
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a defender, nesta sexta-feira (3), durante cerimônia realizada no Palácio do Planalto, em Brasília, que a população de baixa renda tem direito ao acesso a bens e serviços de qualidade. O discurso ocorreu durante um evento de entregas simultâneas do Governo Federal nas áreas de moradia, saúde e educação.
Ao rebater críticas relacionadas à afirmação de que "pobre não gosta de coisa boa", Lula fez um gesto com o dedo do meio ao dizer "aqui para eles", em referência aos críticos da declaração. O momento foi registrado durante a transmissão oficial do evento e rapidamente repercutiu nas redes sociais, provocando manifestações favoráveis e contrárias ao presidente.
A cena ganhou repercussão política nas redes sociais. Entre os críticos, o senador Flávio Bolsonaro compartilhou a imagem do gesto e escreveu: "Quando o brasileiro pergunta: e a picanha?". A publicação faz referência a uma das promessas associadas à campanha presidencial de Lula e foi utilizada pelo parlamentar para criticar o governo.
O episódio gerou intenso debate nas plataformas digitais, dividindo opiniões entre apoiadores, que defenderam o contexto da fala do presidente, e opositores, que classificaram o gesto como inadequado para uma cerimônia oficial.
E você, o que achou?
Ao rebater críticas relacionadas à afirmação de que "pobre não gosta de coisa boa", Lula fez um gesto com o dedo do meio ao dizer "aqui para eles", em referência aos críticos da declaração. O momento foi registrado durante a transmissão oficial do evento e rapidamente repercutiu nas redes sociais, provocando manifestações favoráveis e contrárias ao presidente.
A cena ganhou repercussão política nas redes sociais. Entre os críticos, o senador Flávio Bolsonaro compartilhou a imagem do gesto e escreveu: "Quando o brasileiro pergunta: e a picanha?". A publicação faz referência a uma das promessas associadas à campanha presidencial de Lula e foi utilizada pelo parlamentar para criticar o governo.
O episódio gerou intenso debate nas plataformas digitais, dividindo opiniões entre apoiadores, que defenderam o contexto da fala do presidente, e opositores, que classificaram o gesto como inadequado para uma cerimônia oficial.
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