
O prefeito do Recife, João Campos (PSB), deve anunciar nesta quinta-feira (19) a composição de sua chapa majoritária para as eleições de 2026. A definição foi consolidada após intensas articulações políticas, incluindo um acordo firmado na madrugada desta quarta-feira (18), em Brasília.
De acordo com informações de bastidores, a chapa deverá contar com Humberto Costa (PT) e Marília Arraes (PDT) como candidatos ao Senado, além de Carlos Costa ocupando a vaga de vice-governador. A decisão de Campos teria sido baseada, entre outros fatores, em pesquisas qualitativas que apontaram a importância da presença de Marília na composição.
Para viabilizar sua participação, Marília Arraes oficializa nesta quarta-feira sua filiação ao PDT, movimento estratégico que antecede sua apresentação formal como integrante da Frente Popular. Nos bastidores, pesou também a avaliação de que uma eventual candidatura fora da aliança exigiria explicações constantes sobre seu rompimento anterior com João Campos e a aproximação com a governadora Raquel Lyra (PSD).
Com a definição, a chapa encabeçada por João Campos tende a reforçar sua identidade alinhada à esquerda e ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), mirando consolidar uma base política sólida no estado.
Enquanto isso, Raquel Lyra permanece em Brasília, onde buscou articulações para atrair Marília Arraes e o ministro Silvio Costa Filho para sua base. Nos bastidores, também circula a informação de que o presidente estadual do PP, Eduardo da Fonte, não deve ser incorporado ao grupo da governadora, após ter iniciado negociações com João Campos — fato que teria motivado exonerações recentes no governo estadual.
Outro possível desdobramento da formação da chapa é o afastamento político de Miguel Coelho. Há expectativa de uma reunião entre ele e João Campos ainda nesta quinta-feira, quando o presidente do União Brasil pode anunciar a entrega de cargos que o partido ocupa atualmente na Prefeitura do Recife.
De acordo com informações de bastidores, a chapa deverá contar com Humberto Costa (PT) e Marília Arraes (PDT) como candidatos ao Senado, além de Carlos Costa ocupando a vaga de vice-governador. A decisão de Campos teria sido baseada, entre outros fatores, em pesquisas qualitativas que apontaram a importância da presença de Marília na composição.
Para viabilizar sua participação, Marília Arraes oficializa nesta quarta-feira sua filiação ao PDT, movimento estratégico que antecede sua apresentação formal como integrante da Frente Popular. Nos bastidores, pesou também a avaliação de que uma eventual candidatura fora da aliança exigiria explicações constantes sobre seu rompimento anterior com João Campos e a aproximação com a governadora Raquel Lyra (PSD).
Com a definição, a chapa encabeçada por João Campos tende a reforçar sua identidade alinhada à esquerda e ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), mirando consolidar uma base política sólida no estado.
Enquanto isso, Raquel Lyra permanece em Brasília, onde buscou articulações para atrair Marília Arraes e o ministro Silvio Costa Filho para sua base. Nos bastidores, também circula a informação de que o presidente estadual do PP, Eduardo da Fonte, não deve ser incorporado ao grupo da governadora, após ter iniciado negociações com João Campos — fato que teria motivado exonerações recentes no governo estadual.
Outro possível desdobramento da formação da chapa é o afastamento político de Miguel Coelho. Há expectativa de uma reunião entre ele e João Campos ainda nesta quinta-feira, quando o presidente do União Brasil pode anunciar a entrega de cargos que o partido ocupa atualmente na Prefeitura do Recife.


