
A conta de energia elétrica voltou a pesar no bolso dos brasileiros durante o governo Lula. Reajustes autorizados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) ultrapassaram com folga a inflação e, em alguns casos, chegaram a representar até três vezes a alta geral dos preços.
Em São Paulo, a Aneel aprovou aumento médio de 10,18% nas tarifas da Enel. Para os consumidores residenciais, o reajuste ficou em 9,02%, enquanto indústrias e grandes empresas tiveram elevação média de 15%. Os novos valores entraram em vigor no início de julho.
No cenário nacional, a própria agência projeta que a conta de luz suba, em média, 8,6% em 2026, acima das estimativas de inflação. Entre os fatores que pressionam as tarifas estão custos financeiros, encargos do setor e despesas com aquisição e transmissão de energia.
Enquanto o governo Lula promete melhorar a vida da população, as famílias enfrentam mais um aumento em uma despesa essencial, que também encarece alimentos, serviços e toda a cadeia produtiva. (Via É o Mundo)
Em São Paulo, a Aneel aprovou aumento médio de 10,18% nas tarifas da Enel. Para os consumidores residenciais, o reajuste ficou em 9,02%, enquanto indústrias e grandes empresas tiveram elevação média de 15%. Os novos valores entraram em vigor no início de julho.
No cenário nacional, a própria agência projeta que a conta de luz suba, em média, 8,6% em 2026, acima das estimativas de inflação. Entre os fatores que pressionam as tarifas estão custos financeiros, encargos do setor e despesas com aquisição e transmissão de energia.
Enquanto o governo Lula promete melhorar a vida da população, as famílias enfrentam mais um aumento em uma despesa essencial, que também encarece alimentos, serviços e toda a cadeia produtiva. (Via É o Mundo)


