiça Federal, os advogados afirmam que irão recorrer ao próprio STF.
Após a decisão que beneficiou Vorcaro, outros presos ligados ao PCC também pediram à Corte a extensão do mesmo direito. (BNews)
Os advogados citam uma decisão recente do Supremo Tribunal Federal que concedeu o mesmo direito ao banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, preso na mesma unidade.
Segundo a defesa de Marcola, o STF reconheceu que a comunicação entre advogado e cliente deve ocorrer sem gravação ou monitoramento, garantindo a inviolabilidade da relação profissional. A medida, autorizada pelo ministro André Mendonça, é considerada uma exceção às regras dos presídios federais, onde as conversas entre presos e advogados costumam ser monitoradas por razões de segurança.
Marcola está preso desde 1999 e soma condenações que ultrapassam 300 anos de prisão. Caso o pedido seja negado pela Justiça Federal, os advogados afirmam que irão recorrer ao próprio STF.
Após a decisão que beneficiou Vorcaro, outros presos ligados ao PCC também pediram à Corte a extensão do mesmo direito. (BNews)


