
O governo Lula gastou ao menos R$ 350,2 milhões com o aluguel de cruzeiros usados como hospedagem durante a COP30, conferência do clima da ONU realizada em novembro de 2025, em Belém. O valor aparece em documento da Casa Civil enviado à Câmara dos Deputados.
Segundo as informações reveladas, a Secretaria Especial da COP30, vinculada à Casa Civil, fez a operação por meio da Embratur, que contratou a Qualitours Agência de Viagens e Turismo Ltda para operacionalizar a hospedagem flutuante das delegações. Coube à empresa intermediar a contratação dos navios usados no evento, entre eles embarcações das companhias MSC Cruzeiros e Costa Cruzeiros.
O governo argumentou que a medida foi necessária por causa do déficit de leitos em Belém e da necessidade de ampliar a capacidade de hospedagem para receber delegações, equipes e representantes ligados à conferência. Em nota divulgada depois da repercussão, a Embratur afirmou que a contratação ocorreu por chamamento público e que o modelo foi considerado regular pelo TCU.
O caso ganhou peso político porque a Qualitours pertence ao empresário Marcelo Cohen, apontado em reportagens como sócio de Daniel Vorcaro no hotel de luxo Botanique, em Campos do Jordão. A revelação ampliou a controvérsia em torno da operação e recolocou nomes ligados ao Banco Master no centro do debate público. (É o Mundo)
Segundo as informações reveladas, a Secretaria Especial da COP30, vinculada à Casa Civil, fez a operação por meio da Embratur, que contratou a Qualitours Agência de Viagens e Turismo Ltda para operacionalizar a hospedagem flutuante das delegações. Coube à empresa intermediar a contratação dos navios usados no evento, entre eles embarcações das companhias MSC Cruzeiros e Costa Cruzeiros.
O governo argumentou que a medida foi necessária por causa do déficit de leitos em Belém e da necessidade de ampliar a capacidade de hospedagem para receber delegações, equipes e representantes ligados à conferência. Em nota divulgada depois da repercussão, a Embratur afirmou que a contratação ocorreu por chamamento público e que o modelo foi considerado regular pelo TCU.
O caso ganhou peso político porque a Qualitours pertence ao empresário Marcelo Cohen, apontado em reportagens como sócio de Daniel Vorcaro no hotel de luxo Botanique, em Campos do Jordão. A revelação ampliou a controvérsia em torno da operação e recolocou nomes ligados ao Banco Master no centro do debate público. (É o Mundo)


