
Aluízio Gonzaga de Queiroz, de 72 anos, morreu no Hospital Regional de Arcoverde após permanecer internado por cerca de 20 dias; ele havia sido atacado com 17 golpes de faca dentro de casa
O idoso Aluízio Gonzaga de Queiroz, de 72 anos, morreu na noite do último sábado (15), no Hospital Regional de Arcoverde, no Sertão de Pernambuco. Ele estava internado desde o dia 28 de julho, quando foi vítima de um ataque a faca dentro da própria residência, no bairro Nova Esperança.
De acordo com as informações repassadas sobre o caso, o ataque teria sido cometido pelo próprio filho, Dênis Lopes de Queiroz, que teria desferido 17 golpes de faca contra o pai. Aluízio foi socorrido por uma equipe do Samu e encaminhado ao hospital, onde permaneceu internado por cerca de 20 dias, mas não resistiu à gravidade dos ferimentos.
Histórico familiar marcado por violência
O caso ganhou ainda mais repercussão devido ao histórico envolvendo a família. Aluízio havia deixado o sistema prisional cerca de nove meses antes do ataque, após cumprir 14 anos de prisão pela morte de outro filho, Deivid Lopes de Queiroz.
Segundo as informações divulgadas, Deivid também teria sido morto a golpes de faca. Após deixar a prisão, Aluízio passou a residir no bairro Nova Esperança.
Ainda conforme os relatos, ao tomar conhecimento de que o pai estava morando naquela localidade, Dênis teria ido até a residência no dia 28 de julho. Para chegar ao local, ele teria conseguido uma motocicleta emprestada com um sobrinho, que também é neto de Aluízio, e seguido acompanhado de um amigo.
Ao chegar à casa, Dênis teria atacado o pai com uma faca, atingindo-o 17 vezes. Após o crime, Aluízio foi encontrado ferido e recebeu atendimento médico antes de ser levado ao hospital.
Investigação
Com a morte de Aluízio, o caso passa a ser tratado como homicídio consumado. Dênis Lopes de Queiroz não havia sido preso até a última atualização das informações disponíveis.
A Polícia Civil investiga o caso e deverá apurar as circunstâncias do ataque, a motivação e a eventual participação de outras pessoas. A hipótese de que o crime tenha sido cometido como uma espécie de retaliação pela morte de Deivid deverá ser esclarecida durante as investigações.
As circunstâncias e a dinâmica do crime ainda dependem da conclusão do trabalho policial e das demais autoridades responsáveis pelo caso.
O idoso Aluízio Gonzaga de Queiroz, de 72 anos, morreu na noite do último sábado (15), no Hospital Regional de Arcoverde, no Sertão de Pernambuco. Ele estava internado desde o dia 28 de julho, quando foi vítima de um ataque a faca dentro da própria residência, no bairro Nova Esperança.
De acordo com as informações repassadas sobre o caso, o ataque teria sido cometido pelo próprio filho, Dênis Lopes de Queiroz, que teria desferido 17 golpes de faca contra o pai. Aluízio foi socorrido por uma equipe do Samu e encaminhado ao hospital, onde permaneceu internado por cerca de 20 dias, mas não resistiu à gravidade dos ferimentos.
Histórico familiar marcado por violência
O caso ganhou ainda mais repercussão devido ao histórico envolvendo a família. Aluízio havia deixado o sistema prisional cerca de nove meses antes do ataque, após cumprir 14 anos de prisão pela morte de outro filho, Deivid Lopes de Queiroz.
Segundo as informações divulgadas, Deivid também teria sido morto a golpes de faca. Após deixar a prisão, Aluízio passou a residir no bairro Nova Esperança.
Ainda conforme os relatos, ao tomar conhecimento de que o pai estava morando naquela localidade, Dênis teria ido até a residência no dia 28 de julho. Para chegar ao local, ele teria conseguido uma motocicleta emprestada com um sobrinho, que também é neto de Aluízio, e seguido acompanhado de um amigo.
Ao chegar à casa, Dênis teria atacado o pai com uma faca, atingindo-o 17 vezes. Após o crime, Aluízio foi encontrado ferido e recebeu atendimento médico antes de ser levado ao hospital.
Investigação
Com a morte de Aluízio, o caso passa a ser tratado como homicídio consumado. Dênis Lopes de Queiroz não havia sido preso até a última atualização das informações disponíveis.
A Polícia Civil investiga o caso e deverá apurar as circunstâncias do ataque, a motivação e a eventual participação de outras pessoas. A hipótese de que o crime tenha sido cometido como uma espécie de retaliação pela morte de Deivid deverá ser esclarecida durante as investigações.
As circunstâncias e a dinâmica do crime ainda dependem da conclusão do trabalho policial e das demais autoridades responsáveis pelo caso.



