
O prefeito do Recife, João Campos (PSB), se pronunciou nesta quarta-feira (7) sobre a polêmica envolvendo um concurso público municipal e afirmou que o caso tem sido explorado como oportunismo político e eleitoral. Segundo o gestor, a situação foi indevidamente politizada e não envolve qualquer tipo de favorecimento.
De acordo com João Campos, o episódio se resume a uma disputa administrativa entre dois candidatos com deficiência. A decisão inicial reconheceu o direito de um candidato com autismo, que apresentou laudo emitido pela Justiça do Trabalho. Posteriormente, outro candidato, com deficiência física, se sentiu prejudicado e entrou com pedido de reconsideração, que foi analisado e deferido pela Procuradoria do Município.
O prefeito explicou que, diante do impasse, o caso seguirá agora para discussão na esfera judicial. “Todo esse debate se deu entre duas pessoas com deficiência. Uma decisão administrativa reconhecendo o direito de uma pessoa com autismo e outra pessoa com deficiência física que se sentiu prejudicada. Agora isso vai ser discutido na Justiça”, afirmou.
João Campos também destacou sua ligação pessoal com a pauta da inclusão, lembrando que é irmão de uma pessoa com síndrome de Down, e criticou o uso político do tema. Para ele, a causa das pessoas com deficiência não deve ser instrumentalizada em disputas eleitorais. “Eu não admito que utilizem a causa da pessoa com deficiência para atacar uma gestão”, declarou.
Para reforçar o compromisso da administração municipal, o prefeito apresentou números de sua gestão. Segundo ele, a Prefeitura do Recife já nomeou mais de 11.700 servidores por meio de concursos públicos, incluindo mais de 1.030 pessoas com deficiência e mais de 900 aprovados por cotas raciais.
João Campos ainda ressaltou que decisões administrativas envolvendo concursos, como revisões, republicações e reavaliações, fazem parte da rotina da gestão pública. Na avaliação do prefeito, o caso ganhou uma dimensão política que não condiz com sua natureza administrativa. “Foi uma disputa administrativa entre dois candidatos com deficiência que se politizou. Que essa discussão seja feita na Justiça e com respeito”, concluiu.
Opinião - Apesar das explicações apresentadas pelo prefeito, a resposta não foi bem recebida por todos. Há quem avalie que João Campos evitou aprofundar pontos centrais do caso, ao transferir a responsabilidade do desfecho para a Justiça. Para críticos, faltou maior detalhamento técnico e transparência sobre os critérios adotados pela gestão municipal no processo administrativo.
A avaliação é de que, diante da repercussão do caso e do debate público gerado, João Campos deveria se posicionar de forma mais objetiva e didática, esclarecendo todas as etapas da decisão administrativa. O episódio ganha ainda mais relevância diante das especulações e movimentações políticas que apontam o prefeito como potencial candidato ao Governo de Pernambuco, o que aumenta a expectativa por respostas mais consistentes e diretas sobre temas sensíveis à opinião pública.
De acordo com João Campos, o episódio se resume a uma disputa administrativa entre dois candidatos com deficiência. A decisão inicial reconheceu o direito de um candidato com autismo, que apresentou laudo emitido pela Justiça do Trabalho. Posteriormente, outro candidato, com deficiência física, se sentiu prejudicado e entrou com pedido de reconsideração, que foi analisado e deferido pela Procuradoria do Município.
O prefeito explicou que, diante do impasse, o caso seguirá agora para discussão na esfera judicial. “Todo esse debate se deu entre duas pessoas com deficiência. Uma decisão administrativa reconhecendo o direito de uma pessoa com autismo e outra pessoa com deficiência física que se sentiu prejudicada. Agora isso vai ser discutido na Justiça”, afirmou.
João Campos também destacou sua ligação pessoal com a pauta da inclusão, lembrando que é irmão de uma pessoa com síndrome de Down, e criticou o uso político do tema. Para ele, a causa das pessoas com deficiência não deve ser instrumentalizada em disputas eleitorais. “Eu não admito que utilizem a causa da pessoa com deficiência para atacar uma gestão”, declarou.
Para reforçar o compromisso da administração municipal, o prefeito apresentou números de sua gestão. Segundo ele, a Prefeitura do Recife já nomeou mais de 11.700 servidores por meio de concursos públicos, incluindo mais de 1.030 pessoas com deficiência e mais de 900 aprovados por cotas raciais.
João Campos ainda ressaltou que decisões administrativas envolvendo concursos, como revisões, republicações e reavaliações, fazem parte da rotina da gestão pública. Na avaliação do prefeito, o caso ganhou uma dimensão política que não condiz com sua natureza administrativa. “Foi uma disputa administrativa entre dois candidatos com deficiência que se politizou. Que essa discussão seja feita na Justiça e com respeito”, concluiu.
Opinião - Apesar das explicações apresentadas pelo prefeito, a resposta não foi bem recebida por todos. Há quem avalie que João Campos evitou aprofundar pontos centrais do caso, ao transferir a responsabilidade do desfecho para a Justiça. Para críticos, faltou maior detalhamento técnico e transparência sobre os critérios adotados pela gestão municipal no processo administrativo.
A avaliação é de que, diante da repercussão do caso e do debate público gerado, João Campos deveria se posicionar de forma mais objetiva e didática, esclarecendo todas as etapas da decisão administrativa. O episódio ganha ainda mais relevância diante das especulações e movimentações políticas que apontam o prefeito como potencial candidato ao Governo de Pernambuco, o que aumenta a expectativa por respostas mais consistentes e diretas sobre temas sensíveis à opinião pública.


