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Datafolha: Flávio Bolsonaro tem 51% dos votos válidos, contra 49% de Lula na última pesquisa antes do segundo turno

A última pesquisa Datafolha antes do segundo turno da eleição presidencial, divulgada neste sábado (24), aponta Flávio Bolsonaro (PL) com 51% das intenções de votos válidos, contra 49% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A diferença de dois pontos percentuais mantém os candidatos em empate técnico, considerando a margem de erro de dois pontos para mais ou para menos.

O levantamento foi realizado na sexta-feira (23) e neste sábado (24), na véspera da votação que definirá o próximo presidente da República. Foram entrevistados 4.050 eleitores em 124 municípios brasileiros.

Na comparação com a pesquisa anterior, divulgada na quinta-feira (22), Flávio oscilou um ponto percentual para cima, enquanto Lula oscilou um ponto para baixo. Naquela rodada, os dois candidatos apareciam com 50% dos votos válidos, considerados os números arredondados.

A diferença numérica voltou a dois pontos percentuais, mesmo patamar registrado no levantamento de 15 de outubro. Na primeira pesquisa do segundo turno, divulgada em 8 de outubro, Flávio tinha 52% dos votos válidos, contra 48% de Lula.

As oscilações entre os levantamentos estão dentro da margem de erro e não permitem afirmar que houve crescimento ou queda estatisticamente significativa de nenhum dos candidatos.

Nos votos totais, que incluem brancos, nulos e indecisos, Flávio Bolsonaro registra 48%, enquanto Lula aparece com 47%. Outros 3% dos entrevistados afirmam que votarão em branco ou anularão o voto, e 2% permanecem indecisos.

Na pesquisa anterior, Flávio tinha 47% dos votos totais e Lula, 46%. Os votos brancos e nulos somavam 5%, enquanto os indecisos representavam 2%.

Assim, os dois candidatos oscilaram um ponto percentual para cima nessa modalidade. O percentual de eleitores que pretendem votar em branco ou anular o voto caiu dois pontos, enquanto o grupo de indecisos permaneceu estável.

Um dos fatores considerados relevantes na reta final é a abstenção. No primeiro turno, realizado em 4 de outubro, 21,08% dos eleitores deixaram de comparecer às urnas.

O tema ganhou importância diante da proximidade entre os candidatos. Durante a campanha do segundo turno, as duas candidaturas realizaram mobilizações de rua e ações nas redes sociais para ampliar a participação dos eleitores na votação.

A pesquisa também foi realizada após o último debate presidencial, promovido pela TV Globo nessa sexta-feira (23), quando Lula e Flávio voltaram a confrontar propostas e trocar críticas sobre segurança pública, economia e outros temas da campanha.

O levantamento foi contratado pela Folha de S.Paulo e pela TV Globo. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-09540/2026.

Os resultados representam as intenções de voto no período das entrevistas e não constituem uma previsão do resultado das urnas neste domingo (25).

Fonte: O Globo

Quaest: Flávio Bolsonaro tem 51% e Lula 49% dos votos válidos na última pesquisa

A última pesquisa Quaest antes do segundo turno da eleição presidencial, divulgada neste sábado (24), aponta o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 51% dos votos válidos, contra 49% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A diferença de dois pontos percentuais mantém os candidatos em situação de empate técnico na véspera da votação deste domingo (25).

O resultado indica um cenário numericamente próximo ao registrado na pesquisa anterior, divulgada na quarta-feira (21). Naquela rodada, Flávio aparecia com aproximadamente 50,6% dos votos válidos, enquanto Lula registrava 49,4%. Arredondados para números inteiros, os percentuais também correspondiam a 51% e 49%.

A diferença entre os candidatos permanece dentro da margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Os resultados não permitem afirmar que exista uma vantagem estatisticamente consolidada para qualquer uma das candidaturas.

Na pesquisa anterior, considerando os votos totais, Flávio tinha 45% das intenções de voto e Lula, 44%. Outros 9% declaravam voto branco, nulo ou que não compareceriam à votação, enquanto 2% permaneciam indecisos.

A rejeição aos candidatos também havia sido medida naquela rodada. Flávio registrava 52%, contra 47% de Lula. Os percentuais representavam uma redução em relação ao levantamento de 14 de outubro, quando a rejeição era de 54% ao senador e 53% ao presidente.

A nova pesquisa foi contratada pelo Grupo Globo e ouviu 3.702 eleitores, com entrevistas previstas para os dias 23 e 24 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-09158/2026.

Os percentuais da última pesquisa representam as intenções de voto dos entrevistados e não constituem uma previsão do resultado da votação.

Fonte: O Globo


Gerp: Flávio tem 52% e Lula 48% dos votos válidos

Pesquisa Gerp divulgada neste sábado (24), véspera do segundo turno presidencial, aponta Flávio Bolsonaro (PL) com 52% dos votos válidos, contra 48% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A diferença de quatro pontos percentuais é classificada pelo instituto como empate técnico, considerando a margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. — Via Nill Júnior

O resultado representa uma redução da diferença numérica entre os candidatos em relação à pesquisa anterior, divulgada na quarta-feira (21). Naquela rodada, Flávio registrava 53% dos votos válidos, enquanto Lula aparecia com 47%.

Na comparação, o senador oscilou um ponto percentual para baixo, enquanto o presidente oscilou um ponto para cima. A distância entre os dois passou de seis para quatro pontos percentuais. As variações estão dentro da margem de erro e não permitem afirmar que houve mudança estatisticamente significativa nas intenções de voto.

Nos votos totais, que incluem os entrevistados que não escolheram nenhum candidato ou não souberam responder, Flávio Bolsonaro aparece com 49%, contra 46% de Lula. Outros 3% não souberam ou não responderam, enquanto 1% declarou que não votaria em nenhum dos candidatos.

Na pesquisa anterior, Flávio tinha 50% dos votos totais e Lula, 45%. Assim, o candidato do PL oscilou um ponto percentual para baixo, enquanto o presidente apresentou oscilação positiva de um ponto.

No cenário espontâneo, quando os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, Flávio registra 47% das intenções de voto, contra 44% de Lula. Outros 8% não souberam responder e 1% mencionou outros nomes.

O levantamento também apresenta diferenças regionais no comportamento do eleitorado. No Nordeste, Lula aparece com 60% dos votos válidos, contra 40% de Flávio Bolsonaro. Segundo o instituto, a diferença é estatisticamente significativa.

O cenário se inverte no Centro-Oeste, onde Flávio registra 71% e Lula, 29%, e no Sul, com 65% para o senador e 35% para o presidente. Nessas duas regiões, as diferenças também são consideradas estatisticamente significativas pela Gerp.

No Sudeste, maior colégio eleitoral do país, Flávio tem 51% e Lula, 49%. No Norte, os percentuais são de 56% para o candidato do PL e 44% para o petista. O instituto aponta empate técnico nas duas regiões, consideradas as respectivas margens de erro.

Entre os homens, Flávio registra 56% dos votos totais, contra 40% de Lula. Já entre as mulheres, o presidente aparece com 50%, enquanto o senador tem 43%.

No recorte por renda familiar, Lula registra 61% das intenções de voto entre os entrevistados que recebem até um salário mínimo, contra 32% de Flávio. Entre aqueles com renda de dois a cinco salários mínimos, Flávio aparece com 53% e Lula, com 44%.

A pesquisa também investigou a rejeição aos candidatos. Lula é rejeitado por 48% dos entrevistados, enquanto Flávio Bolsonaro registra 45%. A diferença de três pontos percentuais configura empate técnico nesse indicador.

Outros 2% afirmaram que não votariam em nenhum dos dois candidatos, enquanto 2% disseram que poderiam votar em qualquer um deles. Os que não souberam responder representam 3%.

O Instituto Gerp Mercadologia entrevistou 2.400 eleitores por telefone, entre os dias 22 e 24 de outubro, em todas as unidades da Federação. O levantamento foi financiado com recursos próprios do instituto.

A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95,55%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-09327/2026.

A rodada anterior, divulgada em 21 de outubro, também ouviu 2.400 eleitores, entre os dias 19 e 21, e foi registrada sob o número BR-03835/2026.

Marca da rejeição será fardo a ser carregado pelo vencedor da corrida ao Palácio do Planalto

Entre os milhões de brasileiros que irão às urnas no segundo turno, há um grupo expressivo de eleitores que vai escolher o próximo presidente da República sem levar muito em conta virtudes, afinidades ideológicas, promessas de campanha ou propostas de governo do candidato. O voto será usado como arma para impedir a vitória do oponente. De modo simplificado, muitos eleitores que votaram no senador Flávio Bolsonaro no primeiro turno foram impulsionados pelo desejo de evitar a vitória de Lula, e vice-versa. Pesquisa divulgada na quarta-feira 21, pela Quaest, confirma essa tendência. — VEJA. 
 
A quatro dias do pleito, 52% dos eleitores afirmaram que não votariam de jeito nenhum no candidato do PL, enquanto 47% disseram o mesmo em relação ao candidato do PT. Os dois presidenciáveis, portanto, chegam à reta final empatados tecnicamente dentro da margem de erro e com altos índices de rejeição. Esse cenário, se confirmado, indica que, além de uma disputa acirrada, o vencedor subirá a rampa do Palácio do Planalto em janeiro graças a uma leva de apoiadores circunstanciais.

Segundo especialistas, uma campanha em que os candidatos têm como principal ativo e cabo eleitoral o repúdio ao adversário é prenúncio de uma tensão crônica, independentemente de quem vencer. Essa já tem sido, aliás, a característica do processo político no país nos últimos doze anos, com uma sequência de eleições presidenciais polarizadas. Em 2014, 3,5 milhões de votos separaram Dilma Rousseff (PT) de Aécio Neves (PSDB) no segundo turno, dando novo mandato à petista, que seria apeada do Planalto por um processo de impeachment em 2016. 
 
Em 2018, o pleito foi marcado pela prisão de Lula, pela escolha de Fernando Haddad para substituí-lo na urna e pelo ataque a faca contra Jair Bolsonaro. Já em 2022, Lula apresentou-se como o candidato de uma frente ampla em defesa da democracia e transformou o capitão reformado no primeiro presidente desde a redemocratização a perder a reeleição. No oitavo dia de seu novo mandato, milhares de apoiadores de Bolsonaro atacaram as sedes dos Três Poderes em Brasília, ao levar a um julgamento que condenou o ex-mandatário a mais de 27 anos de cadeia por tentativa de golpe de Estado.

Ao iniciar o atual governo com o slogan “União e reconstrução”, Lula tentou vender a ideia de que trabalharia para pacificar a sociedade, um discurso que serviu apenas para capturar o grupo que não votaria de jeito nenhum em Jair Bolsonaro. Não veio nem a união nem a reconstrução. Resultado: parte relevante desses apoiadores circunstanciais, ao perceber o estelionato, mudou rapidamente de posição, está na raiz da alta taxa de desaprovação do governo e hoje não vota de jeito nenhum no petista, realimentando um ciclo vicioso que só faz mal ao país. 

Flávio x Lula: crise fiscal e peso das promessas são alguns dos dilemas do futuro presidente

Nunca foi tão difícil vencer uma eleição presidencial. Os dois candidatos finalistas passaram ao segundo turno com uma pequena diferença entre eles: 2,2 milhões de votos ou 1,8 ponto percentual, o menor índice registrado desde a redemocratização. Os dois candidatos são rejeitados por cerca de metade do eleitorado. E os dois candidatos, por partilhar do mesmo pecado de atacar muito e propor pouco, também não conseguiram cultivar apoios consistentes no eleitorado independente, considerado o fiel da balança na votação. — Por Hugo Marques/VEJA

Pesquisa Quaest divulgada na quarta-feira (21), mostrou que as intenções de voto espontâneas no presidente Lula e no senador Flávio Bolsonaro caíram dentro da margem de erro, com ambos marcando 40%, enquanto a fatia dos indecisos duplicou de 7% para 14%. A disputa continua aberta e poderá ser definida no photochart, com uma vantagem apertada para o vencedor. Em 5 de janeiro, o eleito assumirá um país repleto de problemas, cindido e ansioso por soluções. No exercício do mandato, ele provavelmente perceberá que governar, muitas vezes, pode ser bem mais complicado do que ganhar uma eleição.

Um dos desafios do futuro presidente será lidar com uma sociedade dividida e refém da chamada polarização afetiva, na qual os principais grupos políticos não se consideram apenas adversários, mas se tratam como inimigos a ser aniquilados. Não há diálogo entre as partes, tal qual havia entre petistas e tucanos no passado. Mesmo gestos mínimos de civilidade, como um cumprimento dos postulantes à Presidência diante das câmeras de televisão, foram deixados de lado. E nada indica que haverá mudança nesse quadro. Em 2022, Lula derrotou Jair Bolsonaro com a ajuda de uma frente ampla, consolidada a partir do convite a Geraldo Alckmin, ex-PSDB, a quem derrotou em 2006, para que fosse o vice de sua chapa. De volta ao Planalto e honrando a tradição hegemônica do PT, abandonou o conceito de frente ampla.

Já Flávio Bolsonaro até tentou posar de conciliador no início da campanha, mas logo abandonou o figurino. O senador já deixou claro que defenderá iniciativas que dividem a sociedade. Ele declarou, por exemplo, que livrará da prisão seu pai, Jair Bolsonaro, a tempo de o capitão lhe colocar a faixa presidencial no dia da posse, caso, obviamente, vença o segundo turno. O Zero Um e a bancada de senadores do PL também querem dar prioridade à votação de pedidos de impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

Na mesma toada, o deputado cassado Eduardo Bolsonaro, o Zero Três, avisou que, se o irmão dele se tornar presidente, promoverá uma caça às bruxas no Itamaraty contra diplomatas que supostamente boicotaram o governo do pai. Há a possibilidade de tentativas de revanches, que podem interditar ou atrapalhar a tramitação de propostas de interesse do país. “O ideal seria que o governo começasse com uma grande conversação nacional. Só se reconecta um país dividido com uma postura equilibrada, madura, com ações corajosas para consolidar as bases institucionais, política e econômica”, diz Michel Temer. “Sem viés ideológico, com viés de pacificação”, completa o ex-presidente.

Restabelecer canais de diálogo e baixar a fervura da disputa política será fundamental para que o presidente eleito tenha chance de encaminhar soluções para o maior desafio econômico do país: o desarranjo das contas públicas. Desde o início do terceiro mandato de Lula, a dívida brasileira saltou de 72% para 83% do PIB. O crescimento desordenado dos gastos tem impactado de forma negativa as taxas de juros, sufocando financeiramente famílias e empresas. 

Diante desse cenário, formou-se um consenso de que algum ajuste fiscal terá de ser feito, sob pena de o próximo governo não ter recursos para bancar programas sociais, investimentos e até o custeio da máquina pública. As equipes técnicas de Lula e Flávio Bolsonaro divergem sobre o receituário a ser adotado, a intensidade das medidas e o horizonte de implantação destas, enquanto os candidatos fogem do assunto, já que falar em cortes durante a campanha significaria perder votos. Na sua tentativa de virar o jogo, Lula tem pegado carona na promessa de Flávio Bolsonaro de promover um “tesouraço” para dizer que o oponente cortará programas sociais, como o Bolsa Família.

De camisetas a celular na cabine: o que pode e o que não pode no dia da votação

Neste domingo (25), ocorre o segundo turno das eleições presidenciais. Em outros cinco estados e no Distrito Federal, a população escolhe também seus governadores. Com a aproximação do dia da votação, vale relembrar as regras da Justiça Eleitoral para manifestações políticas, vestimentas e comportamentos que devem ser evitados durante a realização do pleito.

Confira itens e práticas permitidos ou vetados durante a votação.

A Justiça Eleitoral permite que os eleitores manifestem suas preferências políticas de forma individual e silenciosa e autoriza o uso de bandeiras, broches, camisetas, dísticos e adesivos. Dessa forma, os votantes podem usar trajes com as cores de suas preferências.

No entanto, as manifestações coletivas e ruidosas, com aglomeração de pessoas padronizadas e/ou uso de instrumentos de propaganda, estão proibidas.

Distribuição de material de campanha, pedido de voto ou aliciamento de eleitores também estão vetados, sendo considerados boca de urna.

Cola eleitoral e celular na cabine

Eleitores podem levar uma colinha com o número de urna de seus candidatos para facilitar o processo de votação. Esse lembrete deve ser em papel; celulares não são permitidos.

A Justiça Eleitoral não permite que eleitores entrem na cabine de votação com celulares, máquinas fotográficas, filmadoras e outros equipamentos que permitam o registro do voto.

Os aparelhos devem ser deixados em uma mesa ao lado da cabine de votação.

O dia da votação

O período de votação segue o horário de Brasília, iniciando às 8h e finalizando às 17h. Após esse horário, apenas as pessoas que estiverem na fila poderão votar. — Estadão

Apoios e neutralidade: os possíveis rumos dos 9 milhões de votos da 3ª via

Os candidatos à Presidência da 3ª via, Augusto Cury (Avante), Renan Santos (Missão), Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo), receberam mais de 9 milhões de votos, cerca de 7,58% do eleitorado. Às vésperas do 2º turno entre Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT), os presidenciáveis ainda tentam converter o eleitor de fora da polarização e buscam votos. — Metrópoles

Entre as vias alternativas, Caiado e Zema manifestaram apoio a Flávio logo após o primeiro turno, enquanto Cury declarou voto na candidatura do senador semanas depois, afirmando que foi “exigente” e cobrou do candidato “compromisso de governar sem ódio e sem vingança”.

Por outro lado, Renan Santos (Missão), manteve linha de neutralidade formal ao liberar a bancada da sigla e os eleitores para votarem conforme as próprias convicções. Conforme revelou o Metrópoles, Renan sequer deve sair para votar neste domingo (25).

Apesar do apoio majoritário ao filho 01 de Jair Bolsonaro, a migração real do eleitor da 3ª via se dividiu, aponta a pesquisa da Quaest e especialistas ouvidos pelo Metrópoles.

Eleitor da 3ª via rejeita “alinhamento automático”

Embora Cury, Renan, Caiado e Zema se posicionem com ideais de direita/liberais, o Cientista Político Leandro Gabiati explica que os eleitores da 3ª via rejeitam um “alinhamento automático” ao espectro ideológico, no caso, o qual Flávio também diz pertencer.

“Parte desse eleitorado tem uma identidade mais próxima da direita, enquanto outra parte procurou justamente uma alternativa à polarização entre Lula e Flávio. Portanto, não existe uma transferência mecânica desses votos para Flávio, mas ainda consegue captar ao menos 40% deles”, afirmou.

Outro exemplo que indica a autonomia e a recusa de seguir cegamente a orientação do candidato da terceira via, é o eleitorado de Augusto Cury.

Segundo a Quaest, ao menos 48% dos eleitores do escritor podem migrar para Lula, em razão do político ter se posicionado como alternativa à polarização e discurso menos ideológico.

“No caso de Cury, parte do seu eleitorado parece ter escolhido um candidato que se apresentou como alternativa à polarização, com um discurso menos ideológico. Quando essa opção de alternativa desaparece no segundo turno, o eleitor passa a considerar outros critérios, como rejeição, avaliação dos candidatos e expectativas sobre o próximo governo”, afirmou.

Bloco de 33 milhões de ausentes não é fácil de ser captado

A abstenção no 1º turno das eleições atingiu 21,8% do eleitorado apto a votar (cerca de 33,4 milhões de ausentes). O número é um recorde histórico no Brasil ao apresentar o maior índice de abstenções desde 1998.

Conforme Gabiati, o bloco de ausentes não é um eleitorado fácil de ser capturado. Diferente de eleitores da 3ª via, que se dispuseram a votar no 1º turno, o grupo de abstencionistas enfrentam diversos fatores que o fizeram não votar.

“A abstenção envolve fatores diversos, como dificuldades de deslocamento, mudança sem transferência do domicílio eleitoral, estado de saúde, ou ainda desinteresse e insatisfação com a política. Por isso, não podemos considerar os 33 milhões de ausentes como um bloco de eleitores disponíveis”, declarou.

No entanto, o especialista pontua que uma parte destes ausentes, indecisos, podem ser convencidos e que as campanhas devem tentar convencê-lo com estratégias específicas, sem radicalismo e com clareza ao passar a importância de votar.

O recuo do grupo de Alexandre de Moraes após derrota no 1º turno

No segundo turno, o protagonismo de alguns ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) demonstrado no primeiro turno, simplesmente se esvaiu. 

Ficaram totalmente encolhidos e passaram a respeitar as decisões da corte eleitoral. O baque com a vitória parcial de Flávio Bolsonaro foi enorme, gigantesco, mas um outro fator foi decisivo.

Eis o que diz Malu Gaspar sobre isso:


“O grupo de Alexandre de Moraes em particular, optou por uma postura de cautela e autocontenção após o resultado do primeiro turno, marcado pela eleição de uma forte bancada pró-impeachment de integrantes do STF, formada por ao menos 49 senadores.

Uma das principais bandeiras dessa tropa de choque conservadora no Senado é a cassação de Moraes, o que deve ser um dos principais tópicos nos trabalhos da Casa no início do ano que vem. Para a abertura de um processo nesse sentido, algo inédito na história do país, são necessários 54 votos.

‘Eles [os ministros do STF] perceberam que as intervenções estavam saindo pela culatra’, afirma um interlocutor de Moraes ouvido reservadamente pelo blog, que define o resultado do primeiro turno como um ‘massacre’.

Entre as decisões tomadas pela Corte que tiveram impacto sobre o primeiro turno estiveram a inclusão do candidato Renan Santos (Missão) no primeiro debate da Globo (que acabou cancelado), a disseminação de fake news sobre Nossa Senhora Aparecida e o aval ao reajuste no valor do Bolsa Família.”

E prossegue a jornalista
:

“O grupo de Moraes não apenas foi confrontado com o resultado da eleição no Senado, mas sofreu reveses nos estados em que tomou decisões que interferiram no andamento do pleito. Foi o que ocorreu nas disputas pelos governos do Rio e de Roraima, marcadas pela judicialização e manobras internas do STF.

No caso fluminense, o STF agiu para impedir que o presidente da Assembleia Legislativa do Rio, Douglas Ruas (PL-RJ), disputasse as eleições ocupando interinamente o Palácio Guanabara e com o controle da máquina estatal. Apesar da intervenção da Corte, Ruas foi eleito já no primeiro turno.”

Em suma: Bateu o medo. 
— Jornal da Cidade Online


Flávio acena para Raquel Lyra ao falar do Nordeste no debate da TV Globo

O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) fez um aceno à governadora reeleita de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), durante o debate da TV Globo, nesta sexta-feira (23). Ao falar sobre o Nordeste, o senador afirmou que, caso seja eleito, pretende trabalhar em parceria com governadores de diferentes partidos, incluindo aqueles que não integram seu grupo político. — Por Vinícius Sales

“Eu vou ser presidente do Brasil. Vou governar inclusive para você. Eu vou governar para o Nordeste, vou governar inclusive em parceria com os governadores que não são aliados meus políticos”, afirmou Flávio, dirigindo-se ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Na sequência, o candidato mencionou Pernambuco e destacou a possibilidade de uma parceria com Raquel Lyra para enfrentar problemas relacionados à segurança pública e à infraestrutura do estado.

“Eu já dei o exemplo aqui de Pernambuco. Vai ser uma grande honra sentar com a governadora Raquel Lyra para ajudar os nossos irmãos pernambucanos, junto com a governadora, a combater o crime organizado e levar as obras que precisam para lá”, declarou.

A declaração ocorre na reta final da campanha presidencial, em meio às movimentações políticas em torno do posicionamento de Raquel Lyra no segundo turno. A governadora optou pela neutralidade na disputa entre Lula e Flávio, apesar das articulações de aliados do presidente em busca de seu apoio.

Durante o debate, Flávio também rebateu críticas de Lula sobre a atuação de governos anteriores no Nordeste. O senador citou as obras da transposição do Rio São Francisco e atribuiu ao governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) a conclusão de etapas do empreendimento.

“Você prometeu entregar a transposição do Rio São Francisco até 2009 e não entregou. Depois prometeu entregar até 2014 e também não entregou. Sabe quem levou, quem concluiu as obras e fez finalmente chegar água até o Nordeste? Jair Messias Bolsonaro”, afirmou.

A transposição do São Francisco atravessou diferentes governos, com obras iniciadas durante a gestão Lula e entregas realizadas também nas administrações seguintes.

Presidente diz que regulamentará redes sociais “doa a quem doer”

Durante entrevista ao SBT, o presidente Lula (PT) afirmou que pretende avançar na regulamentação das redes sociais no Brasil e declarou que a medida será adotada “doa a quem doer”.

Lula argumentou que a proposta não representa censura, mas a criação de regras para as plataformas digitais. Segundo o presidente, as leis aplicadas à vida real também devem valer no ambiente virtual.

A regulamentação das grandes empresas de tecnologia, as chamadas big techs, integra a agenda do governo federal. Lula também criticou a disseminação de informações falsas e defendeu que as redes não estimulem o ódio. — BG

Datafolha: 8 em cada 10 brasileiros apoiam a redução da maioridade penal

Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (17) mostra que oito em cada dez brasileiros são favoráveis a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos. Em comparação ao levantamento anterior, os números da pesquisa mostram uma estabilidade e que a medida tem o respaldo da maioria em todos os segmentos sociais.

Entre os eleitores de Flávio Bolsonaro (PL), o apoio à mudança no Código Penal é de 89% e alcança 70% entre os apoiadores do atual presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Apesar do apoio maciço na população, 26% dos jovens entre 16 e 24 anos são contra a redução da maioridade penal. Entre as pessoas mais qualificadas, que possuem ensino superior, o percentual de contrariedade é de 22%.

O tema ganhou repercussão na reta final do segundo turno após Lula defender a punição para crimes hediondos aos 16 anos. O candidato do PL propõe o endurecimento das penas de forma geral. — BNews

Turismo internacional cresce em Pernambuco e aumenta demanda por hotelaria e alimentação

Pernambuco recebeu 116.773 visitantes internacionais entre janeiro e setembro de 2026, um aumento de 65% em relação ao mesmo período do ano passado, segundo do Ministério do Turismo, em parceria com a Embratur. No Aeroporto Internacional do Recife, a movimentação chegou a 6 milhões de passageiros entre janeiro e agosto, o maior volume entre os terminais do Nordeste, segundo estudo da Empetur. — JC

O crescimento do fluxo turístico amplia a demanda por serviços de hospedagem, alimentação, transporte e comércio. De olho em reunir esses setores, a HFN – Hotel & Food Nordeste realiza uma feira em paralelo com a Super Mix 2026 nos dias 4 a 6 de novembro, no Pernambuco Centro de Convenções, em Olinda. A expectativa é que a feira reúna mais de 1.500 marcas e 32 mil visitantes.

O aumento do fluxo de visitantes cria oportunidades para hotéis, pousadas, bares, restaurantes, padarias e empresas fornecedoras de equipamentos e serviços. A HFN terá expositores de segmentos como alimentos e bebidas, mobiliário, tecnologia, softwares e soluções para gestão e operação dos negócios.

O turismo de negócios está entre as frentes de atuação do setor em Pernambuco, segundo o presidente da Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur), Eduardo Loyo. Ele diz que há estrutura disponível no estado para receber eventos e a possibilidade de que os participantes conheçam o destino e retornem em outras ocasiões.

“O turismo de negócios é um dos pilares do turismo em Pernambuco, e temos toda a estrutura para receber esse público. É muito bom ver uma feira como essa acontecendo aqui, ainda mais falando de gastronomia, que é um dos nossos maiores ativos turísticos”, declara.


Laylla tira molde do capacete de R$ 15 mil; campanha arrecadou R$ 6.826,49 e família pede ajuda para completar valor

A pequena Laylla, de apenas 7 meses, moradora de Iguaracy, no Sertão de Pernambuco, precisa da solidariedade de todos para avançar em seu tratamento. Nesta quinta-feira, a bebê foi tirar o molde da órtese craniana, conhecida como capacete ortopédico, equipamento necessário para ajudar na correção de uma assimetria no crânio.

A campanha já chegou ao 17º dia e arrecadou R$ 6.826,49, mas ainda falta muito para alcançar os R$ 15 mil necessários para comprar o equipamento.

A família faz um apelo à população de Iguaracy e de toda a região: não deixe essa corrente de solidariedade parar! Cada contribuição, mesmo que seja de R$ 5, pode ajudar Laylla a chegar mais perto de conseguir o capacete de que precisa.

Se você não puder contribuir financeiramente, faça a sua parte compartilhando esta campanha nos grupos de WhatsApp e nas redes sociais. Uma simples publicação pode chegar a alguém disposto a ajudar e fazer toda a diferença nessa caminhada.

Laylla tem apenas 7 meses de vida e precisa da nossa união. Vamos transformar solidariedade em ajuda concreta! ❤️

📲 PIX: 02247516467
👤 Titular: Maria da Conceição S. Melo

Doe o que puder. Compartilhe. Ajude Laylla! 🙏

Urgente: Governo Lula envia WhatsApp informando votação de aposentados como prova de vida às vésperas do 2º turno

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está enviando mensagens pelo WhatsApp para informar beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que o voto nas eleições pode ser utilizado como prova de vida. Tudo leva a crê, pelo que vem adotando a coordenação de campanha petista, que a apelação eleitoral em busca de votos tem usado todos os tipos de artimanhas. Os disparos ocorreram na semana do segundo turno da eleição presidencial, marcado para domingo (25).

As mensagens são enviadas pelo perfil oficial Gov.BR e informam que a participação nas eleições pode atualizar automaticamente a comprovação de vida dos beneficiários da Previdência Social. A comunicação foi disparada na noite da quarta-feira (21).

O assunto entrou na disputa eleitoral após a campanha de Flávio Bolsonaro (PL) acionar o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para tentar suspender o envio de mensagens sobre programas sociais e serviços públicos, incluindo a prova de vida do INSS.

O entendimento da campanha é de que o envio das mensagens também pode funcionar como um estímulo à participação eleitoral dos idosos, especialmente daqueles com mais de 70 anos, para quem o voto é facultativo. Ao associar o comparecimento às urnas à atualização da prova de vida do INSS, a comunicação do governo pode incentivar esse público a votar no segundo turno.

Para a surpresa de todos, o ministro Ricardo Villas Bôas Cueva negou o pedido. Na avaliação do magistrado, as mensagens têm caráter informativo, não mencionam candidatos nem apresentam pedidos de voto. A decisão também considerou que a suspensão poderia impedir o acesso da população a informações relevantes sobre serviços públicos.

Como funciona a prova de vida

A prova de vida é um procedimento utilizado para confirmar que o beneficiário continua vivo e evitar pagamentos indevidos. Atualmente, o INSS faz a verificação prioritariamente por meio do cruzamento de dados de diferentes bases governamentais.

A votação nas eleições é uma das atividades que podem ser consideradas nesse processo. Desde 2022, o procedimento prevê o uso de registros eleitorais para a comprovação de vida.

Os beneficiários que não forem identificados automaticamente podem receber notificações pelo WhatsApp oficial do Governo do Brasil e pela caixa postal do aplicativo Gov.br.

Também é possível consultar a situação pelo Meu INSS ou pela Central 135.

ENGODO: Lula não apresenta sigilos ao TSE, mas campanha posa para foto como se promessa tivesse sido cumprida, denuncia Deltan Dallagnol

A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a ser alvo de críticas após a apresentação de documentos ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Apesar da promessa de entregar informações protegidas por sigilo fiscal e bancário do presidente, de seus familiares e de empresas ligadas à família, os documentos apresentados não continham os dados prometidos, segundo denúncia de Deltan Dallagnol.

Deltan afirmou que examinou as 224 páginas protocoladas pela equipe de Lula e não encontrou nenhum documento fiscal ou bancário do presidente. Segundo ele, o material era composto por notícias de imprensa e acusações contra Flávio Bolsonaro (PL).

A equipe petista chegou a divulgar fotografias de um volumoso conjunto de documentos encadernados, dando a entender que os sigilos haviam sido apresentados. Entretanto, conforme a análise de Deltan, a petição tinha apenas quatro páginas, acompanhadas de um extenso material direcionado ao adversário político.

“Eu passei todas aqui e não tem um documento fiscal e bancário do Lula pra gente analisar”, afirmou Deltan, que classificou o episódio como uma promessa descumprida.

Entre as informações cobradas estão os sigilos de Lulinha, da primeira-dama Janja, do Instituto Lula e de empresas ligadas à família presidencial, além de registros relacionados ao empresário Daniel Vorcaro, do Banco Master.

Deltan também destacou que a defesa de Flávio Bolsonaro e da empresa Alcasar já havia apresentado manifestação autorizando o levantamento dos sigilos fiscal e bancário da empresa.

O episódio aumenta a pressão sobre Lula na reta final da eleição presidencial. Enquanto sua campanha apresentou centenas de páginas com acusações contra Flávio Bolsonaro, os documentos bancários e fiscais prometidos continuam sem aparecer no material examinado por Deltan. — É o mundo

Campanha de Flávio vai abrir sigilos exigidos por Lula: "Desafio aceito". Veja

A campanha do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) afirmou nesta quinta-feira (22/10) que vai apresentar os documentos e informações solicitados pela campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no embate sobre a abertura de sigilos.

“O desafio foi aceito”, declarou a advogada Maria Claudia Bucchianeri, ao dizer que a entrega será feita após a equipe verificar se Lula cumpriu o que prometeu.

Segundo a advogada, Flávio pretende fornecer tudo o que foi solicitado pela campanha petista, sem ressalvas. Ela, no entanto, condicionou a apresentação à conferência dos documentos que devem ser entregues pelo presidente. Questionada, afirmou que a equipe já tem o material e que a entrega poderá ocorrer imediatamente após a análise.

A discussão envolve a abertura de informações sigilosas dos dois candidatos e a cobrança por transparência durante a campanha eleitoral, a três dias do segundo turno.  — Informações do Metrópoles

Bloquinho do 22 em apoio a Flávio Bolsonaro reúne grande multidão no Recife, na noite desta quinta (22)

Uma multidão de apoiadores de Flávio Bolsonaro (PL) participou, na noite desta quinta-feira (22), do “Bloquinho do 22”, ato político realizado no Recife em apoio à candidatura do senador à Presidência da República. Segundo a organização, o evento reuniu mais de 100 mil pessoas.

A mobilização ocupou áreas da Avenida Boa Viagem e do Parque Dona Lindu, na Zona Sul da capital pernambucana. Imagens divulgadas nas redes sociais mostram uma grande concentração de participantes vestidos de verde e amarelo, com bandeiras do Brasil e manifestações de apoio ao candidato.

O evento contou com a presença do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), uma das principais lideranças da mobilização, além de representantes da direita nacional e pernambucana.

Durante seu discurso, Nikolas destacou a participação popular no Nordeste e fez críticas a adversários políticos. “Tentaram calar o Nordeste, mas nem petista, nem artista, nem ninguém vai calar o Nordeste. Porque o Nordeste acordou”, afirmou.

O deputado federal Mendonça Filho (União Brasil), ex-ministro e coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro em Pernambuco, também ressaltou a mobilização e a articulação política da direita no estado. “Que dia histórico para Pernambuco. Foi lindo o que nós da direita conseguimos hoje. Mostramos que Direita se cria aqui e se multiplica. Nikolas é um piá arretado”, declarou.

Entre os demais participantes estavam Lucas Pavanato, Jeffrey Chiquini, Zé Trovão, Medina, Gilson Machado Neto, Gilson Filho, Alberto Feitosa, Clarissa Tércio, Renato Antunes, Isabel Urquiza, Anderson Ferreira, André Ferreira, Abimael Santos, Técio Teles e Carlos Sant’Anna.

O ato integra a agenda de mobilizações em apoio a Flávio Bolsonaro em Pernambuco, com previsão de carreatas e manifestações políticas em diferentes municípios do estado até a véspera da eleição. A movimentação ocorre em meio à disputa presidencial com Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com o Nordeste no centro das articulações eleitorais.

Veja vídeos com as imagens:
1 - https://www.instagram.com/p/De0qeQ5gXTt/
2 - https://www.instagram.com/p/De0dvvyufkv/

Priscila Krause é a candidata de Raquel para tomar Prefeitura do Recife do PSB

A vice-governadora Priscila Krause (PSD) é a bola da vez para a Prefeitura do Recife. Ex-vereadora por três mandatos, ela é o plano único da governadora Raquel Lyra (PSD) para a capital daqui a dois anos. A classe política percebeu os sinais emitidos pela gestora recém-reeleita durante confraternização com aliados nesta semana. — Ricardo Antunes

Nas articulações para a disputa deste ano, Raquel chegou a abrir negociações com aliados para a retirada de Priscila de sua chapa. Ela voltou atrás no movimento após forte repercussão negativa, assegurando que o espaço da vice era inegociável. Desde então, ambas mantiveram a unidade e garantiram a reeleição em primeiro turno, no último dia 4.

Priscila surge como nome para disputar contra o desconhecido prefeito Victor Marques (PCdoB), ungido como vice de João Campos (PSB), adversário defenestrado por Raquel nas urnas. A governadora, inclusive, perdeu a disputa no Recife para o socialista por apenas 36 mil votos, quando se esperava uma vantagem mais larga.

João Campos apostava na capital pernambucana, seu reduto, onde foi prefeito por cinco anos, como mola propulsora de sua eleição, mas se deu muito mal. A curta margem foi revertida no interior, o que permitiu a Raquel uma vitória por mais de 440 mil votos de diferença.

A gestora adquiriu capital para bancar um nome à Prefeitura do Recife, que será o de Priscila. No entanto, não é uma disputa fácil. Há dois anos, Raquel ungiu Daniel Coelho, que vinha de duas derrotas no Recife (2012 e 2016) e de uma derrota na disputa para deputado federal (2022). Daniel, que neste ano foi novamente derrotado na disputa pela Câmara Federal, obteve apenas 3,2% dos votos no Recife em 2024, ficando em quarto lugar.

Naquela ocasião, João Campos se reelegeu com 78% dos votos, cacifando-se para a disputa estadual, na qual sucumbiu à planície política.

Priscila disputou no Recife contra o próprio Daniel em 2016. Pelo extinto DEM, ela ficou em quarto lugar, com 5%, e ele em terceiro, com 18%, pelo PSDB. Juntos, teriam ido ao segundo turno.

Naquele ano, a disputa ficou entre o reeleito Geraldo Júlio (PSB), hoje mentor de João Campos e figura que opera nos bastidores, e o ex-prefeito João Paulo (PT), atual deputado estadual reeleito.

Dez anos após aquela derrota, Priscila se reelegeu deputada estadual em 2018 e conquistou dois mandatos como vice-governadora, em 2022 e 2026. Retomar o projeto na capital pernambucana sempre foi um sonho nutrido por ela, mas as circunstâncias ainda dependerão da disputa nacional.

Com Raquel se declarando neutra em meio à agressiva polarização do eleitorado brasileiro, especialmente no Nordeste, uma candidatura majoritária no Recife poderá não contar com o apoio desejado e até prejudicar os planos da sucessão da própria Raquel em 2030.

Com ambições nacionais, a governadora sabe que não poderá repetir o fiasco de Daniel em 2024. Também sabe que não tem o capital político de Eduardo Campos, reeleito com 83% dos votos em 2010 e que, dois anos depois, ungiu Geraldo Julio para a Prefeitura do Recife, que foi vitorioso no primeiro turno. Ela dependeria de uma crise na esquerda que tumultuasse o processo e, ainda assim, precisaria furar a bolha da centro-direita para obter êxito. É um risco que pode lhe render voos mais altos. Se optar pelo feijão com arroz, terá o Senado como rumo em 2030, o que não seria de todo ruim.

Pernambuco terá 15 novas Escolas Técnicas Estaduais e 7,8 mil vagas a partir de 2027; Afogados entre as cidades

A mudança ampliará a oferta de formação técnica para estudantes pernambucanos. A partir de 2027, o estado passará das atuais 58 para 73 Escolas Técnicas Estaduais, com a criação de 7.830 novas vagas em cursos de educação profissional.

Do total, 2.610 vagas serão destinadas ao ensino médio integrado à formação técnica, modalidade em que o estudante cursa as duas formações simultaneamente. Outras 5.220 serão oferecidas em cursos subsequentes, voltados a quem já concluiu o ensino médio.

Para a governadora Raquel Lyra, a expansão representa um investimento na qualificação dos jovens e na ampliação das oportunidades educacionais e profissionais.

“Ampliar a oferta de Escolas Técnicas Estaduais é investir em uma educação pública que prepara os jovens pernambucanos para o futuro, unindo formação, qualificação profissional e novas oportunidades”, afirmou a governadora.

Novas ETEs serão distribuídas em 13 municípios

As 15 unidades estarão distribuídas em 13 municípios e 12 Gerências Regionais de Educação (GREs), contemplando diferentes regiões de Pernambuco, do Litoral ao Sertão do São Francisco. Dez escolas ficarão no interior do estado.

Oito municípios receberão uma Escola Técnica Estadual pela primeira vez: Afogados da Ingazeira, Feira Nova, Macaparana, Panelas, Parnamirim, Santa Maria da Boa Vista, São Caetano e Sirinhaém.

Outras cinco cidades que já possuem unidades técnicas também serão contempladas com novas escolas: Gravatá, Jaboatão dos Guararapes, Olinda, Palmares e Recife.

Segundo o secretário estadual de Educação, Gilson Monteiro, a transformação das unidades foi planejada ao longo de mais de um ano. A escolha considerou a estrutura física e a capacidade de atendimento de cada escola.

O secretário destacou que a iniciativa pretende ampliar as oportunidades de formação e qualificação profissional dos estudantes da rede pública.

A oferta de vagas no ensino médio integrado ocorrerá de forma gradual. Em 2027, as novas unidades iniciarão as atividades com turmas do primeiro ano, disponibilizando 2.610 vagas. Esse número corresponde a 20,9% das 12.495 vagas previstas para essa modalidade no edital de 2027.

Nos anos seguintes, a oferta avançará para as turmas do segundo e do terceiro anos. A previsão é alcançar 7.830 matrículas no ensino médio integrado em 2029.

Cursos técnicos serão definidos conforme as demandas regionais

A escolha das formações levou em consideração as características econômicas de cada território, com o objetivo de aproximar a qualificação dos estudantes das oportunidades de trabalho disponíveis e das necessidades futuras de cada região.

Ao todo, serão oferecidos 14 cursos técnicos, distribuídos entre áreas como Tecnologia da Informação e Comunicação; Gestão e Negócios; Infraestrutura, Indústria e Segurança; e Saúde, Meio Ambiente e Agronegócio.

Entre as formações previstas estão Desenvolvimento de Sistemas, Redes de Computadores, Multimídia, Administração, Logística, Comércio Exterior, Marketing, Segurança do Trabalho, Edificações, Eletrotécnica, Farmácia, Nutrição e Dietética, Meio Ambiente e Agronegócio.

Cada escola oferecerá dois cursos técnicos, com exceção da ETE Poeta Manuel Bandeira, localizada no Recife, que contará com uma formação. No ensino médio integrado, serão disponibilizadas 90 vagas por curso.

As mesmas formações também estarão disponíveis na modalidade subsequente, destinada a quem já concluiu o ensino médio, com duas entradas previstas ao longo de 2027.

Confira as 15 novas Escolas Técnicas Estaduais de Pernambuco
  • Afogados da Ingazeira: ETE Professora Ione de Goes Barros.
  • Feira Nova: ETE Professora Marilene Chaves Santana.
  • Gravatá: ETE Professor Antônio Farias.
  • Jaboatão dos Guararapes: ETE Augusto Severo.
  • Macaparana: ETE Professora Benedita de Morais Guerra.
  • Olinda: ETE Guedes Alcoforado.
  • Palmares: ETE da Fraternidade Palmarense.
  • Panelas: ETE de Panelas.
  • Parnamirim: ETE Odorico Melo.
  • Recife: ETE Dom Sebastião Leme, ETE Poeta Manuel Bandeira e ETE Senador Paulo Guerra.
  • Santa Maria da Boa Vista: ETE Professora Edite Matos.
  • São Caetano: ETE Agamenon Magalhães.
  • Sirinhaém: ETE Doutor Eurico Chaves.
A ampliação integra o planejamento do governo estadual para expandir a educação profissional em Pernambuco. Nesta primeira etapa, a conversão das 15 escolas permitirá aumentar a capacidade de atendimento da rede e ampliar o acesso dos jovens a cursos técnicos alinhados às características econômicas das diferentes regiões do estado.

Campanha de Flávio propõe dobrar o tempo de permanência no Bolsa Família

A campanha de Flávio Bolsonaro (PL) propõe ampliar para dois anos o período de transição do Bolsa Família para beneficiários que conseguirem emprego com carteira assinada ou abrirem um negócio. A proposta foi apresentada nesta segunda-feira (19) por Daniella Marques, coordenadora econômica da campanha, em entrevista à rádio CBN Bahia.

Segundo Daniella, a medida permitiria que as famílias se adaptassem à nova renda sem perder imediatamente o benefício, com possibilidade de retorno automático ao programa caso a iniciativa não dê certo.

A campanha esclareceu que o prazo de dois anos não é um limite geral de permanência no Bolsa Família, mas se refere à regra de proteção para quem aumentar a renda.

A proposta também prevê a criação de um Ministério da Prosperidade, voltado à capacitação profissional, à oferta de crédito e ao incentivo a pequenos negócios, com participação da Caixa Econômica Federal e do Banco do Nordeste.

Atualmente, o Bolsa Família já possui regras que permitem a determinadas famílias continuar recebendo parte do benefício após o aumento da renda. A proposta da campanha é ampliar o período de transição.

Governo antecipa datas e paga Bolsa Família com reajuste antes da eleição

O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome antecipou o calendário de pagamentos do Bolsa Família com reajuste. Os depósitos que começaram nesta segunda (19) e iriam até 30 de outubro agora vão terminar já na próxima quarta-feira (21). O motivo alegado foram os possíveis impactos climáticos do super El Niño.

Com isso, todas as famílias serão contempladas antes da votação do segundo turno das eleições, no domingo (25). O pagamento de outubro já inclui o reajuste de 15% anunciado pelo presidente Lula em 17 de setembro.

Ao todo, o programa vai atender em outubro 19,3 milhões de famílias, com benefício médio de R$ 782,92 (R$ 104,74 a mais que a média de setembro) —a folha mensal do programa saltou de R$ 13 bilhões para R$ 15 bilhões.

Em regra, o Bolsa Família é pago nos últimos 10 dias úteis de cada mês e leva em conta o número final do NIS (cada final recebe um dia). Se seguido como planejado, isso faria com que metade das famílias só recebesse o valor depois da eleição.

Segundo o informe do MDS às prefeituras, a medida antecipatória valerá também para os meses de novembro e dezembro. A portaria com a mudança foi publicada em portaria na edição do Diário Oficial da União de hoje.

Flávio Bolsonaro abre quatro pontos de vantagem sobre Lula no Real Time: 52% a 48%

Pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta terça-feira (20/10) mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) com 52% dos votos válidos na disputa pelo segundo turno da Presidência da República. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, aparece com 48%, empatado tecnicamente no limite da margem de erro. — Do Metrópoles

O levantamento foi realizado entre 15 e 19 de outubro, com 2 mil eleitores de todo o país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada sob o número BR-02952/2026.

Na pesquisa estimulada, quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, Flávio registra 48% das intenções de voto, contra 45% de Lula. A diferença de três pontos configura empate técnico dentro da margem de erro.

Veja os números:

Flávio Bolsonaro (PL): 48%;
Lula (PT): 45%;
Brancos e nulos: 5%;
Não sabem ou não responderam: 2%.

Na pesquisa espontânea, quando os entrevistados não recebem uma lista de candidatos, Flávio tem 47%, enquanto Lula soma 44%. Outros 5% afirmaram que votariam em branco ou nulo, e 4% não souberam responder.

Flávio cresce dois pontos

Em comparação com a rodada de 1º de outubro, Flávio passou de 46% para 48% das intenções de voto na pesquisa estimulada. Lula permaneceu com 45% no mesmo período.

O levantamento também mostra diferenças no perfil dos eleitores. Flávio registra 52% entre os homens, contra 41% de Lula.

Entre as mulheres, o petista aparece com 49%, enquanto o senador tem 45%.

A divisão também se repete por renda. Lula tem 54% entre os entrevistados que recebem até dois salários mínimos, contra 39% de Flávio.

Já entre aqueles com renda superior a cinco salários mínimos, o candidato do PL registra 61%, diante de 33% do presidente.

Rejeição e definição do voto

Na avaliação de rejeição, Lula aparece com 35%, enquanto Flávio tem 33%. Outros 28% afirmam rejeitar os dois candidatos, e 4% dizem não rejeitar nenhum deles.

A pesquisa aponta ainda que 93% dos entrevistados afirmam já ter definido o voto para o segundo turno, marcado para domingo (25/10).

Entre os eleitores de Flávio, 94% dizem que não mudariam de candidato de jeito nenhum. No eleitorado de Lula, esse percentual é de 90%.

Iguaracy recebe Selo de Transparência dos Festejos Juninos 2026

O município de Iguaracy foi contemplado com o Selo de Transparência dos Festejos Juninos 2026, concedido pelo Ministério Público de Pernambuco (MPPE). A certificação reconhece a importância da transparência na divulgação de informações relacionadas aos investimentos públicos nas festividades juninas.

A conquista reforça o compromisso da gestão municipal do prefeito Dr. Pedro Alves com a responsabilidade na aplicação dos recursos públicos e com o acesso da população às informações sobre as despesas realizadas pela administração.

Além de valorizar as tradições nordestinas e fortalecer a cultura popular, a realização dos festejos juninos também exige responsabilidade e transparência na gestão dos investimentos públicos.

Para o secretário de Cultura e Turismo Rodrigo Faustino, o reconhecimento representa um importante incentivo para que o município continue avançando na adoção de práticas administrativas pautadas pela clareza das informações, pela responsabilidade e pelo respeito à população.

Com o selo, Iguaracy reafirma seu compromisso com uma gestão transparente, que valoriza a cultura e trabalha com responsabilidade na aplicação dos recursos públicos.


Após debate, André Janones sofre arritmia cardíaca e é internado na UTI

O deputado federal André Janones foi internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Vila Nova Star, em São Paulo, após apresentar um episódio de arritmia cardíaca depois do debate realizado pela Rede Bandeirantes.

O parlamentar está clinicamente estável, sob monitorização cardíaca contínua e acompanhamento da equipe médica. A cardiologista Ludhmila Hajjar é a responsável por ele. Novas informações serão divulgadas conforme a evolução clínica e mediante autorização. — Por Matheus Leitão, do Metrópoles

Deltan Dallagnol chama atenção em debate com camisa da Lava Jato: “Eu prendi o Lula, o STF soltou"

No debate presidencial promovido pela Band, neste domingo (18), o ex-procurador da República, Deltan Dallagnol, acompanhou Flávio Bolsonaro (PL) e chamou atenção ao usar uma camiseta provocativa com referência à Operação Lava Jato e à prisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A camisa tinha a seguinte frase: “Eu prendi o Lula, o STF soltou”, acompanhada de uma imagem da apresentação em PowerPoint utilizada por Dallagnol em 2016 e que foi destaque na época. Na ocasião, o ex-procurador fazia parte da força-tarefa da Lava Jato e apresentou acusações contra Lula relacionadas ao caso do tríplex no Guarujá, em São Paulo.

Dallagnol e Sérgio Moro, ex-juiz da operação e governador eleito do Paraná, ficaram na primeira fileira de convidados de Flávio no estúdio, segundo a CNN Brasil. Pessoas próximas aos dois disseram que a intenção era “relembrar ao Lula quem foi que o prendeu”.

Flávio, durante o debate, destacou a presença dos dois na plateia, em uma provocação dirigida ao presidente. O episódio ocorreu em meio à troca de acusações entre os candidatos no segundo turno das eleições presidenciais.

Condenação por danos morais

Em 2022, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve a condenação do ex-procurador ao pagamento de indenização por danos morais a Lula. A apresentação de PowerPoint utilizada por Dallagnol em 2016 voltou ao centro da discussão por causa da decisão judicial.

Os ministros entenderam que Dallagnol extrapolou os limites de sua atuação ao atacar a honra e a imagem do ex-presidente durante a apresentação pública da denúncia.

O Supremo Tribunal Federal (STF) anulou as condenações do petista relacionadas à operação, e decisões judiciais também reconheceram a parcialidade de Moro no processo do tríplex. — BNews

Roberta Luchsinger reage e posta vídeo após ser chamada de ‘mentirosa’ por Lula em debate na Band

Roberta Luchsinger reagiu neste domingo, às declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante o debate da Band com o senador Flávio Bolsonaro (PL). Após ser chamada de “mentirosa” e “corrupta” pelo petista, a lobista publicou vídeos nas redes sociais nos quais negou as acusações e afirmou que possui provas do que vem relatando sobre supostas relações entre integrantes do governo e seu entorno. — Veja.

“Você não vai me chamar de mentirosa, porque mentirosa eu não sou”, afirmou Roberta em um vídeo publicado nos stories do Instagram. Ela também acusou ministros de Lula de mentirem sobre as relações que, segundo ela, manteve com integrantes do governo e com Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente.

“Estou enfrentando três inquéritos da Polícia Federal, tive busca e apreensão, enfim, tive tudo que deveria ter. Estou colaborando com a Justiça do jeito que me é pedido”, declarou. Roberta afirmou ainda que gostaria de ter apresentado mais informações, mas que não o fez por estar submetida a medidas cautelares nos procedimentos em que é investigada.

Mais cedo, em outra publicação, a lobista disse temer pela própria vida e pela segurança das filhas. Segundo ela, as pessoas que mencionou em suas declarações sabem que não estaria mentindo e que as provas a que se refere estão relacionadas às investigações em andamento.

“Tudo que eu falei, eu falei porque estou munida de provas”, afirmou. Roberta também disse que não pretende recuar diante de tentativas de desacreditá-la e que continuará se manifestando caso seja contestada publicamente.

Acusações e negativas

As declarações de Roberta fazem parte de uma disputa política e jurídica que envolve suspeitas investigadas pela Polícia Federal. Ela afirma que Lulinha mantinha interlocução com ministros e que ela própria tratou de agendas com integrantes do governo, incluindo representantes das pastas da Educação e das Comunicações. Também declarou ter interesse em firmar um acordo de delação premiada.

A Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República afirmou, em nota, que Lula desconhece os fatos relatados, jamais manteve interlocução com Roberta e não recebeu demandas dela. Os ministérios da Educação e das Comunicações também negaram tratativas com a lobista ou com Lulinha fora dos canais institucionais.

O episódio ocorreu durante a campanha presidencial, a duas semanas do segundo turno. Integrantes do governo e aliados de Lula questionam as motivações políticas das declarações de Roberta, feitas às vésperas da votação. A existência de uma disputa eleitoral, porém, não comprova nem afasta, por si só, o conteúdo das acusações, que depende da apuração das autoridades.

Pesquisa do PT avalia que debate não deve mudar votos de indecisos

Uma avaliação qualitativa encomendada pela campanha do PT indica que o debate realizado na noite deste domingo (18), pela Band, entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) não foi suficiente para alterar a intenção de voto dos eleitores indecisos. Embora Lula tenha sido mais bem avaliado nos cinco grupos focais, a maioria dos participantes continuou em dúvida e manifestou um desejo de mudança. — Poder 360.

O levantamento foi realizado presencialmente com eleitores que votaram em Lula em 2022, mas não escolheram o presidente no 1º turno de 2026. Segundo o relatório, os participantes consideraram que Lula demonstrou mais postura presidencial e domínio dos assuntos discutidos. Já Flávio foi descrito como “despreparado” e teve momentos considerados como “agressivos” e “infantis”. Também foi visto como “pirracento”.

A avaliação dos grupos, porém, não se traduziu em uma mudança de posição em favor do petista. O relatório aponta que, apesar das impressões sobre o desempenho dos candidatos, os eleitores ainda não definiram seus votos.

Propostas e cotidiano


O 3º bloco foi considerado o mais produtivo pelos participantes por concentrar mais discussões sobre propostas. Nos demais, a predominância de ataques incomodou os eleitores, que demonstraram preferência por um debate mais propositivo.

Segundo o relatório, os participantes querem entender como as propostas dos candidatos podem melhorar suas vidas. Lula foi bem avaliado quando abordou questões concretas, como custo de vida, Sistema Único de Saúde (SUS), fim da escala 6 X 1 e oposição às privatizações.

As explicações sobre economia e preços também foram destacadas por ajudarem a reduzir a frustração dos participantes com a situação atual. O presidente teve avaliações positivas ao falar de projetos para o país e ao formular perguntas ao adversário.

O 1º bloco foi considerado importante para estabelecer diferenças entre os candidatos. Na avaliação dos grupos, Lula demonstrou mais familiaridade com os temas e conseguiu se destacar quando relacionou suas falas ao cotidiano da população.

O pedido pela quebra de sigilo de ambos os candidatos foi apontado como um dos pontos altos de Lula. Já as referências aos indígenas, a expressão “carioca malandro” e a declaração de que o Brasil vai acabar foram citadas entre os pontos baixos.

Flávio foi avaliado como um candidato com falas ensaiadas, mas com pouco conteúdo. A proposta de segurança pública foi apontada como o principal destaque de sua participação. Nos demais temas, parte dos participantes considerou que as medidas apresentadas já existem ou foram adotadas pelo governo Lula.

Para os próximos debates, a avaliação é de que Lula deve falar mais sobre o futuro e apresentar propostas concretas, principalmente na área de segurança pública para evitar abrir espaço para que Flávio domine o assunto. A orientação é manter uma postura de equilíbrio durante os confrontos.

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