
O deputado estadual João Paulo (PT) afirmou que o Partido dos Trabalhadores avalia a possibilidade de deixar a aliança com o PSB em Pernambuco e apoiar a governadora Raquel Lyra (PSD). A declaração foi feita durante entrevista, na qual o parlamentar destacou que o tema já foi discutido internamente com o senador Humberto Costa.
Segundo João Paulo, apesar das conversas, a tendência é que o presidente Lula tenha dois palanques no estado, considerando a provável candidatura do prefeito do Recife, João Campos (PSB), ao Governo de Pernambuco. Para o deputado, o cenário político ainda está em construção e não há definição consolidada.
O parlamentar avaliou que gestos recentes da governadora indicam uma aproximação maior com o projeto nacional do PT. Ele observou que tanto Raquel Lyra quanto João Campos possuem bases políticas heterogêneas e que uma definição antecipada poderia dificultar a posição da governadora no atual contexto.
João Paulo ressaltou ainda que Raquel mantém acesso aos ministérios e tem sinalizado apoio ao Governo Lula, destacando que mais importantes do que declarações públicas são as atitudes concretas. No entanto, deixou claro que, caso a governadora opte por apoiar uma candidatura presidencial de direita, não haverá espaço para uma aliança com o PT.
No campo eleitoral, o deputado defendeu que o senador Humberto Costa dispute a reeleição ao Senado em uma eventual chapa liderada por Raquel Lyra. Ele afirmou que Humberto seria hoje um dos nomes mais próximos da governadora para o Senado e que esse apoio seria politicamente relevante.
Por outro lado, João Paulo avaliou que não há sintonia política entre Humberto Costa e João Campos, lembrando divergências passadas e episódios de desgaste na relação entre o PT e o PSB. Para o deputado, a confiança e a preservação da credibilidade política são elementos centrais para qualquer composição futura.
Segundo João Paulo, apesar das conversas, a tendência é que o presidente Lula tenha dois palanques no estado, considerando a provável candidatura do prefeito do Recife, João Campos (PSB), ao Governo de Pernambuco. Para o deputado, o cenário político ainda está em construção e não há definição consolidada.
O parlamentar avaliou que gestos recentes da governadora indicam uma aproximação maior com o projeto nacional do PT. Ele observou que tanto Raquel Lyra quanto João Campos possuem bases políticas heterogêneas e que uma definição antecipada poderia dificultar a posição da governadora no atual contexto.
João Paulo ressaltou ainda que Raquel mantém acesso aos ministérios e tem sinalizado apoio ao Governo Lula, destacando que mais importantes do que declarações públicas são as atitudes concretas. No entanto, deixou claro que, caso a governadora opte por apoiar uma candidatura presidencial de direita, não haverá espaço para uma aliança com o PT.
No campo eleitoral, o deputado defendeu que o senador Humberto Costa dispute a reeleição ao Senado em uma eventual chapa liderada por Raquel Lyra. Ele afirmou que Humberto seria hoje um dos nomes mais próximos da governadora para o Senado e que esse apoio seria politicamente relevante.
Por outro lado, João Paulo avaliou que não há sintonia política entre Humberto Costa e João Campos, lembrando divergências passadas e episódios de desgaste na relação entre o PT e o PSB. Para o deputado, a confiança e a preservação da credibilidade política são elementos centrais para qualquer composição futura.


