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Inscrições para concurso da UPE foram prorrogadas; há vagas para Serra Talhada

A Universidade de Pernambuco (UPE) alterou as datas da provas do concurso, que visa preencher 388 vagas de nível superior e médio da instituição. Previstas para agosto, as avaliações vão ocorrer no dia 1º de outubro. As inscrições, que acontecem pelo site da organizadora, também foram prorrogadas e vão até o dia 31 de julho.
São 157 vagas para o cargo de analista técnico em gestão universitária, 222 para assistente técnico em gestão universitária e nove para médico, incluindo plantonista. Os salários vão de R$ 1.157,98 a R$ 7.514,74. A taxa custa R$ 100 para os cargos de analista técnico em gestão universitária e médico e de R$ 70 para o cargo de assistente técnico em gestão universitária.
As oportunidades são distribuídas entre as unidades de educação e saúde em Arcoverde, Caruaru, Petrolina, Salgueiro, Serra Talhada, Garanhuns, Zona da Mata, Região Metropolitana do Recife e no Complexo Hospitalar da Unidade, composto pelo Centro Integrado de Saúde Amaury de Medeiros (Cisam), Hospital Universitário Oswaldo Cruz (Huoc) e Pronto-Socorro Cardiológico Universitário de Pernambuco Prof. Luiz Tavares (Procape).
As vagas para analista são para administrador, analista de sistemas (infraestrutura, banco de dados, engenharia de software, web designer, desenvolvimento de web, análise de processos, segurança da informação), assistente social, bibliotecário, biólogo, biomédico, contador, dentista, enfermeiro, engenheiro, farmacêutico, fisioterapeuta, fonoaudiólogo, nutricionista, pedagogo, psicólogo, secretária executiva, terapeuta ocupacional, tradutor e técnico em radiologia.
Para o cargo de assistente técnico, são vagas para as funções de atendente de clínica odontológica, assistente administrativo, além de técnicos em administração, contabilidade, edificações, enfermagem, informática, laboratório/análises clínicas, laboratório (eletrônica, mecânica), secretariado e segurança do trabalho. Para médicos, há oportunidades na função de cardiologista pediátrico, cirurgião oncológico adulto, ginecologista e obstetra, intensivista adulto e oncologista pediátrico.
O resultado final da seleção está previsto para ser divulgado no dia 14 de novembro. (G1)

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COM 1,1%, AÉCIO VIRA CADÁVER POLÍTICO EM MINAS

Pesquisa realizada pelo instituto GPP aponta que o senador tucano, um dos mais delatados na Lava Jato, só teria 1,1% dos votos para presidente da República em seu próprio Estado; dado mostra que Aécio Neves, investigado por esquemas de corrupção em Minas e flagrado recentemente pedindo R$ 2 milhões em propina ao empresário Joesley Batista, se afundou politicamente depois de ter atuado como o principal articulador do golpe contra Dilma Rousseff, afundando o Brasil na maior crise econômica de sua história.

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Justiça defende tratamento aliado à pena a presos dependentes de crack

Por Felipe Vieira - JC Online
Filho de uma família de classe média, Paulo (nome fictício) mal lembra o dia em que foi preso, em 2014, aos 29 anos. Segundo relato da polícia, estava sem camisa, com arma na cintura, praticando pequenos assaltos em um bairro de uma capital do Nordeste. Não se preocupava sequer em ocultar o rosto ou o revólver. Roubava para suprir o avassalador vício no crack, que o consumia há pelo menos dois anos. Na prisão, tinha tudo para virar um “zumbi”, denominação para viciados que topam as mais variadas “paradas” no cárcere – incluindo matar desafetos internos de traficantes – para obter crack.
O destino de Paulo mudou quando a Justiça do Estado em que ele foi preso entendeu que os crimes foram motivados pela dependência e que parte da pena deveria ser cumprida com internamento – monitorado judicialmente – para livrar-se do vício. Paulo foi mandado para uma comunidade terapêutica privada do Grande Recife. Três anos depois, se diz livre. “Da minha pendência com a Justiça e do crack.”
Movimento nacional no sistema de justiça e segurança defende que dependentes químicos (drogas lícitas ou ilícitas) cujos crimes de menor potencial ofensivo foram praticados sob influência do vício sejam submetidos a tratamento paralelamente à pena que cumprem. Chamado de Justiça Terapêutica, prevê a análise de cada caso para possível encaminhamento via judicial, caso comprovado o alto grau de dependência.
Cerca de 70% dos detentos no sistema prisional de Pernambuco respondem pelos crimes de tráfico, roubo ou homicídio, segundo Levantamento Nacional de Informações Penitenciárias (Infopen), do Ministério da Justiça, de 2014. Não se sabe o número de usuários e dependentes. No mês passado, a Secretaria-Executiva de Ressocialização (Seres) iniciou levantamento para saber quantos reeducandos usam drogas. Segundo os defensores da Justiça Terapêutica, muitos poderiam ter chance de cura, longe da cadeia.
“Quando a pessoa atinge esse estágio, não controla mais a própria vida. E se comete delitos sob influência da doença, precisa ser encaminhada para tratamento, pois ele não existe no sistema prisional”, comenta o juiz titular da Vara de Execuções de Penas Alternativas, Flávio Fontes de Lima, que coordena o Centro de Justiça Terapêutica do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE).

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Decreto Federal dispensa cópias autenticadas e reconhecimento de firma

 
Um decreto em vigor desde a última terça-feira (18) simplifica a entrega de documentos, atestados, certidões e dispensa cópias autenticadas ou reconhecimentos de firma no serviço público.
Sancionado pelo presidente Michel Temer, o decreto tem por objetivo desburocratizar o atendimento aos cidadãos nas repartições públicas.
A principal mudança introduzida pelo decreto é a obrigação de o órgão público – em vez do próprio cidadão ou empresa – buscar noutras repartições os diferentes documentos exigidos para a prestação de um serviço.
Por exemplo: se para a emissão de uma certidão são necessários comprovantes de quitação eleitoral e da situação do contribuinte em relação ao imposto de renda, é o próprio órgão emissor da certidão que terá de obter essas informações no cartório eleitoral e na Receita Federal.
O decreto diz que, ao cidadão, bastará somente escrever uma declaração de próprio punho informando que não dispõe dos documentos exigidos.
Se a pessoa fizer uma declaração falsa, estabelece o decreto, ficará sujeita a sanções administrativas, civeis e penais.
O decreto também estabelece que cabe aos órgãos a aplicação de soluções tecnológicas, com linguagem clara, com a finalidade de simplificar o atendimento aos usuários e também melhorar as condições para o compartilhamentos das informações entre as repartições

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