
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta 5ª feira (23.abr.2026), na abertura da feira Brasil na Mesa, na Embrapa Cerrados, em Planaltina (DF), que o Brasil deve investir na cooperação com países africanos e criticou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano). “Enquanto Trump quer fazer guerra, nós queremos ensinar o povo africano a fazer paz, produzindo alimentos e irrigando o mundo”, disse. Do Poder 360.
O Poder360 mostrou que desde 28 de fevereiro, quando os EUA e Israel iniciaram o conflito no Irã, Lula intensificou críticas ao presidente norte-americano. O petista já o reprovou em temas como democracia, Cuba e até o Pix. Com as citações desta 5ª feira (23.abr), somam-se 20 críticas. Na mesma agenda em Planaltina, o presidente disse que pretende presentear Trump com jabuticaba para “acalmar” o norte-americano.
Durante seu discurso, Lula afirmou que enquanto os norte-americanos priorizam conflitos, o Brasil aposta na cooperação internacional voltada à produção de alimentos.
O evento celebra os 53 anos da empresa pública de pesquisa agropecuária. A declaração foi feita no contexto de uma proposta de cooperação com países africanos. Lula propôs que universidades brasileiras e a Embrapa firmem convênios com instituições do continente para formação técnica agrícola.
Segundo ele, a iniciativa seria uma forma de compensar o que chamou de “dívida histórica” do Brasil pelos 350 anos de escravidão. “A gente não pode pagar em dinheiro, mas pode pagar transferindo conhecimento”, afirmou.
O presidente também contextualizou a proposta no cenário geopolítico atual. Disse que países ricos, que “não sabem onde colocar dinheiro”, deveriam investir na transformação da África em um celeiro mundial de alimentos e biocombustíveis, em vez de gastar com armamentos.
No mesmo discurso, Lula elogiou a assinatura do decreto que abriu mais 1.000 vagas na Polícia Federal, além das 1.000 criadas em dezembro. Segundo ele, pela 1ª vez, todos os cargos da corporação serão preenchidos.
O presidente também afirmou ter determinado, por meio do ministro da Justiça, o retorno de delegados e agentes que estão fora da PF. “Só vai ficar fora quem foi secretário de Estado. Os demais vão ter que voltar porque nós precisamos deles para derrotar o crime organizado”, declarou.
O Poder360 mostrou que desde 28 de fevereiro, quando os EUA e Israel iniciaram o conflito no Irã, Lula intensificou críticas ao presidente norte-americano. O petista já o reprovou em temas como democracia, Cuba e até o Pix. Com as citações desta 5ª feira (23.abr), somam-se 20 críticas. Na mesma agenda em Planaltina, o presidente disse que pretende presentear Trump com jabuticaba para “acalmar” o norte-americano.
Durante seu discurso, Lula afirmou que enquanto os norte-americanos priorizam conflitos, o Brasil aposta na cooperação internacional voltada à produção de alimentos.
O evento celebra os 53 anos da empresa pública de pesquisa agropecuária. A declaração foi feita no contexto de uma proposta de cooperação com países africanos. Lula propôs que universidades brasileiras e a Embrapa firmem convênios com instituições do continente para formação técnica agrícola.
Segundo ele, a iniciativa seria uma forma de compensar o que chamou de “dívida histórica” do Brasil pelos 350 anos de escravidão. “A gente não pode pagar em dinheiro, mas pode pagar transferindo conhecimento”, afirmou.
O presidente também contextualizou a proposta no cenário geopolítico atual. Disse que países ricos, que “não sabem onde colocar dinheiro”, deveriam investir na transformação da África em um celeiro mundial de alimentos e biocombustíveis, em vez de gastar com armamentos.
No mesmo discurso, Lula elogiou a assinatura do decreto que abriu mais 1.000 vagas na Polícia Federal, além das 1.000 criadas em dezembro. Segundo ele, pela 1ª vez, todos os cargos da corporação serão preenchidos.
O presidente também afirmou ter determinado, por meio do ministro da Justiça, o retorno de delegados e agentes que estão fora da PF. “Só vai ficar fora quem foi secretário de Estado. Os demais vão ter que voltar porque nós precisamos deles para derrotar o crime organizado”, declarou.
Delegado da PF expulso dos EUA
A declaração foi feita diante do atrito entre Brasil e Estados Unidos. O Departamento de Estado dos EUA expulsou o delegado Marcelo Ivo de Carvalho, oficial de ligação da PF no ICE, em Miami, por suposta tentativa de manipular o sistema de imigração para contornar pedidos de extradição.
O episódio está ligado à prisão do ex-deputado Alexandre Ramagem, condenado pelo STF por envolvimento em tentativa de golpe.
Em resposta, a PF retirou as credenciais de um agente norte-americano no Brasil com base no princípio da reciprocidade.
Poder 360


