
O escândalo envolvendo refinarias brasileiras ganhou dimensão internacional e já chegou ao entorno de Donald Trump. Segundo documentos da ANP revelados pela Reuters, refinarias no Brasil venderam mais de 100 milhões de litros de nafta à Petrodansk, empresa investigada por participação em um esquema de fraude em combustíveis e lavagem de dinheiro ligado ao PCC, facção que foi classificada pelos Estados Unidos como organização terrorista.
Entre as empresas envolvidas nas operações está a Refinaria Riograndense, que tem participação da Petrobras. As vendas ocorreram entre 2023 e 2024, já sob o governo Lula, e parte expressiva da nafta teria sido enviada sem o marcador químico obrigatório, mecanismo usado justamente para impedir desvios e adulterações no setor de combustíveis.
O caso elevou a pressão internacional porque atinge uma cadeia ligada ao abastecimento de uma facção agora tratada como grupo terrorista pelos EUA. Com isso, o episódio saiu do campo policial brasileiro e passou a repercutir também no ambiente político americano, chegando ao radar de Trump em meio ao endurecimento da política dos Estados Unidos contra organizações criminosas da América Latina.
A revelação reforça o desgaste do governo Lula, que vê uma refinaria ligada à Petrobras aparecer no centro de um caso explosivo envolvendo combustíveis, crime organizado e repercussão internacional. Enquanto o Planalto tenta se blindar, o escândalo avança e ameaça se transformar em mais um símbolo da fragilidade do governo no enfrentamento ao crime. (É o Mundo)
Entre as empresas envolvidas nas operações está a Refinaria Riograndense, que tem participação da Petrobras. As vendas ocorreram entre 2023 e 2024, já sob o governo Lula, e parte expressiva da nafta teria sido enviada sem o marcador químico obrigatório, mecanismo usado justamente para impedir desvios e adulterações no setor de combustíveis.
O caso elevou a pressão internacional porque atinge uma cadeia ligada ao abastecimento de uma facção agora tratada como grupo terrorista pelos EUA. Com isso, o episódio saiu do campo policial brasileiro e passou a repercutir também no ambiente político americano, chegando ao radar de Trump em meio ao endurecimento da política dos Estados Unidos contra organizações criminosas da América Latina.
A revelação reforça o desgaste do governo Lula, que vê uma refinaria ligada à Petrobras aparecer no centro de um caso explosivo envolvendo combustíveis, crime organizado e repercussão internacional. Enquanto o Planalto tenta se blindar, o escândalo avança e ameaça se transformar em mais um símbolo da fragilidade do governo no enfrentamento ao crime. (É o Mundo)


