
O Brasil aparece entre os países com pior desempenho global quando o assunto é imparcialidade na justiça criminal. Dados do World Justice Project colocam o país nas últimas posições do Rule of Law Index 2025, levantamento que avalia o funcionamento do Estado de Direito em 143 nações.
No recorte específico que mede a imparcialidade do sistema de justiça criminal — analisando se juízes, promotores e forças policiais atuam sem discriminação social, econômica ou política — o Brasil registra uma das piores notas do mundo, com pontuação em torno de 0,10 em uma escala que vai até 1. O desempenho coloca o país praticamente no fim do ranking, à frente apenas de nações que enfrentam graves crises institucionais, como a Venezuela. (GP1)
O cenário também é desfavorável no indicador mais amplo de Justiça Criminal, que leva em consideração fatores como eficiência, corrupção, respeito aos direitos dos réus e funcionamento do sistema prisional. Nesse quesito, o Brasil ocupa posições baixas, figurando por volta da 111ª colocação entre os 143 países avaliados, com nota inferior à média global. (GP1)
Já no ranking geral do Estado de Direito, o país aparece em posição intermediária, próximo da metade da tabela, evidenciando um contraste entre a estrutura institucional existente e a percepção prática do funcionamento da justiça. (GP1)
O levantamento do WJP é considerado uma das principais referências internacionais sobre o tema e utiliza uma metodologia robusta, baseada em mais de 200 mil entrevistas com cidadãos e avaliações de especialistas jurídicos ao redor do mundo. (World Justice Project)
Os dados reforçam um diagnóstico recorrente: embora o Brasil possua um sistema judicial estruturado e instituições formalmente consolidadas, ainda enfrenta desafios significativos relacionados à desigualdade de tratamento, percepção de parcialidade e baixa eficiência na justiça criminal. Nesse contexto, o resultado reacende um debate essencial para o país: a fragilidade está apenas na aplicação das leis ou no modo como o sistema opera, na prática, para diferentes segmentos da sociedade.
No recorte específico que mede a imparcialidade do sistema de justiça criminal — analisando se juízes, promotores e forças policiais atuam sem discriminação social, econômica ou política — o Brasil registra uma das piores notas do mundo, com pontuação em torno de 0,10 em uma escala que vai até 1. O desempenho coloca o país praticamente no fim do ranking, à frente apenas de nações que enfrentam graves crises institucionais, como a Venezuela. (GP1)
O cenário também é desfavorável no indicador mais amplo de Justiça Criminal, que leva em consideração fatores como eficiência, corrupção, respeito aos direitos dos réus e funcionamento do sistema prisional. Nesse quesito, o Brasil ocupa posições baixas, figurando por volta da 111ª colocação entre os 143 países avaliados, com nota inferior à média global. (GP1)
Já no ranking geral do Estado de Direito, o país aparece em posição intermediária, próximo da metade da tabela, evidenciando um contraste entre a estrutura institucional existente e a percepção prática do funcionamento da justiça. (GP1)
O levantamento do WJP é considerado uma das principais referências internacionais sobre o tema e utiliza uma metodologia robusta, baseada em mais de 200 mil entrevistas com cidadãos e avaliações de especialistas jurídicos ao redor do mundo. (World Justice Project)
Os dados reforçam um diagnóstico recorrente: embora o Brasil possua um sistema judicial estruturado e instituições formalmente consolidadas, ainda enfrenta desafios significativos relacionados à desigualdade de tratamento, percepção de parcialidade e baixa eficiência na justiça criminal. Nesse contexto, o resultado reacende um debate essencial para o país: a fragilidade está apenas na aplicação das leis ou no modo como o sistema opera, na prática, para diferentes segmentos da sociedade.




















































