Enem 2022: confira o calendário oficial e saiba como se preparar para as provas

Os interessados em fazer o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) têm até o dia 21 de maio para efetuarem suas inscrições. Faltando seis meses para a aplicação da prova, que será realizada nos dias 13 e 20 de novembro, é preciso intensificar os estudos para o exame que se tornou a principal porta de entrada para o ensino superior no país. O maior desafio para os candidatos é lidar com a ansiedade e não deixar que o nervosismo atrapalhe o período de preparação.
Os especialistas em educação orientam que ter um planejamento adequado de estudos para o Enem é um fator decisivo não apenas para o bom rendimento do candidato no Exame, mas, também, para garantir um estado emocional mais seguro. “Para qualquer vestibular ou concurso, e no caso do Enem não é diferente, o mais importante em uma preparação e o que vai trazer um grande diferencial para o fera é a organização e o planejamento de seus estudos diários, garantindo um maior aprendizado e o sentimento de uma boa preparação, que evitará grande parte dos problemas emocionais como a ansiedade e o medo”, explica o supervisor pedagógico do Colégio GGE José Veiga Neto.
A criação de uma cultura de estudo diário será fundamental para que todos os conteúdos sejam estudados e revisados em tempo hábil para o Enem. Dentro do planejamento, para alcançar o objetivo de estudar todos os dias, é preciso definir os horários para início e término do tempo dedicado a cada disciplina, horários para resoluções de questões, os momentos destinados à produção textual, pensando na redação, a realização de simulados e o período reservado para revisão. A aluna Graziela Lopes, que está cursando o terceiro ano no Colégio GGE, já está em ritmo de Enem, mas não esquece de cuidar da saúde mental . “Pretendo aproveitar melhor meu tempo, ou seja, ter mais qualidade na preparação, revisando constantemente os assuntos passados e me testando. Quero também tirar mais dúvidas, além de prestar mais atenção nas minhas emoções, porque sei que influencia muito no processo de aprendizado”.
O supervisor pedagógico defende que os intervalos e as ocasiões de descontração fazem parte de um bom planejamento de estudos, justamente para preservar o emocional do aluno. “Tão importante quanto a definição dos horários a serem estudados, é fundamental a definição dos momentos de pausa – recomenda-se em torno de 10 a 15 minutos a cada hora estudada, e de lazer e, não menos importante, a preservação do sono, fator que garantirá a manutenção de todas as capacidades cognitivas para a aprendizagem”, orienta o profissional. A capacidade de gerenciamento das emoções tem sido bastante trabalhada pelo Colégio GGE que tem percebido os jovens mais ansiosos e com mais dificuldade de conseguir gerenciar bem o tempo depois da pandemia.
Dentro desse processo de retomada da normalidade, o Colégio GGE tem incentivado a disciplina consciente dos alunos para que desenvolvam a autogestão de seu aprendizado. Para isso, eles são auxiliados com projetos de orientação profissional, orientação de estudos e atividades antiestresse que abordam as emoções de maneira individualizada, envolvendo também a família, que precisa participar de perto e dar o suporte necessário em casa. “Temos um acompanhamento bem próximo, conhecendo cada detalhe do desenvolvimento pedagógico-formativo dos alunos, buscando na parceria com a família o apoio imprescindível para uma preparação integral do fera”, avalia o supervisor pedagógico.
O Colégio GGE possui três pilares em sua educação: conteúdo, formação e acompanhamento e, além de vivenciar todos os conteúdos existentes na matriz curricular do Enem com resoluções de questões, simulados e organização dos estudos diários, desenvolve projetos especiais. “O Lidera Enem é um programa de aulas baseado na resolução de questões dos conteúdos mais recorrentes do Exame. Além disso, temos o Plantão de Dúvidas, projeto onde disponibilizamos professores, em nossa sala de estudos, diariamente, para tirar as dúvidas dos alunos. Já o RediGGE é um projeto de produção textual mensal, onde as redações dos alunos são submetidas a uma banca de correção que irá corrigir os textos de acordo com as competências do Enem”, pontua José Veiga Neto.
Todo esse empenho por parte da instituição de ensino tem sido sentido pelos alunos que, antes mesmo do período de inscrições para o Enem, já vinham percebendo que o Colégio GGE intensificou os processos de ensino. “As provas estão ficando mais difíceis, pois os assuntos são cumulativos ao longo do ano, e isso vai nos deixando mais preparados. Também estão sendo aplicados com muita frequência simulados estilo Enem e SSA. Os professores também são muito prestativos e aprofundam bastante o assunto dado. Tudo isso tem sido muito positivo”, finaliza a estudante Graziela Lopes.

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