
Alijada da disputa majoritária pelo Governo do Estado, a família Coelho, de Petrolina, não tem do que se queixar em termos financeiros. No ranking dos candidatos com maior patrimônio dessas eleições, três pertencem à família. O trio soma R$ 63 milhões declarados à Justiça Eleitoral. — Por Ricardo Antunes
O ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho (União Brasil), é o terceiro mais “abastado”, com R$ 30,6 milhões. Ele só perde para os deputados federais Felipe Carreras (PSB), que declarou R$ 31,8 milhões, e Waldemar Oliveira (Avante), dono de R$ 30,8 milhões.
Na sequência, vêm os irmãos de Miguel, o deputado federal Fernando Filho (União Brasil), com R$ 17,1 milhões, e o deputado estadual Antônio Coelho (União Brasil), com R$ 15,08 milhões. Antônio, inclusive, é quem possui o maior patrimônio entre os candidatos à Assembleia Legislativa.
Num comparativo, o patriarca da família e ex-senador Fernando Bezerra Coelho (MDB) possuía “apenas” R$ 2,7 milhões na última vez que encarou as urnas, em 2014. Naquele ano, Fernando Filho e Miguel também encaravam as urnas. O primeiro declarou R$ 1,14 milhão. Ou seja, uma evolução de 1.401% em 12 anos. Já o “Galeguinho de Petrolina”, que debutava em eleições, possuía R$ 40,3 mil, o que expõe uma evolução patrimonial de 75.717,5%.
Nesse intervalo de tempo, Fernando Filho foi ministro de Minas e Energia (2016 a 2018) e reeleito em 2018 e 2022. Já Miguel foi prefeito de Petrolina (2017 a 2022) e candidato a governador há quatro anos.
Em sua primeira eleição, em 2018, Antônio declarou um patrimônio de R$ 3.473,89, o que gera uma evolução de 434.262% em oito anos. Nesse intervalo, ele foi reeleito em 2022 e secretário de Turismo e Lazer da Prefeitura do Recife, entre 2023 e 2024.
O ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho (União Brasil), é o terceiro mais “abastado”, com R$ 30,6 milhões. Ele só perde para os deputados federais Felipe Carreras (PSB), que declarou R$ 31,8 milhões, e Waldemar Oliveira (Avante), dono de R$ 30,8 milhões.
Na sequência, vêm os irmãos de Miguel, o deputado federal Fernando Filho (União Brasil), com R$ 17,1 milhões, e o deputado estadual Antônio Coelho (União Brasil), com R$ 15,08 milhões. Antônio, inclusive, é quem possui o maior patrimônio entre os candidatos à Assembleia Legislativa.
Num comparativo, o patriarca da família e ex-senador Fernando Bezerra Coelho (MDB) possuía “apenas” R$ 2,7 milhões na última vez que encarou as urnas, em 2014. Naquele ano, Fernando Filho e Miguel também encaravam as urnas. O primeiro declarou R$ 1,14 milhão. Ou seja, uma evolução de 1.401% em 12 anos. Já o “Galeguinho de Petrolina”, que debutava em eleições, possuía R$ 40,3 mil, o que expõe uma evolução patrimonial de 75.717,5%.
Nesse intervalo de tempo, Fernando Filho foi ministro de Minas e Energia (2016 a 2018) e reeleito em 2018 e 2022. Já Miguel foi prefeito de Petrolina (2017 a 2022) e candidato a governador há quatro anos.
Em sua primeira eleição, em 2018, Antônio declarou um patrimônio de R$ 3.473,89, o que gera uma evolução de 434.262% em oito anos. Nesse intervalo, ele foi reeleito em 2022 e secretário de Turismo e Lazer da Prefeitura do Recife, entre 2023 e 2024.
INVESTIGAÇÃO
Em fevereiro deste ano, a Polícia Federal, com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), deflagrou a Operação Vassalos. As autoridades investigam um suposto esquema milionário de desvio de emendas parlamentares, fraudes em licitações, corrupção e lavagem de dinheiro envolvendo a Prefeitura de Petrolina e a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf).
O ex-senador Fernando Bezerra Coelho e seus filhos Fernando Filho e Miguel Coelho são apontados como os principais alvos das investigações. Ao que tudo indica, haverá uma segunda fase da Operação ainda este ano, como revelou o site O Antagonista.
Veja os documentos:






