
André Mendonça rebateu Alexandre de Moraes após ser acusado de não retirar integralmente o sigilo dos documentos relacionados ao caso Banco Master. Em manifestação enviada ao presidente do STF, Edson Fachin, Mendonça afirmou que todas as peças efetivamente disponíveis e que poderiam ser tornadas públicas foram liberadas.
A reação ocorreu depois de Moraes apontar que cerca de 180 documentos continuariam sob sigilo. Mendonça contestou a cobrança e classificou como “imprestável” a tabela utilizada por Moraes para sustentar a acusação. Segundo ele, os dados apresentados não seriam suficientes para concluir que documentos foram mantidos indevidamente em segredo.
Mendonça explicou ainda que diferenças nos registros podem ocorrer pela movimentação de peças entre processos e por classificações internas do sistema do Supremo.
O confronto expõe mais um embate entre ministros do STF em meio à crise provocada pelas revelações do caso Master. Fachin determinou a publicidade do material relacionado à investigação, preservando sob sigilo apenas documentos ligados a diligências que ainda dependam de segredo para não comprometer as apurações. — É o Mundo
A reação ocorreu depois de Moraes apontar que cerca de 180 documentos continuariam sob sigilo. Mendonça contestou a cobrança e classificou como “imprestável” a tabela utilizada por Moraes para sustentar a acusação. Segundo ele, os dados apresentados não seriam suficientes para concluir que documentos foram mantidos indevidamente em segredo.
Mendonça explicou ainda que diferenças nos registros podem ocorrer pela movimentação de peças entre processos e por classificações internas do sistema do Supremo.
O confronto expõe mais um embate entre ministros do STF em meio à crise provocada pelas revelações do caso Master. Fachin determinou a publicidade do material relacionado à investigação, preservando sob sigilo apenas documentos ligados a diligências que ainda dependam de segredo para não comprometer as apurações. — É o Mundo


