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Raquel era “bolsonarista” até o PT precisar dela agora no 2º turno

Durante meses, parte da esquerda pernambucana tentou convencer o eleitor de que Raquel era bolsonarista. João Campos chegou a dizer que “todo bolsonarismo” estava no entorno dela. Teresa Leitão, Marília Arraes e outros aliados da Frente Popular exploraram a mesma divisão. — Do Bastidor PE

Raquel manteve a neutralidade e uma parcela da esquerda tratou essa posição como adesão ao bolsonarismo, enquanto acreditava que poderia derrotá-la e resolver a eleição presidencial sem precisar dela.

O palanque de João insistiu para que Lula viesse a Pernambuco na reta final, apesar da resistência dentro da própria campanha presidencial. Trouxeram Lula a pulso para subir no palanque de João e tentar desequilibrar uma disputa estadual na qual Raquel havia pedido neutralidade. Lula veio, mesmo sabendo do risco político de hostilizar uma governadora que poderia ser importante num eventual segundo turno presidencial.

Raquel derrotou João Campos e foi reeleita. Lula não resolveu a eleição no primeiro turno e agora enfrenta o favoritismo de Flávio Bolsonaro. De repente, a governadora apresentada durante meses como parte do problema virou apoio que todo mundo quer.

O movimento chega a ser melancólico. Quem passou a campanha tentando empurrar Raquel para o bolsonarismo agora trabalha para levá-la ao palanque de Lula.

"Eu enfrentei a campanha mais violenta da história de Pernambuco", diz Raquel

Reeleita no primeiro turno com 53% dos votos, a governadora de Pernambuco Raquel Lyra (PSD), não definiu se irá declarar apoio a um dos nomes da disputa presidencial, mas diz já ter sido procurada tanto por interlocutores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) quanto de Flávio Bolsonaro (PL). Lyra, no entanto, tem indicado que se manterá neutra na disputa, embora faça agradecimentos à gestão petista por investimentos no seu estado. — Do Globo

Em entrevista ao GLOBO, ela critica o fato de a corrida pelo Palácio do Planalto ter se transformado em uma discussão sobre qual ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) sofrerá impeachment.

— A gente não pode entrar em um ambiente em que a disputa eleitoral é sobre quem será o ministro do STF a sofrer impeachment — afirmou ela.

Ela defende, contudo, que haja julgamentos sobre escândalos e um debate sobre reforma no Judiciário, citando a possibilidade de se estabelecer mandatos para ministros, mas não no “calor das eleições.”

Após derrotar João Campos nas urnas, afirma que foi vítima de uma campanha violenta e de desconstrução de biografia. Sobre a crise no Judiciário, afirma que defende investigação e instituições fortes, mas é contra o uso eleitoral da pauta de impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

A senhora foi procurada por aliados do presidente Lula com um pedido de apoio no segundo turno?

Recebi ligações de pessoas ligadas ao presidente, de ministros que sei que têm carinho por mim. Recebi agradecimentos pela eleição e falas de que estamos juntos, que estão prontos para nos ajudar (aqui em Pernambuco). Rui Costa, Humberto Costa e Marília Arraes me ligaram. Eles colocaram na pauta que queriam ter um momento comigo para poder conversar sobre a associação presidencial e o desejo de trabalharmos juntos, mas ainda não nos sentamos para conversar sobre isso.

Esquerda perde veteranos entre senadores, ex-ministros, ex-governadores e nomes de sucessão

A eleição deste domingo (4) deixou sem mandato diversos nomes tradicionais da política brasileira. Entre os derrotados estão senadores, ex-ministros, ex-governadores e políticos apontados como possíveis nomes para a sucessão do Lula. — Cláudio Dantas

A lista inclui Fernando Haddad (PT), derrotado por Tarcísio de Freitas (Republicanos) na disputa pelo governo de São Paulo, e João Campos (PSB), que perdeu a reeleição para o governo de Pernambuco para Raquel Lyra (PSD). Também ficaram pelo caminho Marina Silva (Rede), Simone Tebet (PSB), Gleisi Hoffmann (PT), Renan Calheiros (MDB), Randolfe Rodrigues (PT) e Ciro Nogueira (PP).

A derrota de Haddad tem peso adicional porque o ex-ministro da Fazenda era apontado dentro do PT como um dos nomes possíveis para a sucessão de Lula. Em São Paulo, Tarcísio foi reeleito no primeiro turno com 62,65% dos votos válidos. Haddad terminou com 36,42%.

Haddad já havia sido derrotado por Tarcísio na eleição para o governo paulista em 2022. Também perdeu a eleição presidencial de 2018 para Jair Bolsonaro e a disputa pela Prefeitura de São Paulo em 2016. O resultado de 2026 amplia a sequência de derrotas eleitorais do petista.

Em Pernambuco, João Campos também deixou a disputa pelo cenário nacional após perder o governo estadual. Raquel Lyra foi reeleita no primeiro turno com 53,27% dos votos válidos.

Campos era um dos nomes de maior projeção do PSB e vinha sendo tratado como uma liderança em ascensão no Nordeste. A derrota interrompe a tentativa de ampliar sua presença no cenário nacional a partir do governo estadual.

Raquel Lyra mantém neutralidade no 2º turno e prioriza Pernambuco

Reeleita governadora de Pernambuco com 53,2% dos votos, Raquel Lyra (PSD) decidiu manter neutralidade na disputa presidencial do segundo turno, sem declarar apoio a Lula (PT) ou Flávio Bolsonaro (PL).

“Sempre disse que ser pernambucana era colocar Pernambuco em primeiro lugar. Manterei minha coerência”, afirmou a governadora em entrevista à Rádio Jornal.

Raquel destacou que seu foco será garantir investimentos e obras para o Estado, citando a reforma do Hospital da Restauração, a duplicação da BR-232 e ações para ampliar o acesso à água.

Apesar da neutralidade, a governadora declarou ser “muito grata” ao presidente Lula e reconheceu as parcerias firmadas entre os governos estadual e federal durante seu primeiro mandato.

Entre as ações citadas estão 34 mil casas entregues, a retomada da BR-104 e a construção de dois Hospitais da Mulher.

Para o próximo mandato, Raquel também destacou como prioridades a requalificação do metrô, a Transnordestina e a segunda etapa da Adutora do Agreste.

No primeiro turno presidencial, Lula teve 63,5% dos votos em Pernambuco, contra 31,1% de Flávio Bolsonaro. O Estado é o segundo maior colégio eleitoral do Nordeste.

Empresas brasileiras ganham R$ 420 bilhões após vitória de Flávio no 1º turno

O mercado brasileiro viveu uma segunda-feira histórica após Flávio Bolsonaro vencer o primeiro turno e terminar à frente de Lula. A reação dos investidores provocou uma forte valorização das empresas brasileiras e levou o Ibovespa a superar, pela primeira vez, a marca dos 200 mil pontos.

A disparada atingiu diferentes setores. Magazine Luiza chegou a subir 27%, Cyrela 23%, Cosan 21% e Localiza 20%. Entre os bancos, o BTG Pactual avançou mais de 20%, enquanto ações de Bradesco e Itaú também registraram fortes ganhos. A Petrobras chegou a avançar mais de 9% durante o pregão.

O movimento também fortaleceu a moeda brasileira. O real valorizou mais de 4% frente ao dólar, enquanto a moeda americana chegou a cair para R$ 4,95 durante o dia e encerrou próxima de R$ 5, na maior queda diária desde 2018.

O Ibovespa chegou à máxima histórica de 209.605 pontos e fechou aos 206.911 pontos, com alta de 7,70%. A reação ocorreu após Flávio conquistar 47,03% dos votos, contra 45,16% de Lula, ampliando no mercado a expectativa por uma mudança na condução econômica e fiscal do país. — É o Mundo

As apostas de Lula para virar o jogo sobre Flávio no segundo turno

Surpreso com o desfecho do primeiro turno, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva já tem um caminho desenhado para tentar virar o jogo sobre Flávio Bolsonaro na segunda etapa da corrida presidencial.

De acordo com aliados do petista, uma das estratégias será trabalhar junto ao eleitorado que optou por não comparecer às urnas, especialmente em estados considerados lulistas.

Também buscará diminuir a vantagem que o filho de Jair Bolsonaro registrou no primeiro turno em estados do sudeste, que contribuíram muito para que ele derrotasse o ex-presidente em 2022.

Considerado um revés pelo entorno do mandatário, o resultado do primeiro turno já despertou na campanha petista, minutos após a conclusão da apuração, a necessidade de um recomeço. A leitura é que é preciso fazer uma mudança radical para conseguir virar o jogo.

Por isso, a expectativa é que o time suba o tom da campanha, comparando não apenas os legados, mas principalmente as propostas que ambos apresentam para o futuro do país.


Eleitor que faltou às urnas neste domingo pode justificar ausência pela internet

Quem, por algum motivo, não conseguiu comparecer às urnas, neste domingo (04), pode justificar a ausência sem sair de casa. O procedimento pode ser feito de forma totalmente digital pelos canais oficiais da Justiça Eleitoral, como o aplicativo e-Título e o Autoatendimento Eleitoral, no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Também é possível justificar a ausência comparecendo a um cartório eleitoral. Em qualquer um desses meios, a documentação que comprove o motivo da ausência à eleição deverá ser anexada ao requerimento para análise da autoridade judiciária da zona eleitoral responsável pelo título.

Caso a justificativa seja aceita, haverá o registro no histórico do título eleitoral. Se a justificativa não for aceita, será necessário pagar uma taxa. Pelo e-Título, o eleitor deve clicar em “Justificativa de ausência”, preencher o formulário referente ao turno em que faltou e anexar documentos que comprovem a impossibilidade de comparecer às urnas.

A justificativa é obrigatória para eleitores entre 18 e 70 anos que deixarem de votar. E deve ser feita em até 60 dias após cada turno. Para este primeiro turno, o prazo termina no dia 03 de dezembro.

Vitória de Raquel Lyra reposiciona PSD para jogo nacional

Nas hostes do PSD, a reeleição da governadora Raquel Lyra é descrita como “jogo do ganha-ganha”. Leia-se: ela se cacifa na condição de primeira mulher reeleita do Estado e o PSD passa a ter, na única mulher vitoriosa das disputas pelos governos estaduais neste 1º turno, uma das principais vitrines da sigla para a corrida presidencial. — Por Renata Bezerra de Melo

Em outras palavras, o resultado das urnas, neste domingo (04), confere a ela uma dimensão que ultrapassa os limites de Pernambuco. Além dela, no PSD, o outro nome com projeção nacional para 2030 é o do ex-prefeito Eduardo Paes, que vai disputar o 2º turno no Rio de Janeiro.

No partido, então, vale a leitura imediata de que Raquel já conquistou o que Paes ainda vai precisar brigar para alcançar. Considerando que a eleição deste ano funciona como uma espécie de prévia para 2030 e que Pernambuco tinha, no páreo, dois nomes com projeção nacional – ela e o ex-prefeito do Recife, João Campos, a totalização das urnas altera a fotografia: a mandatária do Palácio do Campo das Princesas ganha musculatura; o socialista perde dimensão eleitoral nesse tabuleiro.

Os números contam uma história que podem representar um enfraquecimento da projeção automática de João no plano nacional. Em Caruaru, Raquel atingiu 75,22% (146.573) dos votos, demonstrando força em seu reduto eleitoral. Na cidade da qual ela já foi prefeita, João somou 23,10% (45.021 votos).

No Recife, a disputa foi apertada, ao contrário do que apostavam integrantes da Frente Popular: Ele obteve 49,94% (473.994 votos), e ela, 46,07% (437.301 votos), vencendo em três zonas eleitorais (1ª, 8ª, 149ª).

“O povo gosta que eu dispute o segundo turno”, diz Lula após resultado do primeiro turno

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, afirmou na noite deste domingo (4) que esperava vencer a disputa presidencial no primeiro turno, mas disse estar preparado para enfrentar Flávio Bolsonaro (PL) na segunda etapa da eleição, marcada para 25 de outubro. Com a apuração praticamente concluída, Flávio terminou a primeira rodada à frente do petista. — Diário de Pernambuco

Ao comentar o resultado, Lula reconheceu que a votação ficou abaixo da expectativa que tinha antes da abertura das urnas. O presidente, porém, tratou o segundo turno como uma oportunidade para ampliar o confronto entre os projetos apresentados pelas duas candidaturas.

“O povo gosta que eu dispute o segundo turno. Eu sou muito bom no mata-mata”, afirmou.

Com cerca de 99,7% das seções totalizadas no momento das declarações, Flávio Bolsonaro aparecia com aproximadamente 47,1% dos votos válidos, contra 45,1% de Lula. Como nenhum dos candidatos alcançou mais da metade dos votos válidos, os dois avançaram para o segundo turno.

Lula disse que pretende utilizar as próximas semanas para comparar propostas e afirmou que a campanha recomeça já nesta segunda-feira (5).

O presidente também direcionou uma mensagem aos eleitores que não compareceram às urnas no primeiro turno. Segundo ele, a campanha buscará ampliar a participação desse grupo na votação decisiva.

Durante o pronunciamento, Lula afirmou ainda que pretende intensificar a agenda política e o debate direto com Flávio. O petista classificou o resultado como inesperado diante da expectativa que mantinha de uma definição no primeiro turno.

Flávio Bolsonaro terminou a primeira etapa da disputa na liderança. Lula ficou na segunda colocação, e a definição da Presidência será feita entre os dois no dia 25.

Lula perde em 714 cidades onde venceu Bolsonaro no primeiro turno de 2022

O presidente e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), foi derrotado para Flávio Bolsonaro (PL) no primeiro turno das eleições de 2026 em 714 cidades nas quais venceu na primeira etapa da disputa em 2022, contra Jair Bolsonaro (PL).

No geral, 2.665 municípios mantiveram a maioria dos votos em Lula em comparação a 2022.

A mudança do cenário também ocorreu em alguns estados. No Tocantins e em Minas Gerais, o petista teve a maioria dos votos em 2022, no entanto, neste ano, a vitória foi de Flávio.

No geral, o candidato do PL venceu em 15 estados e no DF (Distrito Federal). Já o presidente levou mais votos nas outras 12 unidades federativas.

No ano de 2022, Lula venceu em 13 estados no segundo turno, enquanto Jair foi o mais votado em 13 estados e no DF. — BNews


Avalanche da direita no Senado é fato mais importante de ontem

Uma avalanche da direita no Senado Federal. Das 54 cadeiras disponíveis para o parlamento na eleição deste ano (2 nomes por estado), 34 (ou 63% do total) serão ocupadas por políticos da direita. Somente o PL fez 19, um terço do total. O recado das urnas foi claro: quem se mostrou a favor de mudanças no Supremo Tribunal Federal (STF), se saiu bem.

A mudança no Senado ocorre justamente em um momento da maior crise da história do STF. O foco maior está em torno do ministro Alexandre de Moraes, o Xandão, eleito pela direita como o principal rival da família Bolsonaro no judiciário.

Um ano após condenar Jair Bolsonaro a 27 anos e três meses por tentativa de golpe de Estado, em setembro de 2025, Moraes se viu exposto após denúncias de conversas com o banqueiro Daniel Vorcaro, em meio ao escândalo do banco Master.

Enquanto Vorcaro tinha um contrato de R$ 131 milhões com o escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes, mulher do ministro, a Polícia Federal revelou dezenas de mensagens que o banqueiro trocou com o magistrado, inclusive às vésperas de sua prisão.

A crise escalou após André Mendonça propor uma investigação contra o próprio Moraes. A plenária, que tratou do assunto, foi transmitida ao vivo e expôs o enorme racha entre os ministros aliados a Moraes e os mais próximos à direita. O clima político, então, ficou ainda mais deflagrado na reta final da eleição e passou a ser o mote dos candidatos da direita ao Senado.

Concurso da Polícia Civil tem 1.315 vagas com salários de até R$ 13,5 mil; saiba como se inscrever

O governo de Pernambuco anunciou, nesta sexta-feira (2), que vai realizar um concurso público para a Polícia Civil com 1.315 vagas. As oportunidades são para os cargos de agente, escrivão e delegado, com salários de até R$ 13,5 mil.

Do total de vagas, 1.200 são para agente, 70 para escrivão e 45 para delegado. As inscrições podem ser feitas pela internet entre 15 de outubro e 16 de dezembro. As provas objetivas e discursivas estão marcadas para 7 e 14 de março de 2027, no Recife e em Caruaru, Arcoverde e Petrolina.

O edital reserva 5% das vagas para pessoas com deficiência, 25% para pessoas pretas e pardas, 3% para indígenas e 2% para quilombolas.

Na quarta-feira (30), o governo também anunciou concursos para a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros. Juntos, os dois certames oferecem 1.890 vagas, com salários de até R$ 12,9 mil.

A seleção para a Polícia Civil terá as seguintes fases:
  • provas objetivas e discursivas;
  • exame médico;
  • avaliações de aptidão física e psicológica;
  • investigação social, com apresentação de documentos, incluindo certidões negativas da Justiça
  • Federal e da Justiça Eleitoral.
Além dessas etapas, os candidatos ao cargo de delegado também passarão por prova oral e avaliação de títulos. Já os concorrentes ao cargo de escrivão farão prova prática de digitação.

A segunda etapa do concurso será o Curso de Formação Profissional, sob responsabilidade da Secretaria de Defesa Social de Pernambuco (SDS).


Luciano Duque, Renildo Calheiros, Raquel Lyra e Lula lideram votação em Iguaracy

As urnas definiram os candidatos mais votados pelos eleitores de Iguaracy nas eleições deste domingo. Entre os candidatos a deputado estadual, Luciano Duque foi o grande destaque no município, com 1.836 votos.

Na sequência aparecem Maria Arraes, com 979 votos; Kaio Maniçoba, com 718; Marconi Santana, com 540; Jobson Almeida, com 341; Diogo Moraes, com 235; e Coronel Feitosa, que obteve 103 votos.

Na disputa para deputado federal, o candidato mais votado em Iguaracy foi Renildo Calheiros, com expressivos 1.998 votos. Em seguida ficaram Carlos Veras, com 992 votos; Miguel Duque, com 406; Juliana de Chaparral, com 345; Pedro Campos, com 304; Anchieta Patriota, com 285; Augusto Coutinho, com 219; Challes de Tiringa, com 207; Ricardo Teobaldo, com 126; e Coronel Meira, com 112 votos.

Na disputa pelo Governo de Pernambuco, Raquel Lyra foi a candidata mais votada em Iguaracy, alcançando 3.632 votos, enquanto João Campos obteve 2.753 votos no município.

Para a Presidência da República, Lula liderou a votação em Iguaracy, com 5.541 votos, enquanto Flávio Bolsonaro recebeu 1.109 votos.

Os números mostram a preferência do eleitorado de Iguaracy em cada uma das disputas e revelam quais nomes conseguiram concentrar a maior quantidade de votos no município.

Com apenas dois vereadores, militância, o povo e muito trabalho, Dr. Pedro dá a resposta nas urnas em Iguaracy


A justiça foi feita pelas urnas e pelo povo de Iguaracy em relação aos candidatos apoiados pelo prefeito Dr. Pedro Alves. Em suas redes sociais, Dr. Pedro comentou e comemorou a grande vitória.

Mesmo contando com o apoio de apenas dois vereadores, Chico Torres e Lequinho Dias, além de sua militância e de tantos cidadãos que acreditaram em seu projeto, o prefeito conseguiu eleger seus candidatos majoritários em Iguaracy.

Ao longo de um ano e nove meses de gestão, Dr. Pedro disse que sempre defendeu a liberdade para governar, assumindo integralmente a responsabilidade e as rédeas do município para o qual foi eleito. Sem ser comandado, sem receber ordens e sem permitir que interesses de terceiros determinem os rumos da administração.

No caso do deputado estadual Luciano Duque, o prefeito ressaltou que o resultado ganhou ainda mais significado diante das pressões vividas durante a gestão para que apoiasse outro nome, cuja atuação, na sua avaliação, não vinha correspondendo às necessidades e aos resultados que Iguaracy precisava.

Mesmo diante de críticas, divergências e tentativas de desmerecer seu trabalho, disse que manteve sua posição e respeitou suas escolhas.

Hoje, com todas as urnas apuradas, disse que pode olhar para trás e afirmar que não existe autoridade maior que a vontade popular. Grande e soberano é o povo.

Agradeceu a cada cidadão que votou de forma livre e consciente, reconhecendo sua caminhada e seu esforço à frente de Iguaracy. Agradeceu aos vereadores Chico Torres e Lequinho Dias, à sua militância e a todos que acreditaram.

Agradeceu também aos candidatos majoritários que receberam a confiança dos iguaracienses, especialmente Luciano Duque, com 1.836 votos, Renildo Calheiros, com 1.998 votos, e a governadora Raquel Lyra, com 3.632 votos, parceiros na busca por investimentos e ações para o município.

A eleição passou. As urnas falaram. O resultado está dado. Agora é seguir trabalhando por Iguaracy, buscando mais investimentos, conquistas e resultados, finalizou.

Dr. Pedro Alves acompanha entrega de novos fardamentos para servidores da Prefeitura de Iguaracy

A Prefeitura de Iguaracy, sob a gestão do prefeito Dr. Pedro Alves, realizou ontem 2 de outubro a entrega de novos fardamentos para profissionais que atuam na limpeza pública e em outras áreas essenciais para o funcionamento e a organização do município.

O prefeito esteve acompanhado do secretário de Obras e Infraestrutura, Fábio Torres, além de outros integrantes da equipe de governo, secretários, colaboradores e profissionais que participaram do momento de entrega.

A ação representa uma iniciativa de valorização dos trabalhadores que, diariamente, contribuem para manter Iguaracy mais limpa, organizada e bem cuidada.

Dr. Pedro destacou: “Estamos valorizando quem trabalha todos os dias pelo nosso município. Cada profissional tem sua importância e merece respeito, reconhecimento e melhores condições para desempenhar suas atividades. Essa entrega é também uma forma de agradecer pelo compromisso e pela dedicação de todos.”

A gestão municipal reforça o compromisso de continuar investindo na valorização das equipes e na melhoria dos serviços prestados à população de Iguaracy.









Ala de Gilmar Mendes prepara terreno para um golpe caso Flávio vença, diz apuração da Revista Oeste

A eleição presidencial não pode terminar nas urnas e começar novamente dentro dos gabinetes do Supremo. Se Flávio Bolsonaro conquistar a maioria dos votos dentro das regras, a escolha dos brasileiros precisa ser respeitada. Preparar previamente caminhos para tentar derrubar esse resultado seria afrontar diretamente a soberania popular.

A informação que acendeu o alerta foi revelada pela Revista Oeste, em reportagem de Cristyan Costa. Segundo a apuração, três ministros do STF afirmam que uma ala da Corte estaria construindo argumentos, precedentes e caminhos processuais que poderiam ser usados para contestar a legitimidade de uma eventual vitória de Flávio Bolsonaro sobre Lula. Entre os elementos discutidos estaria a tese de “interferência estrangeira”, enquanto o Supremo poderia atuar na revisão de decisões da Justiça Eleitoral.

A reportagem relata ainda que Gilmar Mendes já havia tornado pública, em junho, a possibilidade de o Supremo atuar como instância revisora diante de eventual parcialidade do TSE. O cenário descrito pela Oeste coloca, portanto, uma questão gravíssima sobre o que poderia acontecer depois das urnas.

Se Flávio vencer e uma construção jurídica previamente preparada for utilizada para impedir que uma vitória legítima seja respeitada, será golpe contra a vontade popular. Não existe democracia verdadeira quando o cidadão pode votar, mas a validade de sua escolha fica condicionada posteriormente à decisão de ministros que não receberam um único voto para escolher o presidente da República.

Se Flávio vencer dentro das regras, Flávio deve assumir. O povo não pode ser chamado às urnas para descobrir, depois, que sua decisão ainda precisa passar pelo crivo da toga. Se o voto vale, precisa valer também quando o resultado desagrada a quem está no poder.

Por Karyston Franco | É O MUNDO

Prefeitura de Iguaracy promove encontro com o grupo da Melhor Idade

A Prefeitura Municipal de Iguaracy, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento e Assistência Social, promoveu ontem 1° de outubro um momento especial de confraternização com o grupo da Melhor Idade do município. A iniciativa contou com a participação do prefeito Dr. Pedro Alves, da secretária de Desenvolvimento e Assistência Social, Juliany Rabelo, do secretário de Administração Adiel Barbosa, entre outros colaboradores.

O encontro aconteceu dentro da programação alusiva ao Dia da Melhor Idade, proporcionando aos participantes um momento de convivência, alegria, integração e valorização. A ação reforça a importância de políticas públicas voltadas à terceira idade, promovendo não apenas assistência, mas também qualidade de vida, participação social e bem-estar.

Mensagem do prefeito Dr. Pedro Alves: “Valorizar a Melhor Idade é reconhecer a história, a experiência e a contribuição de quem ajudou a construir o nosso futuro. Queremos sempre proporcionar momentos de alegria, cuidado e respeito aos nossos idosos.”




Flávio Bolsonaro: ‘Dias até 2º turno podem ser os mais sangrentos e sujos da história das eleições

O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) afirmou nesta sexta-feira, 2, acreditar que os 21 dias entre o primeiro e um eventual segundo turno podem ser “os mais sangrentos e sujos da história de todas as eleições no Brasil”, por uma suposta ação do PT.

Ele voltou a atribuir ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a articulação pelas decisões da Justiça que afetaram o debate cancelado pela TV Globo, o que comparou a “um gol de mão”. As informações são do Estadão.

“Se você decidir validar o gol de mão do Lula, o jogo segue. Do primeiro para o segundo turno são mais 3 semanas, 21 dias, que podem ser os mais sangrentos e sujos da história de todas as eleições no Brasil. Imagina quantos gols de mão o PT não vai tentar fazer com seus amigos no STF e no TSE nesse período do segundo turno. A quantidade de fake news que eles vão inventar, vão espalhar, vai ser gigantesca”, declarou em vídeo publicado nas redes sociais.

Flávio classificou o cancelamento do debate como um fato “muito, mas muito negativo” e voltou a acusar o Judiciário de interferir nas eleições. “Foi um movimento muito brusco, obsceno mesmo, contra a liberdade de imprensa”, declarou.

O candidato disse que a disputa poderia ser afetada por um suposto uso da “Polícia Federal para atacar todos os adversários do PT pelo Brasil”: “Não vai ser só comigo. Vai ser uma baixaria sem precedentes. Vai ser um perigo real para a democracia”, disse. — Folha PE

Bolsa Família vira bandeira eleitoral, com promessas já existentes e obrigação de trabalhar

Desde o primeiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva, em 2003, o Bolsa Família é tema recorrente das eleições presidenciais em razão do número de pessoas atendidas, são cerca de 20 milhões de famílias – e pelos efeitos na renda, no trabalho e no voto das camadas mais pobres da população. — 
Folha de S.Paulo

Nesta eleição, Lula amplificou o debate ao anunciar um reajuste inesperado de 15% nos benefícios no programa social a 17 dias do pleito, em um momento de fragilidade de sua campanha frente ao avanço de seu principal adversário, Flávio Bolsonaro (PL), nas pesquisas. O repasse do programa mínimo subiu de R$ 600 para R$ 691 por família.

A Folha pesquisou os programas e as falas dos candidatos para saber quais são os planos para o programa. Quase nenhum dos presidenciáveis traz novas propostas que tratem dos principais desafios do Bolsa Família, como medidas para ampliar o benefício para a população em extrema pobreza ou mudanças no desenho que eliminem incentivos à informalidade.

Lula promete “manter e aperfeiçoar” a política de transferência de renda, mas não aponta os caminhos para cumprir essa meta num eventual Lula 4.

Entre os opositores, todos falam de incentivar que beneficiários deixem o Bolsa Família para ingressar no mercado de trabalho ou se tornarem empreendedores. O programa é alvo de críticas por ser associado à ideia de que gera dependência e prejudica a empregabilidade.

Diferentes estudos mostram que o Bolsa Família é eficaz em promover mobilidade social. Uma pesquisa da FGV, por exemplo, apontou que 60,68% dos beneficiários de 2014 deixaram o programa até 2025.

Brasil chega às eleições sem conhecer a fundo as soluções dos candidatos para a economia

Os brasileiros chegam ao primeiro turno de sua décima eleição presidencial desde a redemocratização, em 1985, ainda sem conhecer a fundo não só as promessas dos principais candidatos para os grandes problemas atuais da economia brasileira, em especial a aguda crise fiscal que vive sob o crescimento recorde da dívida pública, como, principalmente, os detalhes de como elas poderiam ser transformadas em realidade. — VEJA

Enquanto os adversários à direita de Lula fazem discursos mais evidentes de corte de gastos, o presidente e candidato à reeleição promete “uma política fiscal mais responsável”, nas palavras de seu programa de governo oficial da campanha, ao mesmo tempo em que reforça a prioridade às políticas sociais de seu atual e também de um eventual novo mandato.

Tanto em um caso quanto nos outros, contudo, se falou pouco sobre como seria a execução dessas propostas ou mesmo se considerou se elas são de fato viáveis, resultado de uma campanha que foi marcada por muitos ataques mútuos e, literalmente, pouco debate (aqueles que foram organizados pelos veículos de comunicação ou não tiveram a presença de todos ou acabaram, de fato, cancelados).

Os programas de governo dos candidatos, em que devem trazer as suas principais propostas e diretrizes em uma eventual gestão, foram apresentados ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em agosto.

Veja a seguir um resumo do que está nos projetos dos cinco candidatos à frente nas pesquisas:

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