
A Europa vive uma escalada de tensão com a Rússia, enquanto vários governos reforçam a preparação de suas populações e estruturas de defesa diante da possibilidade de um agravamento do conflito na Ucrânia.
Reino Unido, Alemanha, Suécia, Finlândia, Noruega, Polônia e Holanda estão entre os países que já adotaram ou reforçaram orientações para que as famílias mantenham reservas de água, alimentos, medicamentos e outros itens essenciais para situações de emergência. A União Europeia também estabeleceu como objetivo que os cidadãos tenham condições de permanecer autossuficientes por pelo menos 72 horas durante uma grande crise.
A preocupação aumentou após a ofensiva ucraniana deste domingo (20), que lançou mais de mil drones contra alvos em território russo. Cerca de 450 foram direcionados à região de Moscou, em um dos maiores ataques aéreos contra a capital russa desde o início da guerra. A Refinaria de Petróleo de Moscou também foi atingida.
O ataque ampliou a desconfiança do Kremlin sobre o envolvimento dos países europeus na capacidade militar da Ucrânia de atingir alvos cada vez mais distantes dentro do território russo. Moscou acusa governos ocidentais de fornecer armamentos, inteligência e apoio militar a Kiev.
O presidente russo, Vladimir Putin, também elevou o tom das declarações contra os governos europeus. Segundo o líder russo, o eventual envio de tropas europeias para a Ucrânia significaria uma participação direta no conflito e poderia colocar esses países em confronto com a Rússia.
A tensão também se manifesta nas proximidades das fronteiras da Otan. Exercícios militares de Belarus próximos à Polônia e à Lituânia, além do aumento da atividade militar russa na região, são acompanhados com atenção pelos governos europeus.
Ao mesmo tempo, países do continente relatam uma série de incidentes envolvendo drones, sabotagem, espionagem e ataques cibernéticos atribuídos à Rússia. A Alemanha afirma estar enfrentando diariamente uma chamada “guerra híbrida”, enquanto governos reforçam suas Forças Armadas, sistemas de defesa aérea e estruturas de proteção civil.
Depois de décadas em que uma guerra de grandes proporções parecia distante para boa parte da população europeia, governos do continente voltam a preparar seus cidadãos para situações de emergência e para a possibilidade de uma deterioração do cenário de segurança.
Com ataques ucranianos atingindo instalações estratégicas dentro da Rússia e Moscou aumentando as acusações contra os aliados de Kiev, cresce a preocupação de que uma participação militar direta de países europeus ou um eventual erro de cálculo provoque uma retaliação russa e amplie o conflito para além das fronteiras da Ucrânia.
Reino Unido, Alemanha, Suécia, Finlândia, Noruega, Polônia e Holanda estão entre os países que já adotaram ou reforçaram orientações para que as famílias mantenham reservas de água, alimentos, medicamentos e outros itens essenciais para situações de emergência. A União Europeia também estabeleceu como objetivo que os cidadãos tenham condições de permanecer autossuficientes por pelo menos 72 horas durante uma grande crise.
A preocupação aumentou após a ofensiva ucraniana deste domingo (20), que lançou mais de mil drones contra alvos em território russo. Cerca de 450 foram direcionados à região de Moscou, em um dos maiores ataques aéreos contra a capital russa desde o início da guerra. A Refinaria de Petróleo de Moscou também foi atingida.
O ataque ampliou a desconfiança do Kremlin sobre o envolvimento dos países europeus na capacidade militar da Ucrânia de atingir alvos cada vez mais distantes dentro do território russo. Moscou acusa governos ocidentais de fornecer armamentos, inteligência e apoio militar a Kiev.
O presidente russo, Vladimir Putin, também elevou o tom das declarações contra os governos europeus. Segundo o líder russo, o eventual envio de tropas europeias para a Ucrânia significaria uma participação direta no conflito e poderia colocar esses países em confronto com a Rússia.
A tensão também se manifesta nas proximidades das fronteiras da Otan. Exercícios militares de Belarus próximos à Polônia e à Lituânia, além do aumento da atividade militar russa na região, são acompanhados com atenção pelos governos europeus.
Ao mesmo tempo, países do continente relatam uma série de incidentes envolvendo drones, sabotagem, espionagem e ataques cibernéticos atribuídos à Rússia. A Alemanha afirma estar enfrentando diariamente uma chamada “guerra híbrida”, enquanto governos reforçam suas Forças Armadas, sistemas de defesa aérea e estruturas de proteção civil.
Depois de décadas em que uma guerra de grandes proporções parecia distante para boa parte da população europeia, governos do continente voltam a preparar seus cidadãos para situações de emergência e para a possibilidade de uma deterioração do cenário de segurança.
Com ataques ucranianos atingindo instalações estratégicas dentro da Rússia e Moscou aumentando as acusações contra os aliados de Kiev, cresce a preocupação de que uma participação militar direta de países europeus ou um eventual erro de cálculo provoque uma retaliação russa e amplie o conflito para além das fronteiras da Ucrânia.



