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Próxima Feira livre de Iguaracy será realizada excepcionalmente na terça-feira, 3 de novembro, devido ao feriado de Finados

A Prefeitura de Iguaracy anunciou a transferência excepcional da feira livre do município, tradicionalmente realizada às segundas-feiras, para a terça-feira, dia 3 de novembro de 2026.

A mudança ocorre em razão do feriado nacional do Dia de Finados, celebrado na segunda-feira, 2 de novembro. A alteração foi estabelecida pelo Decreto nº 052/2026, assinado pelo prefeito Dr. Pedro Alves.

Com a medida, a feira livre será realizada no dia seguinte ao feriado, permitindo a reorganização da atividade tradicional do município.

A Prefeitura orienta feirantes, comerciantes e consumidores a ficarem atentos à mudança excepcional da data para evitar transtornos e se programarem para realizar suas compras na terça-feira, 3 de novembro.

Lula é reeleito presidente do Brasil com dívida pública acima de 82% do PIB e R$ 11 trilhões em débitos

Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi reeleito presidente do Brasil neste domingo (25), após vencer Flávio Bolsonaro no segundo turno das eleições de 2026. Com o resultado, o petista conquista seu quarto mandato presidencial e permanecerá no Palácio do Planalto até o fim de 2030.

A vitória garante a continuidade do governo Lula, mas também mantém sobre o presidente a responsabilidade de enfrentar os problemas econômicos e fiscais que marcaram o mandato anterior.

Entre os principais desafios estão o crescimento da dívida pública, a pressão sobre as contas do governo, o controle dos gastos federais e a necessidade de equilibrar despesas e arrecadação.

A situação fiscal deverá continuar no centro das discussões políticas e econômicas. O novo mandato também será acompanhado por cobranças sobre o custo de vida, o poder de compra da população e a capacidade do governo de cumprir suas promessas eleitorais.

Com a reeleição, Lula terá mais quatro anos para apresentar resultados e responder às críticas sobre sua gestão econômica, enquanto a oposição seguirá fiscalizando as decisões do governo. — É o Mundo

Prefeitura de Iguaracy transfere ponto facultativo do Dia do Servidor Público para 30 de outubro

A Prefeitura de Iguaracy, através da gestão do prefeito Dr. Pedro Alves, publicou o Decreto nº 052/2026, que transfere o ponto facultativo alusivo ao Dia do Servidor Público, inicialmente previsto para quarta-feira, 28 de outubro, para a sexta-feira, dia 30 de outubro.

De acordo com o decreto assinado pelo prefeito Dr. Pedro Alves, não haverá expediente nas repartições públicas municipais na data do ponto facultativo, com exceção dos serviços essenciais e indispensáveis à população, como unidades de saúde de urgência e emergência, limpeza pública, segurança, defesa civil e demais atividades que não podem ser interrompidas.

A medida é válida para os órgãos e repartições da administração pública municipal e não se aplica à iniciativa privada, cujo funcionamento ficará a critério de cada responsável.

A alteração foi oficializada por meio do Decreto nº 052/2026, publicado em outubro deste ano.


Autonomia financeira e liberdade: Veja qual é a única cidade de Pernambuco em que Lula perdeu

O presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) venceu em 183 das 184 cidades de Pernambuco e no arquipélago de Fernando de Noronha nos dois turnos das eleições presidenciais de 2026. Tanto no dia 4 de outubro quanto no domingo (25), ele perdeu em apenas um município do seu estado natal: Santa Cruz do Capibaribe, no Agreste, onde também ficou em segundo lugar na eleição presidencial de 2022. — Com informações do G1

Em Pernambuco, Lula obteve 563.542 votos a mais do primeiro para o segundo turno, passando de 3.553.971 para 4.117.513, de acordo com a Justiça Eleitoral. Já Flávio Bolsonaro (PL) conseguiu 94.511 votos a mais, passando de 1.738.043 para 1.832.554 entre os turnos. Com isso, o presidente passou de 63,45% dos votos válidos no primeiro turno para 69,20% no segundo, e o adversário dele recuou de 31,03% para 30,80%.

No segundo turno, em Santa Cruz do Capibaribe, o senador do Partido Liberal (PL) obteve 30.519 votos, o equivalente a 53,60%; e o presidente reeleito do Partido dos Trabalhadores (PT) alcançou 26.421 votos válidos, o que corresponde a 46,40%. A diferença de votos na cidade do interior pernambucano foi de 7,2 pontos percentuais.

No primeiro turno, esse cenário se repetiu, pois Lula recebeu 21.949 votos, que representam 40,11%, e Flávio Bolsonaro alcançou 28.844 votos válidos no município, o correspondente a 52,71%. Com 12,6 pontos percentuais, a diferença da votação na cidade foi maior na etapa inicial das eleições.Lula venceu em 183 das 184 cidades de Pernambuco e em Fernando de Noronha

No comparativo com a eleição presidencial de 2022, o então candidato à reeleição Jair Bolsonaro (PL) teve 24.637 votos no primeiro turno em Santa Cruz do Capibaribe, o que corresponde a 48,31%, enquanto Lula foi a escolha de 23.517 eleitores, com 46,11% dos votos no município, uma diferença de 2,2 pontos percentuais entre os candidatos.

Já no segundo turno no pleito daquele ano, Jair recebeu 26.632 votos, o equivalente a 52,12%, e Lula obteve 24.462 votos, correspondendo a 47,88% da votação em Santa Cruz do Capibaribe. Na ocasião, a diferença entre os dois candidatos foi de 4,24 pontos percentuais.

Maiores colégios eleitorais

Luiz Inácio Lula da Silva venceu nos cinco maiores colégios eleitorais de Pernambuco. Confira os resultados abaixo:
Recife (1.228.592 eleitores):

Lula: 633.369 votos (61,27%)
Flávio Bolsonaro: 400.342 votos (38,73%)
Jaboatão dos Guararapes (498.144 eleitores):

Lula: 240.321 votos (60,57%)
Flávio Bolsonaro: 156.469 votos (39,43%)
Olinda (301.743 eleitores):

Lula: 162.252 votos (63,30%)
Flávio Bolsonaro: 94.080 votos (36,70%)
Caruaru (254.214 eleitores):

Lula: 130.284 votos (59,60%)
Flávio Bolsonaro: 88.313 votos (40,40%)
Petrolina (248.185 eleitores):

Lula: 140.010 votos (67,78%)
Flávio Bolsonaro: 66.555 votos (32,22%)

Com apoio do prefeito Dr. Pedro Alves, Lula obtém votação histórica de 6.158 votos em Iguaracy

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi o candidato mais votado no segundo turno das eleições presidenciais em Iguaracy, no Sertão de Pernambuco. Lula recebeu 6.158 votos, o equivalente a 84,25% dos votos válidos, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) obteve 1.151 votos.

O resultado representa, segundo os dados apresentados, a maior votação já alcançada por um candidato à Presidência com o apoio de um prefeito no município, superando os 5.541 votos obtidos por Lula no primeiro turno de 2026.

O prefeito também entrou para a história política do município ao ser eleito, em 2024, com 4.328 votos, a maior votação já registrada em Iguaracy para o cargo de prefeito.

E como diz a expressão popular, “quem tem dois lados é moeda”, Dr. Pedro mostrou que tem lado e, desde o início, assumiu publicamente sua posição. Foi às ruas, visitou eleitores e defendeu sua escolha, tanto nas redes sociais quanto no contato direto com a população, deixando clara sua preferência eleitoral e marcando presença na disputa presidencial em Iguaracy.

Um detalhe curioso é que Dr. Pedro Alves e Lula têm praticamente a mesma idade: o prefeito é apenas dois dias mais novo que o presidente. A coincidência reforça uma reflexão: a idade, por si só, não é impedimento para administrar uma cidade ou um país; a experiência e a capacidade de gestão também contam.

Ao contrário de Lula, cuja carreira tem sido dedicada exclusivamente à política por muitos anos, Dr. Pedro Alves, antes de ser eleito prefeito e mesmo quando era vice-prefeito, sempre se manteve ativo na medicina. E diferente do petista, ser um médico-cirurgião não é ter uma vida fácil e, antes de conduzir os destinos de Iguaracy, exercia sua profissão com dedicação e competência.

Em suas redes sociais, o prefeito agradeceu à população de Iguaracy e a cada cidadão pela confiança, pelo apoio e pelos votos que contribuíram para o resultado expressivo de Lula no município.


Estados nordestinos lideraram comparecimento às urnas no 2º turno

Os estados do Nordeste registraram as menores taxas de abstenção do Brasil no 2º turno das eleições presidenciais deste domingo (25). Segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o Ceará liderou o comparecimento às urnas, com só 13,89% de ausência entre os eleitores aptos a votar. Pernambuco (15,18%) e Paraíba (15,54%) completaram a lista dos 3 Estados com menor abstenção na disputa entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL).

A taxa de abstenção nacional foi de 19,22%, o equivalente a um comparecimento de 80,78% do eleitorado. No Ceará, a proporção de eleitores ausentes ficou 5,33 pontos percentuais abaixo da média brasileira. Em Pernambuco, a diferença foi de 4,04 pontos, enquanto na Paraíba chegou a 3,68 pontos. Das 10 menores abstenções, só 3 não ocorreram em Estados nordestinos. A região deu ampla vitória à Lula com 69,37% dos votos válidos para o petista.

Na comparação com o 2º turno de 2022, a Bahia registrou a maior redução da abstenção entre as 27 unidades da Federação. O percentual de eleitores ausentes caiu de 20,48% para 16,71%, um recuo de 3,77 pontos percentuais. O Ceará apareceu em seguida, com queda de 3,25 pontos, e Sergipe, com redução de 3,18 pontos.

Ao todo, a abstenção diminuiu em 25 das 27 unidades da Federação em relação ao 2º turno de 2022. As únicas exceções foram Roraima, onde o percentual de ausentes subiu 1,23 ponto percentual, para 23,15%, e o Distrito Federal, com alta de 0,58 ponto, para 17,30%.

Depois de ficar em cima do muro, Raquel Lyra parabeniza Lula pela vitória no 2º turno

A governadora reeleita de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), parabenizou neste domingo (25) o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pela vitória no segundo turno das eleições presidenciais. Em mensagem divulgada após o resultado, a governadora desejou sucesso ao petista e reafirmou o compromisso de manter a parceria institucional entre o governo estadual e o Palácio do Planalto. — Texto da matéria por Vinícius Sales

“Parabenizo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva pela reeleição à Presidência da República e desejo sucesso na missão de governar o nosso país novamente”, afirmou Raquel.

A governadora destacou os resultados da parceria com o governo federal durante seu primeiro mandato e sinalizou que pretende manter a relação com Lula nos próximos quatro anos. “Vamos seguir, aqui em Pernambuco, trabalhando junto com o Governo Federal com muito diálogo, respeito institucional e parceria. Foi assim que a gente conseguiu destravar obras, garantir investimentos e entregar vida nova para nossa gente”, declarou.

Raquel também desejou que o novo mandato presidencial seja marcado pela união e pelo fortalecimento da democracia. “Da nossa parte, pode contar com Pernambuco, presidente Lula. Vamos seguir trabalhando, sem parar, para transformar cada compromisso em resultado concreto na vida das pessoas”, acrescentou.

A manifestação ocorre após a governadora ter optado pela neutralidade no segundo turno presidencial, apesar de ter sido procurada por aliados de Lula e de Flávio Bolsonaro (PL). Durante a campanha, Raquel evitou declarar apoio a qualquer um dos candidatos e defendeu a manutenção das parcerias institucionais independentemente do resultado das urnas.


As dez promessas de Lula para o quarto mandato no discurso

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que vai “mudar o jeito de governar esse País” ao fazer o discurso de vitória, após conquistar mais de 64 milhões de votos em uma virada histórica contra o senador Flávio Bolsonaro (PL). — Estadão

Cercado de aliados, o petista fez dez promessas para o quarto mandato, prometendo uma guinada digital e esforços para fazer “a melhor gestão de todas” à frente do Poder Executivo federal.
  • Regulação das plataformas digitais: O presidente afirmou que será necessário regular as plataformas digitais para combater o crime digital e evitar interferência externa;
  • Comunicação direta: Lula prometeu maior espaço para a comunicação digital e conversas frequentes e diretas com cidadãos pelo celular;
  • Políticas para idosos e mulheres: O petista garantiu que levará a sério a política de cuidado com idosos e defendeu mais respeito às mulheres;
  • Respeito às religiões: Lula assegurou que todas as religiões serão respeitadas em igualdade de condições;
  • Educação: O presidente prometeu universalizar escolas de tempo integral até o ensino médio, universalizar o Pé-de-Meia para o ensino médio e criar o Pé-de-Meia para universitários;
  • Tecnologia e Energia: Lula defendeu investimento em economia digital, verde e criativa, além de utilizar o potencial energético do País para atrair data centers;
  • Inteligência Artificial: O presidente reeleito defendeu o desenvolvimento de uma IA brasileira;
  • Saúde: Lula prometeu continuar os investimentos no SUS, levar o Brasil a ter o maior porcentual de tratamento de câncer no mundo e implementar o Hospital Inteligente, projeto da médica cardiologista Ludhmila Hajjar;
  • Segurança Pública: Lula afirmou que o governo federal deve atuar diretamente na segurança pública para garantir a paz e a tranquilidade da população porque “os Estados não dão conta”;
  • Congresso Nacional: O petista disse que vai trabalhar e votar com o Congresso eleito pela população no primeiro turno, mesmo com o Legislativo mais à direita.

Vitória de Lula é celebrada por facções criminosas com fogos e rajadas de tiros; comemorações em presídios também repercutem na internet

Vídeos que circulam nas redes sociais neste domingo (25) mostram comemorações pela vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições presidenciais em diferentes locais do país. As imagens incluem detentos de uma unidade prisional em Rio Brilhante, no Mato Grosso do Sul, comunidades do Rio de Janeiro e uma publicação do funkeiro MC Poze do Rodo celebrando o resultado eleitoral.

No Rio de Janeiro, vídeos registram intensa queima de fogos de artifício e sons de disparos de armas de fogo em comunidades após a divulgação do resultado eleitoral. Segundo publicações nas redes sociais, traficantes teriam promovido as comemorações, com explosões e tiros durante a celebração.

Um dos episódios ocorreu no bairro Piteiras, em Barra Mansa, no Sul Fluminense. A comemoração foi atribuída a integrantes do Comando Vermelho (CV), que, segundo informações preliminares, teriam efetuado diversos disparos enquanto soltavam fogos de artifício.

A ocorrência ganhou maior gravidade após informações de que uma pessoa foi baleada na região. Até o momento, não foram divulgados detalhes sobre a identidade da vítima, a gravidade dos ferimentos ou seu estado de saúde.

O funkeiro MC Poze do Rodo também publicou, nas redes sociais, um vídeo na noite deste domingo (25) comemorando a reeleição de Lula à Presidência da República.

O artista já foi alvo de investigação da Polícia Civil do Rio de Janeiro por suspeita de apologia ao crime. Segundo informações atribuídas às autoridades, músicas do funkeiro exaltariam o Comando Vermelho, uma das maiores facções criminosas do país.

A publicação repercutiu nas redes sociais, especialmente em meio à circulação de vídeos que mostram supostas comemorações em áreas dominadas por grupos criminosos.

Os registros provocaram debates entre internautas, principalmente pelo relato de disparos de armas de fogo em áreas residenciais e pelo risco imposto à população.

Lula ganhou eleição com o equivalente a 100% de todos os votos dos candidatos da terceira via e ainda mais um pouco

O crescimento eleitoral de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições presidenciais de 2026 chama a atenção pela dimensão dos números.

No primeiro turno, os candidatos da chamada terceira via somaram aproximadamente 9,3 milhões de votos. Já Lula, que havia recebido 53,8 milhões, ultrapassou a marca de 64,1 milhões no segundo turno.

Isso significa que o petista conquistou mais de 10,2 milhões de votos adicionais, número superior a toda a votação dos candidatos eliminados no primeiro turno.

Na prática, Lula cresceu o equivalente a 100% dos votos da terceira via e ainda acrescentou quase 1 milhão de votos.

Enquanto isso, Flávio Bolsonaro (PL) registrou um crescimento de aproximadamente 3,7 milhões de votos.

A diferença levanta uma pergunta: como Lula conseguiu ampliar sua votação em um volume superior ao de todos os candidatos eliminados somados?

Embora os números não permitam afirmar que todos os eleitores da terceira via migraram para Lula, o salto evidencia a dimensão da virada eleitoral e merece uma análise detalhada sobre a transferência de votos, a participação dos eleitores e as mudanças entre os dois turnos. — É o Mundo

Luiz Inácio Lula da Silva é reeleito presidente da República e assume quarto mandato a partir de janeiro de 2027

Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi reeleito presidente da República neste domingo (25), após derrotar o senador Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno das eleições de 2026. Aos 80 anos, o petista conquistou seu quarto mandato presidencial em uma virada inédita na história das eleições brasileiras desde a redemocratização: pela primeira vez, o candidato que terminou o primeiro turno em segundo lugar conseguiu vencer a disputa decisiva.

Com 99,77% das urnas apuradas, Lula recebeu 64.078.503 votos, equivalentes a 51,76% dos votos válidos. Flávio Bolsonaro alcançou 59.728.246 votos, correspondentes a 48,24%. A diferença chegou a 4.350.257 votos, segundo a atualização da apuração eleitoral das 21h15, quando o resultado já estava matematicamente definido.

A vitória representa mais um marco na trajetória política do presidente, que se torna o primeiro brasileiro a vencer quatro eleições presidenciais pelo voto direto. Lula já havia sido eleito em 2002, reeleito em 2006 e retornado ao Palácio do Planalto após derrotar Jair Bolsonaro em 2022.

O resultado deste domingo também marca a segunda eleição presidencial consecutiva em que Lula derrota um integrante da família Bolsonaro. Em 2022, o petista venceu Jair Bolsonaro com 50,90% dos votos válidos, contra 49,10% do então presidente.

A virada de 2026 ocorreu depois de Flávio Bolsonaro terminar o primeiro turno à frente do presidente. Na votação de 4 de outubro, o senador recebeu 47,03% dos votos válidos, enquanto Lula registrou 45,16%. A diferença foi de aproximadamente 2,2 milhões de votos em favor do candidato do PL.

Com a disputa levada ao segundo turno, as duas campanhas reorganizaram suas estratégias para conquistar eleitores que haviam escolhido outros candidatos, além daqueles que não compareceram às urnas na primeira votação.


Datafolha: Flávio Bolsonaro tem 51% dos votos válidos, contra 49% de Lula na última pesquisa antes do segundo turno

A última pesquisa Datafolha antes do segundo turno da eleição presidencial, divulgada neste sábado (24), aponta Flávio Bolsonaro (PL) com 51% das intenções de votos válidos, contra 49% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A diferença de dois pontos percentuais mantém os candidatos em empate técnico, considerando a margem de erro de dois pontos para mais ou para menos.

O levantamento foi realizado na sexta-feira (23) e neste sábado (24), na véspera da votação que definirá o próximo presidente da República. Foram entrevistados 4.050 eleitores em 124 municípios brasileiros.

Na comparação com a pesquisa anterior, divulgada na quinta-feira (22), Flávio oscilou um ponto percentual para cima, enquanto Lula oscilou um ponto para baixo. Naquela rodada, os dois candidatos apareciam com 50% dos votos válidos, considerados os números arredondados.

A diferença numérica voltou a dois pontos percentuais, mesmo patamar registrado no levantamento de 15 de outubro. Na primeira pesquisa do segundo turno, divulgada em 8 de outubro, Flávio tinha 52% dos votos válidos, contra 48% de Lula.

As oscilações entre os levantamentos estão dentro da margem de erro e não permitem afirmar que houve crescimento ou queda estatisticamente significativa de nenhum dos candidatos.

Nos votos totais, que incluem brancos, nulos e indecisos, Flávio Bolsonaro registra 48%, enquanto Lula aparece com 47%. Outros 3% dos entrevistados afirmam que votarão em branco ou anularão o voto, e 2% permanecem indecisos.

Na pesquisa anterior, Flávio tinha 47% dos votos totais e Lula, 46%. Os votos brancos e nulos somavam 5%, enquanto os indecisos representavam 2%.

Assim, os dois candidatos oscilaram um ponto percentual para cima nessa modalidade. O percentual de eleitores que pretendem votar em branco ou anular o voto caiu dois pontos, enquanto o grupo de indecisos permaneceu estável.

Um dos fatores considerados relevantes na reta final é a abstenção. No primeiro turno, realizado em 4 de outubro, 21,08% dos eleitores deixaram de comparecer às urnas.

O tema ganhou importância diante da proximidade entre os candidatos. Durante a campanha do segundo turno, as duas candidaturas realizaram mobilizações de rua e ações nas redes sociais para ampliar a participação dos eleitores na votação.

A pesquisa também foi realizada após o último debate presidencial, promovido pela TV Globo nessa sexta-feira (23), quando Lula e Flávio voltaram a confrontar propostas e trocar críticas sobre segurança pública, economia e outros temas da campanha.

O levantamento foi contratado pela Folha de S.Paulo e pela TV Globo. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-09540/2026.

Os resultados representam as intenções de voto no período das entrevistas e não constituem uma previsão do resultado das urnas neste domingo (25).

Fonte: O Globo

Quaest: Flávio Bolsonaro tem 51% e Lula 49% dos votos válidos na última pesquisa

A última pesquisa Quaest antes do segundo turno da eleição presidencial, divulgada neste sábado (24), aponta o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 51% dos votos válidos, contra 49% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A diferença de dois pontos percentuais mantém os candidatos em situação de empate técnico na véspera da votação deste domingo (25).

O resultado indica um cenário numericamente próximo ao registrado na pesquisa anterior, divulgada na quarta-feira (21). Naquela rodada, Flávio aparecia com aproximadamente 50,6% dos votos válidos, enquanto Lula registrava 49,4%. Arredondados para números inteiros, os percentuais também correspondiam a 51% e 49%.

A diferença entre os candidatos permanece dentro da margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Os resultados não permitem afirmar que exista uma vantagem estatisticamente consolidada para qualquer uma das candidaturas.

Na pesquisa anterior, considerando os votos totais, Flávio tinha 45% das intenções de voto e Lula, 44%. Outros 9% declaravam voto branco, nulo ou que não compareceriam à votação, enquanto 2% permaneciam indecisos.

A rejeição aos candidatos também havia sido medida naquela rodada. Flávio registrava 52%, contra 47% de Lula. Os percentuais representavam uma redução em relação ao levantamento de 14 de outubro, quando a rejeição era de 54% ao senador e 53% ao presidente.

A nova pesquisa foi contratada pelo Grupo Globo e ouviu 3.702 eleitores, com entrevistas previstas para os dias 23 e 24 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-09158/2026.

Os percentuais da última pesquisa representam as intenções de voto dos entrevistados e não constituem uma previsão do resultado da votação.

Fonte: O Globo


Gerp: Flávio tem 52% e Lula 48% dos votos válidos

Pesquisa Gerp divulgada neste sábado (24), véspera do segundo turno presidencial, aponta Flávio Bolsonaro (PL) com 52% dos votos válidos, contra 48% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A diferença de quatro pontos percentuais é classificada pelo instituto como empate técnico, considerando a margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. — Via Nill Júnior

O resultado representa uma redução da diferença numérica entre os candidatos em relação à pesquisa anterior, divulgada na quarta-feira (21). Naquela rodada, Flávio registrava 53% dos votos válidos, enquanto Lula aparecia com 47%.

Na comparação, o senador oscilou um ponto percentual para baixo, enquanto o presidente oscilou um ponto para cima. A distância entre os dois passou de seis para quatro pontos percentuais. As variações estão dentro da margem de erro e não permitem afirmar que houve mudança estatisticamente significativa nas intenções de voto.

Nos votos totais, que incluem os entrevistados que não escolheram nenhum candidato ou não souberam responder, Flávio Bolsonaro aparece com 49%, contra 46% de Lula. Outros 3% não souberam ou não responderam, enquanto 1% declarou que não votaria em nenhum dos candidatos.

Na pesquisa anterior, Flávio tinha 50% dos votos totais e Lula, 45%. Assim, o candidato do PL oscilou um ponto percentual para baixo, enquanto o presidente apresentou oscilação positiva de um ponto.

No cenário espontâneo, quando os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, Flávio registra 47% das intenções de voto, contra 44% de Lula. Outros 8% não souberam responder e 1% mencionou outros nomes.

O levantamento também apresenta diferenças regionais no comportamento do eleitorado. No Nordeste, Lula aparece com 60% dos votos válidos, contra 40% de Flávio Bolsonaro. Segundo o instituto, a diferença é estatisticamente significativa.

O cenário se inverte no Centro-Oeste, onde Flávio registra 71% e Lula, 29%, e no Sul, com 65% para o senador e 35% para o presidente. Nessas duas regiões, as diferenças também são consideradas estatisticamente significativas pela Gerp.

No Sudeste, maior colégio eleitoral do país, Flávio tem 51% e Lula, 49%. No Norte, os percentuais são de 56% para o candidato do PL e 44% para o petista. O instituto aponta empate técnico nas duas regiões, consideradas as respectivas margens de erro.

Entre os homens, Flávio registra 56% dos votos totais, contra 40% de Lula. Já entre as mulheres, o presidente aparece com 50%, enquanto o senador tem 43%.

No recorte por renda familiar, Lula registra 61% das intenções de voto entre os entrevistados que recebem até um salário mínimo, contra 32% de Flávio. Entre aqueles com renda de dois a cinco salários mínimos, Flávio aparece com 53% e Lula, com 44%.

A pesquisa também investigou a rejeição aos candidatos. Lula é rejeitado por 48% dos entrevistados, enquanto Flávio Bolsonaro registra 45%. A diferença de três pontos percentuais configura empate técnico nesse indicador.

Outros 2% afirmaram que não votariam em nenhum dos dois candidatos, enquanto 2% disseram que poderiam votar em qualquer um deles. Os que não souberam responder representam 3%.

O Instituto Gerp Mercadologia entrevistou 2.400 eleitores por telefone, entre os dias 22 e 24 de outubro, em todas as unidades da Federação. O levantamento foi financiado com recursos próprios do instituto.

A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95,55%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-09327/2026.

A rodada anterior, divulgada em 21 de outubro, também ouviu 2.400 eleitores, entre os dias 19 e 21, e foi registrada sob o número BR-03835/2026.

Marca da rejeição será fardo a ser carregado pelo vencedor da corrida ao Palácio do Planalto

Entre os milhões de brasileiros que irão às urnas no segundo turno, há um grupo expressivo de eleitores que vai escolher o próximo presidente da República sem levar muito em conta virtudes, afinidades ideológicas, promessas de campanha ou propostas de governo do candidato. O voto será usado como arma para impedir a vitória do oponente. De modo simplificado, muitos eleitores que votaram no senador Flávio Bolsonaro no primeiro turno foram impulsionados pelo desejo de evitar a vitória de Lula, e vice-versa. Pesquisa divulgada na quarta-feira 21, pela Quaest, confirma essa tendência. — VEJA. 
 
A quatro dias do pleito, 52% dos eleitores afirmaram que não votariam de jeito nenhum no candidato do PL, enquanto 47% disseram o mesmo em relação ao candidato do PT. Os dois presidenciáveis, portanto, chegam à reta final empatados tecnicamente dentro da margem de erro e com altos índices de rejeição. Esse cenário, se confirmado, indica que, além de uma disputa acirrada, o vencedor subirá a rampa do Palácio do Planalto em janeiro graças a uma leva de apoiadores circunstanciais.

Segundo especialistas, uma campanha em que os candidatos têm como principal ativo e cabo eleitoral o repúdio ao adversário é prenúncio de uma tensão crônica, independentemente de quem vencer. Essa já tem sido, aliás, a característica do processo político no país nos últimos doze anos, com uma sequência de eleições presidenciais polarizadas. Em 2014, 3,5 milhões de votos separaram Dilma Rousseff (PT) de Aécio Neves (PSDB) no segundo turno, dando novo mandato à petista, que seria apeada do Planalto por um processo de impeachment em 2016. 
 
Em 2018, o pleito foi marcado pela prisão de Lula, pela escolha de Fernando Haddad para substituí-lo na urna e pelo ataque a faca contra Jair Bolsonaro. Já em 2022, Lula apresentou-se como o candidato de uma frente ampla em defesa da democracia e transformou o capitão reformado no primeiro presidente desde a redemocratização a perder a reeleição. No oitavo dia de seu novo mandato, milhares de apoiadores de Bolsonaro atacaram as sedes dos Três Poderes em Brasília, ao levar a um julgamento que condenou o ex-mandatário a mais de 27 anos de cadeia por tentativa de golpe de Estado.

Ao iniciar o atual governo com o slogan “União e reconstrução”, Lula tentou vender a ideia de que trabalharia para pacificar a sociedade, um discurso que serviu apenas para capturar o grupo que não votaria de jeito nenhum em Jair Bolsonaro. Não veio nem a união nem a reconstrução. Resultado: parte relevante desses apoiadores circunstanciais, ao perceber o estelionato, mudou rapidamente de posição, está na raiz da alta taxa de desaprovação do governo e hoje não vota de jeito nenhum no petista, realimentando um ciclo vicioso que só faz mal ao país. 

Flávio x Lula: crise fiscal e peso das promessas são alguns dos dilemas do futuro presidente

Nunca foi tão difícil vencer uma eleição presidencial. Os dois candidatos finalistas passaram ao segundo turno com uma pequena diferença entre eles: 2,2 milhões de votos ou 1,8 ponto percentual, o menor índice registrado desde a redemocratização. Os dois candidatos são rejeitados por cerca de metade do eleitorado. E os dois candidatos, por partilhar do mesmo pecado de atacar muito e propor pouco, também não conseguiram cultivar apoios consistentes no eleitorado independente, considerado o fiel da balança na votação. — Por Hugo Marques/VEJA

Pesquisa Quaest divulgada na quarta-feira (21), mostrou que as intenções de voto espontâneas no presidente Lula e no senador Flávio Bolsonaro caíram dentro da margem de erro, com ambos marcando 40%, enquanto a fatia dos indecisos duplicou de 7% para 14%. A disputa continua aberta e poderá ser definida no photochart, com uma vantagem apertada para o vencedor. Em 5 de janeiro, o eleito assumirá um país repleto de problemas, cindido e ansioso por soluções. No exercício do mandato, ele provavelmente perceberá que governar, muitas vezes, pode ser bem mais complicado do que ganhar uma eleição.

Um dos desafios do futuro presidente será lidar com uma sociedade dividida e refém da chamada polarização afetiva, na qual os principais grupos políticos não se consideram apenas adversários, mas se tratam como inimigos a ser aniquilados. Não há diálogo entre as partes, tal qual havia entre petistas e tucanos no passado. Mesmo gestos mínimos de civilidade, como um cumprimento dos postulantes à Presidência diante das câmeras de televisão, foram deixados de lado. E nada indica que haverá mudança nesse quadro. Em 2022, Lula derrotou Jair Bolsonaro com a ajuda de uma frente ampla, consolidada a partir do convite a Geraldo Alckmin, ex-PSDB, a quem derrotou em 2006, para que fosse o vice de sua chapa. De volta ao Planalto e honrando a tradição hegemônica do PT, abandonou o conceito de frente ampla.

Já Flávio Bolsonaro até tentou posar de conciliador no início da campanha, mas logo abandonou o figurino. O senador já deixou claro que defenderá iniciativas que dividem a sociedade. Ele declarou, por exemplo, que livrará da prisão seu pai, Jair Bolsonaro, a tempo de o capitão lhe colocar a faixa presidencial no dia da posse, caso, obviamente, vença o segundo turno. O Zero Um e a bancada de senadores do PL também querem dar prioridade à votação de pedidos de impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

Na mesma toada, o deputado cassado Eduardo Bolsonaro, o Zero Três, avisou que, se o irmão dele se tornar presidente, promoverá uma caça às bruxas no Itamaraty contra diplomatas que supostamente boicotaram o governo do pai. Há a possibilidade de tentativas de revanches, que podem interditar ou atrapalhar a tramitação de propostas de interesse do país. “O ideal seria que o governo começasse com uma grande conversação nacional. Só se reconecta um país dividido com uma postura equilibrada, madura, com ações corajosas para consolidar as bases institucionais, política e econômica”, diz Michel Temer. “Sem viés ideológico, com viés de pacificação”, completa o ex-presidente.

Restabelecer canais de diálogo e baixar a fervura da disputa política será fundamental para que o presidente eleito tenha chance de encaminhar soluções para o maior desafio econômico do país: o desarranjo das contas públicas. Desde o início do terceiro mandato de Lula, a dívida brasileira saltou de 72% para 83% do PIB. O crescimento desordenado dos gastos tem impactado de forma negativa as taxas de juros, sufocando financeiramente famílias e empresas. 

Diante desse cenário, formou-se um consenso de que algum ajuste fiscal terá de ser feito, sob pena de o próximo governo não ter recursos para bancar programas sociais, investimentos e até o custeio da máquina pública. As equipes técnicas de Lula e Flávio Bolsonaro divergem sobre o receituário a ser adotado, a intensidade das medidas e o horizonte de implantação destas, enquanto os candidatos fogem do assunto, já que falar em cortes durante a campanha significaria perder votos. Na sua tentativa de virar o jogo, Lula tem pegado carona na promessa de Flávio Bolsonaro de promover um “tesouraço” para dizer que o oponente cortará programas sociais, como o Bolsa Família.

De camisetas a celular na cabine: o que pode e o que não pode no dia da votação

Neste domingo (25), ocorre o segundo turno das eleições presidenciais. Em outros cinco estados e no Distrito Federal, a população escolhe também seus governadores. Com a aproximação do dia da votação, vale relembrar as regras da Justiça Eleitoral para manifestações políticas, vestimentas e comportamentos que devem ser evitados durante a realização do pleito.

Confira itens e práticas permitidos ou vetados durante a votação.

A Justiça Eleitoral permite que os eleitores manifestem suas preferências políticas de forma individual e silenciosa e autoriza o uso de bandeiras, broches, camisetas, dísticos e adesivos. Dessa forma, os votantes podem usar trajes com as cores de suas preferências.

No entanto, as manifestações coletivas e ruidosas, com aglomeração de pessoas padronizadas e/ou uso de instrumentos de propaganda, estão proibidas.

Distribuição de material de campanha, pedido de voto ou aliciamento de eleitores também estão vetados, sendo considerados boca de urna.

Cola eleitoral e celular na cabine

Eleitores podem levar uma colinha com o número de urna de seus candidatos para facilitar o processo de votação. Esse lembrete deve ser em papel; celulares não são permitidos.

A Justiça Eleitoral não permite que eleitores entrem na cabine de votação com celulares, máquinas fotográficas, filmadoras e outros equipamentos que permitam o registro do voto.

Os aparelhos devem ser deixados em uma mesa ao lado da cabine de votação.

O dia da votação

O período de votação segue o horário de Brasília, iniciando às 8h e finalizando às 17h. Após esse horário, apenas as pessoas que estiverem na fila poderão votar. — Estadão

Apoios e neutralidade: os possíveis rumos dos 9 milhões de votos da 3ª via

Os candidatos à Presidência da 3ª via, Augusto Cury (Avante), Renan Santos (Missão), Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo), receberam mais de 9 milhões de votos, cerca de 7,58% do eleitorado. Às vésperas do 2º turno entre Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT), os presidenciáveis ainda tentam converter o eleitor de fora da polarização e buscam votos. — Metrópoles

Entre as vias alternativas, Caiado e Zema manifestaram apoio a Flávio logo após o primeiro turno, enquanto Cury declarou voto na candidatura do senador semanas depois, afirmando que foi “exigente” e cobrou do candidato “compromisso de governar sem ódio e sem vingança”.

Por outro lado, Renan Santos (Missão), manteve linha de neutralidade formal ao liberar a bancada da sigla e os eleitores para votarem conforme as próprias convicções. Conforme revelou o Metrópoles, Renan sequer deve sair para votar neste domingo (25).

Apesar do apoio majoritário ao filho 01 de Jair Bolsonaro, a migração real do eleitor da 3ª via se dividiu, aponta a pesquisa da Quaest e especialistas ouvidos pelo Metrópoles.

Eleitor da 3ª via rejeita “alinhamento automático”

Embora Cury, Renan, Caiado e Zema se posicionem com ideais de direita/liberais, o Cientista Político Leandro Gabiati explica que os eleitores da 3ª via rejeitam um “alinhamento automático” ao espectro ideológico, no caso, o qual Flávio também diz pertencer.

“Parte desse eleitorado tem uma identidade mais próxima da direita, enquanto outra parte procurou justamente uma alternativa à polarização entre Lula e Flávio. Portanto, não existe uma transferência mecânica desses votos para Flávio, mas ainda consegue captar ao menos 40% deles”, afirmou.

Outro exemplo que indica a autonomia e a recusa de seguir cegamente a orientação do candidato da terceira via, é o eleitorado de Augusto Cury.

Segundo a Quaest, ao menos 48% dos eleitores do escritor podem migrar para Lula, em razão do político ter se posicionado como alternativa à polarização e discurso menos ideológico.

“No caso de Cury, parte do seu eleitorado parece ter escolhido um candidato que se apresentou como alternativa à polarização, com um discurso menos ideológico. Quando essa opção de alternativa desaparece no segundo turno, o eleitor passa a considerar outros critérios, como rejeição, avaliação dos candidatos e expectativas sobre o próximo governo”, afirmou.

Bloco de 33 milhões de ausentes não é fácil de ser captado

A abstenção no 1º turno das eleições atingiu 21,8% do eleitorado apto a votar (cerca de 33,4 milhões de ausentes). O número é um recorde histórico no Brasil ao apresentar o maior índice de abstenções desde 1998.

Conforme Gabiati, o bloco de ausentes não é um eleitorado fácil de ser capturado. Diferente de eleitores da 3ª via, que se dispuseram a votar no 1º turno, o grupo de abstencionistas enfrentam diversos fatores que o fizeram não votar.

“A abstenção envolve fatores diversos, como dificuldades de deslocamento, mudança sem transferência do domicílio eleitoral, estado de saúde, ou ainda desinteresse e insatisfação com a política. Por isso, não podemos considerar os 33 milhões de ausentes como um bloco de eleitores disponíveis”, declarou.

No entanto, o especialista pontua que uma parte destes ausentes, indecisos, podem ser convencidos e que as campanhas devem tentar convencê-lo com estratégias específicas, sem radicalismo e com clareza ao passar a importância de votar.

O recuo do grupo de Alexandre de Moraes após derrota no 1º turno

No segundo turno, o protagonismo de alguns ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) demonstrado no primeiro turno, simplesmente se esvaiu. 

Ficaram totalmente encolhidos e passaram a respeitar as decisões da corte eleitoral. O baque com a vitória parcial de Flávio Bolsonaro foi enorme, gigantesco, mas um outro fator foi decisivo.

Eis o que diz Malu Gaspar sobre isso:


“O grupo de Alexandre de Moraes em particular, optou por uma postura de cautela e autocontenção após o resultado do primeiro turno, marcado pela eleição de uma forte bancada pró-impeachment de integrantes do STF, formada por ao menos 49 senadores.

Uma das principais bandeiras dessa tropa de choque conservadora no Senado é a cassação de Moraes, o que deve ser um dos principais tópicos nos trabalhos da Casa no início do ano que vem. Para a abertura de um processo nesse sentido, algo inédito na história do país, são necessários 54 votos.

‘Eles [os ministros do STF] perceberam que as intervenções estavam saindo pela culatra’, afirma um interlocutor de Moraes ouvido reservadamente pelo blog, que define o resultado do primeiro turno como um ‘massacre’.

Entre as decisões tomadas pela Corte que tiveram impacto sobre o primeiro turno estiveram a inclusão do candidato Renan Santos (Missão) no primeiro debate da Globo (que acabou cancelado), a disseminação de fake news sobre Nossa Senhora Aparecida e o aval ao reajuste no valor do Bolsa Família.”

E prossegue a jornalista
:

“O grupo de Moraes não apenas foi confrontado com o resultado da eleição no Senado, mas sofreu reveses nos estados em que tomou decisões que interferiram no andamento do pleito. Foi o que ocorreu nas disputas pelos governos do Rio e de Roraima, marcadas pela judicialização e manobras internas do STF.

No caso fluminense, o STF agiu para impedir que o presidente da Assembleia Legislativa do Rio, Douglas Ruas (PL-RJ), disputasse as eleições ocupando interinamente o Palácio Guanabara e com o controle da máquina estatal. Apesar da intervenção da Corte, Ruas foi eleito já no primeiro turno.”

Em suma: Bateu o medo. 
— Jornal da Cidade Online

Flávio acena para Raquel Lyra ao falar do Nordeste no debate da TV Globo

O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) fez um aceno à governadora reeleita de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), durante o debate da TV Globo, nesta sexta-feira (23). Ao falar sobre o Nordeste, o senador afirmou que, caso seja eleito, pretende trabalhar em parceria com governadores de diferentes partidos, incluindo aqueles que não integram seu grupo político. — Por Vinícius Sales

“Eu vou ser presidente do Brasil. Vou governar inclusive para você. Eu vou governar para o Nordeste, vou governar inclusive em parceria com os governadores que não são aliados meus políticos”, afirmou Flávio, dirigindo-se ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Na sequência, o candidato mencionou Pernambuco e destacou a possibilidade de uma parceria com Raquel Lyra para enfrentar problemas relacionados à segurança pública e à infraestrutura do estado.

“Eu já dei o exemplo aqui de Pernambuco. Vai ser uma grande honra sentar com a governadora Raquel Lyra para ajudar os nossos irmãos pernambucanos, junto com a governadora, a combater o crime organizado e levar as obras que precisam para lá”, declarou.

A declaração ocorre na reta final da campanha presidencial, em meio às movimentações políticas em torno do posicionamento de Raquel Lyra no segundo turno. A governadora optou pela neutralidade na disputa entre Lula e Flávio, apesar das articulações de aliados do presidente em busca de seu apoio.

Durante o debate, Flávio também rebateu críticas de Lula sobre a atuação de governos anteriores no Nordeste. O senador citou as obras da transposição do Rio São Francisco e atribuiu ao governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) a conclusão de etapas do empreendimento.

“Você prometeu entregar a transposição do Rio São Francisco até 2009 e não entregou. Depois prometeu entregar até 2014 e também não entregou. Sabe quem levou, quem concluiu as obras e fez finalmente chegar água até o Nordeste? Jair Messias Bolsonaro”, afirmou.

A transposição do São Francisco atravessou diferentes governos, com obras iniciadas durante a gestão Lula e entregas realizadas também nas administrações seguintes.

Presidente diz que regulamentará redes sociais “doa a quem doer”

Durante entrevista ao SBT, o presidente Lula (PT) afirmou que pretende avançar na regulamentação das redes sociais no Brasil e declarou que a medida será adotada “doa a quem doer”.

Lula argumentou que a proposta não representa censura, mas a criação de regras para as plataformas digitais. Segundo o presidente, as leis aplicadas à vida real também devem valer no ambiente virtual.

A regulamentação das grandes empresas de tecnologia, as chamadas big techs, integra a agenda do governo federal. Lula também criticou a disseminação de informações falsas e defendeu que as redes não estimulem o ódio. — BG

Datafolha: 8 em cada 10 brasileiros apoiam a redução da maioridade penal

Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (17) mostra que oito em cada dez brasileiros são favoráveis a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos. Em comparação ao levantamento anterior, os números da pesquisa mostram uma estabilidade e que a medida tem o respaldo da maioria em todos os segmentos sociais.

Entre os eleitores de Flávio Bolsonaro (PL), o apoio à mudança no Código Penal é de 89% e alcança 70% entre os apoiadores do atual presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Apesar do apoio maciço na população, 26% dos jovens entre 16 e 24 anos são contra a redução da maioridade penal. Entre as pessoas mais qualificadas, que possuem ensino superior, o percentual de contrariedade é de 22%.

O tema ganhou repercussão na reta final do segundo turno após Lula defender a punição para crimes hediondos aos 16 anos. O candidato do PL propõe o endurecimento das penas de forma geral. — BNews

Turismo internacional cresce em Pernambuco e aumenta demanda por hotelaria e alimentação

Pernambuco recebeu 116.773 visitantes internacionais entre janeiro e setembro de 2026, um aumento de 65% em relação ao mesmo período do ano passado, segundo do Ministério do Turismo, em parceria com a Embratur. No Aeroporto Internacional do Recife, a movimentação chegou a 6 milhões de passageiros entre janeiro e agosto, o maior volume entre os terminais do Nordeste, segundo estudo da Empetur. — JC

O crescimento do fluxo turístico amplia a demanda por serviços de hospedagem, alimentação, transporte e comércio. De olho em reunir esses setores, a HFN – Hotel & Food Nordeste realiza uma feira em paralelo com a Super Mix 2026 nos dias 4 a 6 de novembro, no Pernambuco Centro de Convenções, em Olinda. A expectativa é que a feira reúna mais de 1.500 marcas e 32 mil visitantes.

O aumento do fluxo de visitantes cria oportunidades para hotéis, pousadas, bares, restaurantes, padarias e empresas fornecedoras de equipamentos e serviços. A HFN terá expositores de segmentos como alimentos e bebidas, mobiliário, tecnologia, softwares e soluções para gestão e operação dos negócios.

O turismo de negócios está entre as frentes de atuação do setor em Pernambuco, segundo o presidente da Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur), Eduardo Loyo. Ele diz que há estrutura disponível no estado para receber eventos e a possibilidade de que os participantes conheçam o destino e retornem em outras ocasiões.

“O turismo de negócios é um dos pilares do turismo em Pernambuco, e temos toda a estrutura para receber esse público. É muito bom ver uma feira como essa acontecendo aqui, ainda mais falando de gastronomia, que é um dos nossos maiores ativos turísticos”, declara.

Laylla tira molde do capacete de R$ 15 mil; campanha arrecadou R$ 6.826,49 e família pede ajuda para completar valor

A pequena Laylla, de apenas 7 meses, moradora de Iguaracy, no Sertão de Pernambuco, precisa da solidariedade de todos para avançar em seu tratamento. Nesta quinta-feira, a bebê foi tirar o molde da órtese craniana, conhecida como capacete ortopédico, equipamento necessário para ajudar na correção de uma assimetria no crânio.

A campanha já chegou ao 17º dia e arrecadou R$ 6.826,49, mas ainda falta muito para alcançar os R$ 15 mil necessários para comprar o equipamento.

A família faz um apelo à população de Iguaracy e de toda a região: não deixe essa corrente de solidariedade parar! Cada contribuição, mesmo que seja de R$ 5, pode ajudar Laylla a chegar mais perto de conseguir o capacete de que precisa.

Se você não puder contribuir financeiramente, faça a sua parte compartilhando esta campanha nos grupos de WhatsApp e nas redes sociais. Uma simples publicação pode chegar a alguém disposto a ajudar e fazer toda a diferença nessa caminhada.

Laylla tem apenas 7 meses de vida e precisa da nossa união. Vamos transformar solidariedade em ajuda concreta! ❤️

📲 PIX: 02247516467
👤 Titular: Maria da Conceição S. Melo

Doe o que puder. Compartilhe. Ajude Laylla! 🙏

Urgente: Governo Lula envia WhatsApp informando votação de aposentados como prova de vida às vésperas do 2º turno

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está enviando mensagens pelo WhatsApp para informar beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que o voto nas eleições pode ser utilizado como prova de vida. Tudo leva a crê, pelo que vem adotando a coordenação de campanha petista, que a apelação eleitoral em busca de votos tem usado todos os tipos de artimanhas. Os disparos ocorreram na semana do segundo turno da eleição presidencial, marcado para domingo (25).

As mensagens são enviadas pelo perfil oficial Gov.BR e informam que a participação nas eleições pode atualizar automaticamente a comprovação de vida dos beneficiários da Previdência Social. A comunicação foi disparada na noite da quarta-feira (21).

O assunto entrou na disputa eleitoral após a campanha de Flávio Bolsonaro (PL) acionar o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para tentar suspender o envio de mensagens sobre programas sociais e serviços públicos, incluindo a prova de vida do INSS.

O entendimento da campanha é de que o envio das mensagens também pode funcionar como um estímulo à participação eleitoral dos idosos, especialmente daqueles com mais de 70 anos, para quem o voto é facultativo. Ao associar o comparecimento às urnas à atualização da prova de vida do INSS, a comunicação do governo pode incentivar esse público a votar no segundo turno.

Para a surpresa de todos, o ministro Ricardo Villas Bôas Cueva negou o pedido. Na avaliação do magistrado, as mensagens têm caráter informativo, não mencionam candidatos nem apresentam pedidos de voto. A decisão também considerou que a suspensão poderia impedir o acesso da população a informações relevantes sobre serviços públicos.

Como funciona a prova de vida

A prova de vida é um procedimento utilizado para confirmar que o beneficiário continua vivo e evitar pagamentos indevidos. Atualmente, o INSS faz a verificação prioritariamente por meio do cruzamento de dados de diferentes bases governamentais.

A votação nas eleições é uma das atividades que podem ser consideradas nesse processo. Desde 2022, o procedimento prevê o uso de registros eleitorais para a comprovação de vida.

Os beneficiários que não forem identificados automaticamente podem receber notificações pelo WhatsApp oficial do Governo do Brasil e pela caixa postal do aplicativo Gov.br.

Também é possível consultar a situação pelo Meu INSS ou pela Central 135.

ENGODO: Lula não apresenta sigilos ao TSE, mas campanha posa para foto como se promessa tivesse sido cumprida, denuncia Deltan Dallagnol

A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a ser alvo de críticas após a apresentação de documentos ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Apesar da promessa de entregar informações protegidas por sigilo fiscal e bancário do presidente, de seus familiares e de empresas ligadas à família, os documentos apresentados não continham os dados prometidos, segundo denúncia de Deltan Dallagnol.

Deltan afirmou que examinou as 224 páginas protocoladas pela equipe de Lula e não encontrou nenhum documento fiscal ou bancário do presidente. Segundo ele, o material era composto por notícias de imprensa e acusações contra Flávio Bolsonaro (PL).

A equipe petista chegou a divulgar fotografias de um volumoso conjunto de documentos encadernados, dando a entender que os sigilos haviam sido apresentados. Entretanto, conforme a análise de Deltan, a petição tinha apenas quatro páginas, acompanhadas de um extenso material direcionado ao adversário político.

“Eu passei todas aqui e não tem um documento fiscal e bancário do Lula pra gente analisar”, afirmou Deltan, que classificou o episódio como uma promessa descumprida.

Entre as informações cobradas estão os sigilos de Lulinha, da primeira-dama Janja, do Instituto Lula e de empresas ligadas à família presidencial, além de registros relacionados ao empresário Daniel Vorcaro, do Banco Master.

Deltan também destacou que a defesa de Flávio Bolsonaro e da empresa Alcasar já havia apresentado manifestação autorizando o levantamento dos sigilos fiscal e bancário da empresa.

O episódio aumenta a pressão sobre Lula na reta final da eleição presidencial. Enquanto sua campanha apresentou centenas de páginas com acusações contra Flávio Bolsonaro, os documentos bancários e fiscais prometidos continuam sem aparecer no material examinado por Deltan. — É o mundo

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