
Nos bastidores de Brasília, a decisão da bancada do PT de não aderir à CPI que pretende investigar os ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli não foi vista como um gesto isolado do partido, mas como resultado direto de uma orientação política vinda do próprio Palácio do Planalto. Segundo relatos de interlocutores do governo, Lula teria atuado para conter qualquer movimento de senadores petistas que pudesse ampliar o atrito entre o Executivo e o Supremo Tribunal Federal neste momento de forte tensão institucional.
A avaliação dentro do núcleo político do governo é de que abrir uma CPI mirando ministros do STF poderia transformar uma crise já delicada em um confronto aberto entre Congresso e Judiciário, arrastando também o Planalto para o centro da disputa. Por isso, a orientação foi clara: evitar que parlamentares da base participassem da ofensiva e impedir que o PT aparecesse como patrocinador de uma investigação contra integrantes da Corte.
A estratégia também busca preservar a relação institucional construída entre o governo Lula e o Supremo desde o início do atual mandato. No Planalto, a leitura é que alimentar uma CPI contra Moraes e Toffoli poderia desestabilizar essa relação em um momento em que o governo depende de decisões do próprio STF em diversas frentes sensíveis da política nacional.
Enquanto isso, a oposição conseguiu reunir assinaturas suficientes para protocolar o pedido de criação da comissão. Mesmo assim, a ausência da bancada petista chamou atenção nos corredores do Congresso e reforçou a percepção de que houve uma intervenção política para manter o partido distante da iniciativa.
Nos bastidores, a leitura predominante é de que Lula decidiu agir para evitar que a crise envolvendo o caso Banco Master se transformasse em um choque institucional ainda maior entre os Poderes. Ao segurar seus aliados fora da CPI, o presidente tenta manter a temperatura política sob controle e impedir que o episódio evolua para um confronto direto com o Supremo. (É o Mundo)
A avaliação dentro do núcleo político do governo é de que abrir uma CPI mirando ministros do STF poderia transformar uma crise já delicada em um confronto aberto entre Congresso e Judiciário, arrastando também o Planalto para o centro da disputa. Por isso, a orientação foi clara: evitar que parlamentares da base participassem da ofensiva e impedir que o PT aparecesse como patrocinador de uma investigação contra integrantes da Corte.
A estratégia também busca preservar a relação institucional construída entre o governo Lula e o Supremo desde o início do atual mandato. No Planalto, a leitura é que alimentar uma CPI contra Moraes e Toffoli poderia desestabilizar essa relação em um momento em que o governo depende de decisões do próprio STF em diversas frentes sensíveis da política nacional.
Enquanto isso, a oposição conseguiu reunir assinaturas suficientes para protocolar o pedido de criação da comissão. Mesmo assim, a ausência da bancada petista chamou atenção nos corredores do Congresso e reforçou a percepção de que houve uma intervenção política para manter o partido distante da iniciativa.
Nos bastidores, a leitura predominante é de que Lula decidiu agir para evitar que a crise envolvendo o caso Banco Master se transformasse em um choque institucional ainda maior entre os Poderes. Ao segurar seus aliados fora da CPI, o presidente tenta manter a temperatura política sob controle e impedir que o episódio evolua para um confronto direto com o Supremo. (É o Mundo)


