
O governo dos Estados Unidos decidiu classificar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações ligadas ao terrorismo e ao crime organizado transnacional, em uma medida que entra em vigor no dia 5 de junho. A decisão amplia o alcance jurídico das ações norte-americanas contra as duas facções brasileiras.
Com o novo enquadramento, qualquer pessoa ou empresa que mantenha relações financeiras, comerciais ou materiais com integrantes dos grupos poderá ser alvo de sanções, processos criminais e até deportação dos Estados Unidos. As penalidades podem atingir estrangeiros, cidadãos americanos e residentes permanentes.
As facções passam a integrar duas listas da legislação norte-americana: a de Organizações Terroristas Estrangeiras (FTO) e a de Terroristas Globais Especialmente Designados (SDGT). Isso permite o bloqueio de bens, restrições financeiras e maior cooperação internacional no rastreamento de recursos ligados às organizações.
Segundo autoridades norte-americanas, a medida faz parte da estratégia de reforço no combate ao crime organizado internacional e mira redes que atuam além das fronteiras do Brasil, com impacto direto na segurança dos Estados Unidos. A decisão também ocorre após o senador Flávio Bolsonaro solicitar, em encontros políticos recentes, a classificação das facções brasileiras como organizações terroristas. Metrópoles
Com o novo enquadramento, qualquer pessoa ou empresa que mantenha relações financeiras, comerciais ou materiais com integrantes dos grupos poderá ser alvo de sanções, processos criminais e até deportação dos Estados Unidos. As penalidades podem atingir estrangeiros, cidadãos americanos e residentes permanentes.
As facções passam a integrar duas listas da legislação norte-americana: a de Organizações Terroristas Estrangeiras (FTO) e a de Terroristas Globais Especialmente Designados (SDGT). Isso permite o bloqueio de bens, restrições financeiras e maior cooperação internacional no rastreamento de recursos ligados às organizações.
Segundo autoridades norte-americanas, a medida faz parte da estratégia de reforço no combate ao crime organizado internacional e mira redes que atuam além das fronteiras do Brasil, com impacto direto na segurança dos Estados Unidos. A decisão também ocorre após o senador Flávio Bolsonaro solicitar, em encontros políticos recentes, a classificação das facções brasileiras como organizações terroristas. Metrópoles


