Distribuidoras de energia querem dar calote e arrancar mais no bolso dos “consumidores cativos”


Diário do Poder
Insaciáveis, as distribuidoras de energia recorreram da decisão da Aneel, que lhes negou autorização para aplicar calote de R$ 5,2 bilhões referentes a novembro, no Mercado de Curto Prazo, e ainda pretendem avançar ainda mais no bolso dos “consumidores cativos” (e otários, faltou dizer).
Pretendem, que caras de pau, não pagarem mais os cerca de R$5 bilhões mensais até um mês depois da liberação dos empréstimos bilionários autorizados a contrair, a fim de serem pagos pelo cidadão.
É a segunda vez que as distribuidoras de energia foram autorizadas a contrair empréstimos para o consumidor pagar. A primeira foi em 2020.
Outra medida provisória de Bolsonaro, de dezembro de 2021, autorizou novos empréstimos semelhantes aos primeiros, de R$16,1 bilhões.
As distribuidoras insaciáveis alegam “prejuízos”, apesar de haverem passado 2021 explorando os consumidores com bandeira vermelha P2.
A parte mensal que cabe a cada “consumidor cativo”, no cativeiro das distribuidoras, está na conta de luz sob a forma de “escassez hídrica”.

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