
No início do século XIX, antes do avanço dos materiais odontológicos modernos, era comum que dentaduras fossem confeccionadas com dentes humanos extraídos de cadáveres, especialmente de soldados mortos em batalhas na Europa.
Na ausência de porcelana de alta qualidade e dos polímeros sintéticos atuais, a odontologia recorria a materiais biológicos para substituir dentes perdidos. Um dos episódios mais emblemáticos ocorreu após a Batalha de Waterloo, quando saqueadores removeram dentes de milhares de combatentes mortos para revendê-los a dentistas. Esses dentes ficaram conhecidos como “Waterloo teeth” no mercado europeu.
Após a coleta, o material passava por limpeza e adaptação, sendo fixado em bases esculpidas em marfim, frequentemente de hipopótamo, para formar próteses destinadas principalmente às classes mais abastadas. O comércio era lucrativo e amplamente tolerado à época, inserido em um contexto histórico no qual padrões sanitários eram significativamente inferiores aos atuais.
A prática começou a declinar ao longo do século XIX com o desenvolvimento de técnicas mais seguras e higiênicas, especialmente com a introdução da porcelana dental e, posteriormente, de materiais sintéticos, que reduziram a dependência de dentes humanos e tornaram as próteses mais duráveis e esteticamente uniformes.
Na ausência de porcelana de alta qualidade e dos polímeros sintéticos atuais, a odontologia recorria a materiais biológicos para substituir dentes perdidos. Um dos episódios mais emblemáticos ocorreu após a Batalha de Waterloo, quando saqueadores removeram dentes de milhares de combatentes mortos para revendê-los a dentistas. Esses dentes ficaram conhecidos como “Waterloo teeth” no mercado europeu.
Após a coleta, o material passava por limpeza e adaptação, sendo fixado em bases esculpidas em marfim, frequentemente de hipopótamo, para formar próteses destinadas principalmente às classes mais abastadas. O comércio era lucrativo e amplamente tolerado à época, inserido em um contexto histórico no qual padrões sanitários eram significativamente inferiores aos atuais.
A prática começou a declinar ao longo do século XIX com o desenvolvimento de técnicas mais seguras e higiênicas, especialmente com a introdução da porcelana dental e, posteriormente, de materiais sintéticos, que reduziram a dependência de dentes humanos e tornaram as próteses mais duráveis e esteticamente uniformes.


