
O Brasil de Lula vai bater, pela primeira vez, a marca de R$ 2 trilhões em impostos arrecadados ainda no 1º semestre.
A “grande conquista” do governo, na prática, é mais uma derrota para o bolso do brasileiro. Enquanto o povo enfrenta comida cara, conta de luz pesada, combustível alto e salário cada vez mais apertado, Brasília segue arrecadando como nunca.
Segundo o Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo, a marca deve ser atingida antes do registrado no ano passado, mostrando que o brasileiro está pagando mais imposto, mais cedo e com menos retorno.
No Brasil real, não há motivo para comemoração. O trabalhador acorda cedo, pega no pesado, paga imposto em tudo o que consome e, mesmo assim, continua vendo saúde precária, segurança abandonada e uma vida cada vez mais difícil.
Enquanto o governo Lula coleciona mais uma “vitória” em cima do brasileiro, quem sai perdendo de novo é o trabalhador. Ele trabalha cada vez mais, não para crescer financeiramente e ter uma vida estável, mas para bancar a máquina pública, o governo Lula e seus “impostos do amor”. (É o mundo)
A “grande conquista” do governo, na prática, é mais uma derrota para o bolso do brasileiro. Enquanto o povo enfrenta comida cara, conta de luz pesada, combustível alto e salário cada vez mais apertado, Brasília segue arrecadando como nunca.
Segundo o Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo, a marca deve ser atingida antes do registrado no ano passado, mostrando que o brasileiro está pagando mais imposto, mais cedo e com menos retorno.
No Brasil real, não há motivo para comemoração. O trabalhador acorda cedo, pega no pesado, paga imposto em tudo o que consome e, mesmo assim, continua vendo saúde precária, segurança abandonada e uma vida cada vez mais difícil.
Enquanto o governo Lula coleciona mais uma “vitória” em cima do brasileiro, quem sai perdendo de novo é o trabalhador. Ele trabalha cada vez mais, não para crescer financeiramente e ter uma vida estável, mas para bancar a máquina pública, o governo Lula e seus “impostos do amor”. (É o mundo)


