
A ditadura cubana autorizou o congelamento de contas bancárias, bens e outros ativos financeiros da população e de empresas sem aviso prévio.
A medida foi publicada em uma resolução do Ministério do Interior e permite que o regime bloqueie recursos “sem demora”, ampliando o controle do Estado sobre o dinheiro e o patrimônio dos cubanos.
A decisão acontece em meio à grave crise econômica que atinge a ilha, marcada por falta de alimentos, inflação, apagões e aumento da pressão sobre os cidadãos.
Na prática, enquanto os cubanos enfrentam dificuldades para sobreviver, o regime ganha ainda mais poder para controlar contas, bens e recursos financeiros.
O caso reforça uma realidade dura: em uma ditadura, a crise não costuma resultar em mais liberdade para o povo, mas em mais controle do Estado sobre a vida, o dinheiro e o patrimônio da população. (É o mundo oficial)
A medida foi publicada em uma resolução do Ministério do Interior e permite que o regime bloqueie recursos “sem demora”, ampliando o controle do Estado sobre o dinheiro e o patrimônio dos cubanos.
A decisão acontece em meio à grave crise econômica que atinge a ilha, marcada por falta de alimentos, inflação, apagões e aumento da pressão sobre os cidadãos.
Na prática, enquanto os cubanos enfrentam dificuldades para sobreviver, o regime ganha ainda mais poder para controlar contas, bens e recursos financeiros.
O caso reforça uma realidade dura: em uma ditadura, a crise não costuma resultar em mais liberdade para o povo, mas em mais controle do Estado sobre a vida, o dinheiro e o patrimônio da população. (É o mundo oficial)


