‘Não há lugar para aventureiros’, diz presidente da Petrobras demitido por Bolsonaro


Em recado indireto ao presidente da República, Jair Bolsonaro, o presidente da Petrobras, Joaquim Silva e Luna, afirmou hoje que, passados 25 anos da abertura do setor de petróleo e gás natural, a Petrobras ainda tem dificuldade de explicar à sociedade que a companhia precisa operar como uma empresa privada, já que compete com outras petroleiras no mercado interno e internacional.
Dessa maneira, justificou Silva e Luna, a estatal não pode fazer política pública nem partidária, o que, segundo o general, “tem gente que não entende”.
Ele destacou também que as decisões na Petrobras não são monocráticas e que existem 21 órgãos de controle fiscalizando suas ações, sendo uma das empresas mais controladas do mundo, afirmou.
“Decisões tomadas são coletivas, não há lugar para aventureiros”, disse Joaquim.
Silva e Luna destacou que, pelo desempenho dentro das regras do livre mercado, a estatal recebeu no ano passado nove prêmios de conformidade e governança.

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