
Duas mulheres, de 26 anos, identificadas como Aline Rodrigues dos Santos e Vitória Fernandes Soares, foram presas nesta segunda-feira (23) durante uma operação da Polícia Civil do Distrito Federal, em Ceilândia. Elas são investigadas por envolvimento em um esquema conhecido como golpe “Boa Noite, Cinderela”.
De acordo com as investigações, a dupla selecionava vítimas do sexo masculino por meio de encontros previamente combinados. Durante as reuniões, ofereciam bebidas supostamente adulteradas com substâncias capazes de provocar sonolência e reduzir a capacidade de reação das vítimas.
O caso que deu origem à investigação ocorreu em novembro de 2025, quando um homem de 53 anos teria sido dopado após um encontro em um motel localizado na QNM 15, em Ceilândia. Segundo a apuração policial, a vítima perdeu a consciência e, ao recobrar os sentidos horas depois, constatou movimentações financeiras indevidas.
Foram realizadas transferências via Pix e compras com cartão de crédito, somando quase R$ 20 mil. Parte dos valores foi direcionada a contas vinculadas às investigadas, além de transações efetuadas em máquinas de cartão associadas a elas.
As investigações também apontam que, após os crimes, as suspeitas ameaçavam as vítimas com a possibilidade de falsa acusação de estupro, mencionando suposta existência de material genético. A estratégia, segundo a polícia, gerava constrangimento e temor de exposição pública, o que pode ter contribuído para a subnotificação de outros casos.
Os mandados judiciais foram expedidos e cumpridos no último dia 13 de fevereiro, em Águas Lindas de Goiás, onde as investigadas residem. Na ocasião, elas não foram localizadas, pois estariam viajando para a Bahia durante o período de Carnaval, passando a ser consideradas foragidas até a prisão.
As duas foram indiciadas por roubo circunstanciado pelo concurso de pessoas, crime cuja pena pode chegar a 15 anos de reclusão. Vitória Fernandes Soares também foi indiciada por posse ilegal de munição de uso permitido, cuja pena varia de um a três anos de detenção.
De acordo com as investigações, a dupla selecionava vítimas do sexo masculino por meio de encontros previamente combinados. Durante as reuniões, ofereciam bebidas supostamente adulteradas com substâncias capazes de provocar sonolência e reduzir a capacidade de reação das vítimas.
O caso que deu origem à investigação ocorreu em novembro de 2025, quando um homem de 53 anos teria sido dopado após um encontro em um motel localizado na QNM 15, em Ceilândia. Segundo a apuração policial, a vítima perdeu a consciência e, ao recobrar os sentidos horas depois, constatou movimentações financeiras indevidas.
Foram realizadas transferências via Pix e compras com cartão de crédito, somando quase R$ 20 mil. Parte dos valores foi direcionada a contas vinculadas às investigadas, além de transações efetuadas em máquinas de cartão associadas a elas.
As investigações também apontam que, após os crimes, as suspeitas ameaçavam as vítimas com a possibilidade de falsa acusação de estupro, mencionando suposta existência de material genético. A estratégia, segundo a polícia, gerava constrangimento e temor de exposição pública, o que pode ter contribuído para a subnotificação de outros casos.
Os mandados judiciais foram expedidos e cumpridos no último dia 13 de fevereiro, em Águas Lindas de Goiás, onde as investigadas residem. Na ocasião, elas não foram localizadas, pois estariam viajando para a Bahia durante o período de Carnaval, passando a ser consideradas foragidas até a prisão.
As duas foram indiciadas por roubo circunstanciado pelo concurso de pessoas, crime cuja pena pode chegar a 15 anos de reclusão. Vitória Fernandes Soares também foi indiciada por posse ilegal de munição de uso permitido, cuja pena varia de um a três anos de detenção.


