
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), revelou que recusaria um pedido do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para disputar a eleição presidencial deste ano. A declaração foi dada nesta terça-feira (27), em entrevista à rádio Jovem Pan Sorocaba.
“Isso (Bolsonaro pedir que eu seja candidato à Presidência) não vai acontecer. Mas eu diria não. Na última visita que fiz a Bolsonaro, quando ele estava em prisão domiciliar, ele me perguntou: ‘Qual é a sua posição na eleição presidencial?’. Eu respondi: ‘A minha posição é ficar em São Paulo’. Eu fui muito contundente”, afirmou o governador.
Tarcísio falou ainda sobre a conversa que pretende ter com Bolsonaro durante uma visita prevista para esta quinta-feira (29). Inicialmente, o encontro estava agendado para o último dia 22, mas foi cancelado pelo governador.
“Vai ser um papo de amigo. Vou falar de amenidades, ver se ele está precisando de alguma coisa, falar da solidariedade e do carinho que tenho por ele e do que a gente está fazendo aqui fora para ajudá-lo. Todo mundo pensa que vou falar sobre eleição, mas eu não costumo falar de política com ele. Procuro sempre mostrar que estou do lado dele, porque foi alguém que abriu uma porta importante para mim. Por isso, sempre terá a minha consideração”, disse.
“Isso (Bolsonaro pedir que eu seja candidato à Presidência) não vai acontecer. Mas eu diria não. Na última visita que fiz a Bolsonaro, quando ele estava em prisão domiciliar, ele me perguntou: ‘Qual é a sua posição na eleição presidencial?’. Eu respondi: ‘A minha posição é ficar em São Paulo’. Eu fui muito contundente”, afirmou o governador.
Tarcísio falou ainda sobre a conversa que pretende ter com Bolsonaro durante uma visita prevista para esta quinta-feira (29). Inicialmente, o encontro estava agendado para o último dia 22, mas foi cancelado pelo governador.
“Vai ser um papo de amigo. Vou falar de amenidades, ver se ele está precisando de alguma coisa, falar da solidariedade e do carinho que tenho por ele e do que a gente está fazendo aqui fora para ajudá-lo. Todo mundo pensa que vou falar sobre eleição, mas eu não costumo falar de política com ele. Procuro sempre mostrar que estou do lado dele, porque foi alguém que abriu uma porta importante para mim. Por isso, sempre terá a minha consideração”, disse.




















































