
O presidente da Argentina, Javier Milei, participou neste sábado (25) da convenção nacional do Partido Liberal (PL), evento que oficializou a candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República. Durante o discurso, o chefe de Estado argentino fez duras críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), à esquerda latino-americana e ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.
Em sua fala, Milei afirmou que, assim como a Argentina enfrentou o chamado "risco K", em referência aos governos da família Kirchner, o Brasil viveria atualmente o que classificou como "risco Lula". O presidente argentino também criticou a decisão judicial que o impediu de visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar, e dirigiu ofensas ao ministro Alexandre de Moraes.
Ao se dirigir ao senador Flávio Bolsonaro, Milei declarou acreditar que o parlamentar poderá enfrentar o que chamou de "socialismo do século 21". O presidente argentino voltou a criticar o Foro de São Paulo, organização fundada em 1990, atribuindo ao grupo influência na expansão de governos de esquerda na América Latina.
Durante o pronunciamento, Milei também afirmou que setores progressistas brasileiros estariam entre os principais responsáveis por críticas direcionadas ao seu governo nos últimos meses. Segundo ele, os ataques partiram de grupos ligados à esquerda, e não da população brasileira.
Ainda no discurso, o presidente argentino voltou a defender Jair Bolsonaro, afirmando considerar injusta a situação enfrentada pelo ex-presidente. Milei comparou o caso com o período em que Lula esteve preso e recebeu visitas de líderes políticos internacionais.
PT reage às declarações
As declarações de Javier Milei provocaram reação do Partido dos Trabalhadores (PT). Em nota oficial, o presidente nacional da legenda, Edinho Silva, afirmou que o Brasil é uma nação democrática e soberana e classificou como inadequada a postura do presidente argentino.
Segundo o dirigente petista, críticas às instituições brasileiras são legítimas dentro do ambiente democrático, mas considerou inaceitável que um chefe de Estado estrangeiro utilize declarações desrespeitosas contra os poderes constituídos do país.
Edinho Silva também afirmou que Milei deveria concentrar seus esforços na administração da Argentina e na solução dos problemas internos do país, encerrando a nota com uma manifestação de respeito ao povo argentino e às relações históricas entre Brasil e Argentina.
Em sua fala, Milei afirmou que, assim como a Argentina enfrentou o chamado "risco K", em referência aos governos da família Kirchner, o Brasil viveria atualmente o que classificou como "risco Lula". O presidente argentino também criticou a decisão judicial que o impediu de visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar, e dirigiu ofensas ao ministro Alexandre de Moraes.
Ao se dirigir ao senador Flávio Bolsonaro, Milei declarou acreditar que o parlamentar poderá enfrentar o que chamou de "socialismo do século 21". O presidente argentino voltou a criticar o Foro de São Paulo, organização fundada em 1990, atribuindo ao grupo influência na expansão de governos de esquerda na América Latina.
Durante o pronunciamento, Milei também afirmou que setores progressistas brasileiros estariam entre os principais responsáveis por críticas direcionadas ao seu governo nos últimos meses. Segundo ele, os ataques partiram de grupos ligados à esquerda, e não da população brasileira.
Ainda no discurso, o presidente argentino voltou a defender Jair Bolsonaro, afirmando considerar injusta a situação enfrentada pelo ex-presidente. Milei comparou o caso com o período em que Lula esteve preso e recebeu visitas de líderes políticos internacionais.
PT reage às declarações
As declarações de Javier Milei provocaram reação do Partido dos Trabalhadores (PT). Em nota oficial, o presidente nacional da legenda, Edinho Silva, afirmou que o Brasil é uma nação democrática e soberana e classificou como inadequada a postura do presidente argentino.
Segundo o dirigente petista, críticas às instituições brasileiras são legítimas dentro do ambiente democrático, mas considerou inaceitável que um chefe de Estado estrangeiro utilize declarações desrespeitosas contra os poderes constituídos do país.
Edinho Silva também afirmou que Milei deveria concentrar seus esforços na administração da Argentina e na solução dos problemas internos do país, encerrando a nota com uma manifestação de respeito ao povo argentino e às relações históricas entre Brasil e Argentina.



