
Levantamento divulgado nesta quarta-feira (25) pelo instituto AtlasIntel, em parceria com a Bloomberg, mostra que a desaprovação ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a superar a aprovação.
De acordo com os dados, 51,5% dos entrevistados desaprovam o desempenho pessoal do presidente, enquanto 46,6% aprovam. Outros 1,8% não souberam ou preferiram não responder.
A pesquisa foi realizada entre os dias 19 e 24 de fevereiro de 2026, com 4.986 entrevistados em todo o país. A margem de erro é de um ponto percentual, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-07600/2026.
A série histórica indica que o melhor momento de avaliação do presidente ocorreu em janeiro de 2024, quando a aprovação atingiu 51,2% e a desaprovação era de 45,4%. A partir do fim de 2024, os índices passaram a se inverter, com maior desgaste ao longo do primeiro semestre de 2025.
Em março de 2025, a desaprovação chegou a 53,6%, enquanto a aprovação caiu para 44,9%, o menor patamar da série. Em maio do mesmo ano, a rejeição atingiu o pico de 53,7%, consolidando o período de maior pressão sobre o governo.
De acordo com os dados, 51,5% dos entrevistados desaprovam o desempenho pessoal do presidente, enquanto 46,6% aprovam. Outros 1,8% não souberam ou preferiram não responder.
A pesquisa foi realizada entre os dias 19 e 24 de fevereiro de 2026, com 4.986 entrevistados em todo o país. A margem de erro é de um ponto percentual, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-07600/2026.
A série histórica indica que o melhor momento de avaliação do presidente ocorreu em janeiro de 2024, quando a aprovação atingiu 51,2% e a desaprovação era de 45,4%. A partir do fim de 2024, os índices passaram a se inverter, com maior desgaste ao longo do primeiro semestre de 2025.
Em março de 2025, a desaprovação chegou a 53,6%, enquanto a aprovação caiu para 44,9%, o menor patamar da série. Em maio do mesmo ano, a rejeição atingiu o pico de 53,7%, consolidando o período de maior pressão sobre o governo.


