
O programa Gás do Povo, iniciativa do Governo Federal voltada à garantia de acesso gratuito ao botijão de gás de 13 kg para famílias de baixa renda, alcança uma nova etapa de expansão em todo o país. Atualmente, cerca de 206 mil famílias passam a ter acesso ao vale-recarga, que pode ser utilizado em mais de 20 mil revendedoras credenciadas que aderiram voluntariamente ao programa.
Para retirar o benefício, o responsável familiar deve realizar a validação eletrônica diretamente na maquininha das revendedoras, utilizando alternativas como o aplicativo Meu Social – Gás do Povo, cartão do Bolsa Família com chip, cartão de débito da Caixa ou ainda informando o CPF e confirmando o código enviado por SMS.
O perfil dos beneficiários revela que a maioria dos lares atendidos é chefiada por mulheres, que representam 92% do total, o equivalente a cerca de 8,7 milhões de famílias. O dado reforça o foco social do programa no combate à vulnerabilidade e na promoção da segurança alimentar.
Apesar dos avanços, surgem denúncias que preocupam os beneficiários. Ouvintes da Rádio Pajeú relataram que algumas distribuidoras de gás estariam cobrando taxas extras entre R$ 10 e R$ 30 para a liberação do botijão. A prática é considerada ilegal pelo governo, já que o benefício prevê a entrega gratuita da recarga.
Por outro lado, revendedores justificam a cobrança alegando que os repasses federais não cobrem integralmente os custos operacionais. Segundo eles, o valor pago pelo governo gira em torno de R$ 90 por botijão, enquanto o custo médio para aquisição e distribuição chega a aproximadamente R$ 100, gerando prejuízos na operação.
O Gás do Povo foi implementado de forma gradual desde novembro de 2025, começando por dez capitais, passando posteriormente por 17 cidades e, em seguida, sendo ampliado para todas as capitais e, agora, para o território nacional. O programa também incorporou automaticamente cerca de 4,5 milhões de famílias que já recebiam o Auxílio Gás.
Para ter direito ao benefício, é necessário ser beneficiário do Bolsa Família, possuir pelo menos duas pessoas no núcleo familiar, ter renda per capita de até meio salário mínimo, estar com o Cadastro Único atualizado nos últimos 24 meses e manter o CPF regular. A consulta pode ser feita por meio do aplicativo Meu Social, no Portal Cidadão Caixa ou pelos canais de atendimento oficiais do governo.
Diante das denúncias, a expectativa é de que haja maior fiscalização para garantir que o programa cumpra seu objetivo principal: assegurar dignidade e acesso a um insumo essencial para milhões de brasileiros.
Para retirar o benefício, o responsável familiar deve realizar a validação eletrônica diretamente na maquininha das revendedoras, utilizando alternativas como o aplicativo Meu Social – Gás do Povo, cartão do Bolsa Família com chip, cartão de débito da Caixa ou ainda informando o CPF e confirmando o código enviado por SMS.
O perfil dos beneficiários revela que a maioria dos lares atendidos é chefiada por mulheres, que representam 92% do total, o equivalente a cerca de 8,7 milhões de famílias. O dado reforça o foco social do programa no combate à vulnerabilidade e na promoção da segurança alimentar.
Apesar dos avanços, surgem denúncias que preocupam os beneficiários. Ouvintes da Rádio Pajeú relataram que algumas distribuidoras de gás estariam cobrando taxas extras entre R$ 10 e R$ 30 para a liberação do botijão. A prática é considerada ilegal pelo governo, já que o benefício prevê a entrega gratuita da recarga.
Por outro lado, revendedores justificam a cobrança alegando que os repasses federais não cobrem integralmente os custos operacionais. Segundo eles, o valor pago pelo governo gira em torno de R$ 90 por botijão, enquanto o custo médio para aquisição e distribuição chega a aproximadamente R$ 100, gerando prejuízos na operação.
O Gás do Povo foi implementado de forma gradual desde novembro de 2025, começando por dez capitais, passando posteriormente por 17 cidades e, em seguida, sendo ampliado para todas as capitais e, agora, para o território nacional. O programa também incorporou automaticamente cerca de 4,5 milhões de famílias que já recebiam o Auxílio Gás.
Para ter direito ao benefício, é necessário ser beneficiário do Bolsa Família, possuir pelo menos duas pessoas no núcleo familiar, ter renda per capita de até meio salário mínimo, estar com o Cadastro Único atualizado nos últimos 24 meses e manter o CPF regular. A consulta pode ser feita por meio do aplicativo Meu Social, no Portal Cidadão Caixa ou pelos canais de atendimento oficiais do governo.
Diante das denúncias, a expectativa é de que haja maior fiscalização para garantir que o programa cumpra seu objetivo principal: assegurar dignidade e acesso a um insumo essencial para milhões de brasileiros.


