
Irritados com o que chamam de fogo amigo por parte do PT, dirigentes da cúpula do PSB ouvidos pela Coluna do Estadão já dizem descartar o apoio a um nome petista à Presidência da República no pós-Lula, a partir das eleições de 2030. (Por Letícia Fernandes, do Estadão via Ricardo Antunes)
A avaliação é de que o apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva é necessário por ser o mais competitivo para derrotar a extrema-direita, e porque o petista “tem estrela”, por toda a sua trajetória política, mas que o cenário sem Lula abre caminho para que o PSB lance quadros próprios nacionalmente.
Previsão de bancada competitiva na Câmara
A prova de fogo para os socialistas vai ser o número de deputados que vão eleger nas eleições de outubro. O partido prevê um crescimento dos atuais 17 para cerca de 30 deputados, o que poderia alçá-lo à oitava ou nona maior bancada da Câmara.
Parte do PSB não engole o tratamento que Lula vem dando ao ex-ministro do Empreendedorismo Márcio França, que é descrito como alguém fiel ao presidente. Em 2022, França retirou a candidatura ao governo de São Paulo para anunciar apoio a Fernando Haddad, numa negociação costurada por Lula. Agora, aguarda a definição do petista para formalizar os planos eleitorais, já que o petista quer que França seja vice de Haddad, mas o ex-ministro queria ser candidato ao Senado.
Os socialistas também se irritaram com as articulações envolvendo o vice-presidente Geraldo Alckmin. A cúpula do PSB afirma que o MDB só não pegou o lugar de vice de Lula “porque não quis”, movimento considerado “desrespeitoso” com Alckmin.
O cenário indefinido em Pernambuco também não agrada os dirigentes do PSB. Após conversa com o ex-prefeito de Recife, João Campos, em Brasília, Lula se comprometeu a declarar que terá um palanque único em Pernambuco. O pré-candidato ao governo aguarda o anúncio oficial de Lula, que ainda não veio.
A digital do ex-ministro da Casa Civil, Rui Costa, é vista por integrantes do partido em todos esses movimentos considerados “erráticos” envolvendo quadros do PSB.
A avaliação no partido é de que, ainda que a legenda dispute eleições presidenciais “para perder”, isso fortaleceria os quadros do PSB. Além de Alckmin e Márcio França, o nome da ex-ministra do Planejamento Simone Tebet é visto como competitivo dentro do partido para eleições majoritárias, a depender do resultado do pleito de outubro, no qual ela deve concorrer ao Senado por São Paulo.
A avaliação é de que o apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva é necessário por ser o mais competitivo para derrotar a extrema-direita, e porque o petista “tem estrela”, por toda a sua trajetória política, mas que o cenário sem Lula abre caminho para que o PSB lance quadros próprios nacionalmente.
Previsão de bancada competitiva na Câmara
A prova de fogo para os socialistas vai ser o número de deputados que vão eleger nas eleições de outubro. O partido prevê um crescimento dos atuais 17 para cerca de 30 deputados, o que poderia alçá-lo à oitava ou nona maior bancada da Câmara.
Parte do PSB não engole o tratamento que Lula vem dando ao ex-ministro do Empreendedorismo Márcio França, que é descrito como alguém fiel ao presidente. Em 2022, França retirou a candidatura ao governo de São Paulo para anunciar apoio a Fernando Haddad, numa negociação costurada por Lula. Agora, aguarda a definição do petista para formalizar os planos eleitorais, já que o petista quer que França seja vice de Haddad, mas o ex-ministro queria ser candidato ao Senado.
Os socialistas também se irritaram com as articulações envolvendo o vice-presidente Geraldo Alckmin. A cúpula do PSB afirma que o MDB só não pegou o lugar de vice de Lula “porque não quis”, movimento considerado “desrespeitoso” com Alckmin.
O cenário indefinido em Pernambuco também não agrada os dirigentes do PSB. Após conversa com o ex-prefeito de Recife, João Campos, em Brasília, Lula se comprometeu a declarar que terá um palanque único em Pernambuco. O pré-candidato ao governo aguarda o anúncio oficial de Lula, que ainda não veio.
A digital do ex-ministro da Casa Civil, Rui Costa, é vista por integrantes do partido em todos esses movimentos considerados “erráticos” envolvendo quadros do PSB.
A avaliação no partido é de que, ainda que a legenda dispute eleições presidenciais “para perder”, isso fortaleceria os quadros do PSB. Além de Alckmin e Márcio França, o nome da ex-ministra do Planejamento Simone Tebet é visto como competitivo dentro do partido para eleições majoritárias, a depender do resultado do pleito de outubro, no qual ela deve concorrer ao Senado por São Paulo.


