
Na época de reprodução, o lago vira disputa brutal. Em meio à pressão dos machos, algumas rãs-fêmeas da espécie europeia comum desenvolveram estratégias surpreendentes para escapar: giram o corpo, emitem sons de liberação e, em certos casos, ficam completamente imóveis, como se estivessem mortas.
O dado chama atenção porque derruba uma ideia antiga de passividade. Essas fêmeas não apenas suportam o assédio reprodutivo, elas reagem. E isso importa, porque em aglomerações assim vários machos podem se prender à mesma fêmea, aumentando até o risco de afogamento. O que parece estranho à primeira vista é, na prática, sobrevivência. No fim, a natureza quase sempre encontra um jeito de responder à pressão. (Via História Ilimitada)
O dado chama atenção porque derruba uma ideia antiga de passividade. Essas fêmeas não apenas suportam o assédio reprodutivo, elas reagem. E isso importa, porque em aglomerações assim vários machos podem se prender à mesma fêmea, aumentando até o risco de afogamento. O que parece estranho à primeira vista é, na prática, sobrevivência. No fim, a natureza quase sempre encontra um jeito de responder à pressão. (Via História Ilimitada)


