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Pai bate em filha em Iguaracy, e é enquadrado na Lei Maria da Penha.

A Guarnição Tática da Polícia de Iguaraci foi solicitada para comparecer Bairro Frei Damião, onde o agricultor Alcides Bezerra, morador do mesmo bairro que estava agredindo sua filha menor de idade N C da S F,  de 17 anos, Solteira, Estudante .De imediato os policiais chegaram no local e conduziram as partes envolvidas para a  DP, onde Alcides Bezerra foi autuado em flagrante delito, na Lei Maria da Penha.

A partir de amanhã, veja toda a cobertura em videos e muitas entrevistas realizada pela Tv Web Sertão durante a manifestação pública

QUASE 5 MIL PESSOAS PARTICIPARAM DE PROTESTO CONTRA O MP EM AFOGADOS DA INGAZEIRA

Foto: AlberesQueiroz
Na manhã desta terça feira 15, uma grande massa de popular que segundo estatística chegaram a quase 5 mil pessoas, participaram de um protesto pacifico contra o Ministério Público de Afogados da Ingazeira, no sertão de Pernambuco. O protesto se derivou após algumas atitudes tomadas pela Promotora Ana Clézia como combate a poluição sonora, combate a pirataria e ao trabalho infantil. por volta das 09:00 horas já acontecia uma grande concentração nos populares na Avenida Rio Branco de onde saiu a passeata até o prédio do Ministério Publico que fica na Praça Arruda Câmara, no centro da cidade.
Foto: DeiseRodrigues
 Uma comissão formada por Jailma Alcântara, Willian Tenório, Cícero e Lindomar Souza e Fabiano Queiroz foi criada para conversar com a promotora Ana Clézia Nunes. A Rede Globo Nordeste, Tv Asa Branca, Tv Record. Rádio Pajeú, Transertaneja FM e Blogueiros da região acompanharam o manifesto. Nesta quarta feira a Promotora voltará a se reunir com a mesma comissão formada para debates encaminhamentos do protesto.
Foto:JanailsonNogueira

MANIFESTANTES DIZEM QUE PROTESTO REUNIU CERCA DE 5 MIL PESSOAS

Mais de quatro mil pessoas – para algumas, até seis mil –participaram do ato contra as recentes medida adotadas pelo Ministério Público de Afogados da Ingazeira. Com apitos, panelas e carros de som, moradores tomaram as ruas de Afogados da Ingazeira cobrando mais flexibilidade do MP e questionando as recentes medidas tomadas.
O combate à poluição sonora, que para muitos criou uma Lei do Silêncio, a fiscalização contra a venda de produtos classificados de genéricos ou piratas, os encaminhamentos de medida proibindo venda de picolés por crianças estiveram entre as medidas mais questionadas pelos manifestantes. O protesto começou na Avenida Rio Branco,seguindo por várias ruas e parando na Praça Arruda Câmara, na sede do MP, onde gritaram palavras de ordem.
A promotora – segundo apurou o blog –chegou a visualizar de dentro da sede do MP o protesto. A imprensa acompanhou com equipes da Rede Globo e Record além da a cobertura das rádios e blogs da região. Do Fórum, uma comissão foi tirada, encabeçada por nomes como Jailma Alcântara, Willian Tenório, Cícero e Lindomar Souza e Fabiano Queiroz para conversar com a promotora Ana Clézia Nunes. A promotora confirmou que amanhã receberá uma comissão tirada da manifestação para debater encaminhamentos deste encontro.

Por Nill Júnior

Comissão dos insatisfeitos com encaminhamentos do MPPE é formada e marca reunião com promotora

NO PROTESTO: Lindomar (centro) está na comissão. Foto: Junior Finfa
Após o protesto de hoje, a 2ª promotora de justiça, Ana Clézia, recebeu a imprensa e alguns participantes da manisfestação. Ela quis saber que era o líder do movimento, no entanto ninguém admitiu a representação, afirmaram que foi o próprio povo que idealizou. No entanto, foi formada uma comissão com representantes de vários segmentos para debater o assunto. Jailma Alcântara, Willian Tenório, Cícero e Lindomar Souza e Fabiano Queiroz, Ericácio Gravações, entre outros, estarão reunidos com a promotora na próxima sexta-feira (18). Até lá, os membros estão formulando um documento de reivindicações que deverá apresentar ao Ministério Público. O presidente da CDL do município, Jurandir Castro não aceitou fazer parte da comissão.

INOCÊNCIO OLIVEIRA DEVERÁ SER O FEDERAL DA UNIÃO PELO POVO EM 2014

Por Anchieta Santos
O acordo do PR com a pré-candidata Giza Simões(PSDB) em Afogados da Ingazeira não se resume apenas à indicação do candidato a vice-prefeito (Diomedes Mariano) e a participação no secretariado de um futuro governo em caso de vitória.
Revelação de importante assessor do parlamentar assegura que a coligação passa pelo apoio da pré-candidata Giza Simões e de seu grupo a reeleição do deputado Federal Inocêncio Oliveira em 2014.
Acordo selado será o terceiro federal da União por Afogados em três eleições estaduais: Raul Henry (PMDB) em 2006, Sergio Guerra (PSDB) em 2010 e Inocêncio Oliveira (PR) em 2014.
Por Nill Júnior

Diretora do Colégio Normal esclarece que não liberou alunos para protesto, quem for deve ir sem farda

A diretora do Colégio Normal, em Afogados da Ingazeira, Edjane Almeida esclareceu que não tomou partido em relação ao protesto na manhã de hoje contra encaminhamento do MPPE na questão da chamada lei do silêncio. A colocação da diretora vai de encontro com o boato espalhado por muitos alunos de que a diretora teria liberado todo o alunado para participar da manifestação a partir das 09h00.
"Eu não liberei os alunos, mas não posso impedir que eles vão. Orientei que quem quisesse poderia ir, mas sem usar a farda do colégio. Nós professores vamos participar de uma reunião aqui na escola e não iremos", esclareceu. Essa deve ser a mesma orientação dos gestores de outras escolas da cidade.
Ainda de acordo com a diretora a maioria dos alunos estão participando da manifestação. Apesar do movimento só começar às 09h00, muitos nem foram à escola.
LuizCarlos

POPULAÇÃO FALA SOBRE A MANIFESTAÇÃO DE HOJE EM AFOGADOS DA INGAZEIRA

A População com esse movimento demonstra que a Lei que é feita muitas vezes friamente, não se adequa a vida cotidiano da população, é preciso discutir, ter bom senso. (Vice-Prefeito Augusto Martins)

Este movimento é a insatisfação dos que querem trabalhar. (Presidente do PSB Afogadense, Raimundo do Foto)

Numa democracia, toda manifestação do povo é legítima desde que seja um ato reivindicatório ordeiro e pacífico, como o que se deu aqui em Afogados da Ingazeira, no entanto, é preciso no momento como este, as pessoas e as autoridades, manterem o diálogo civilizado, bom senso, respeito à Lei e, sobretudo o respeito básico aos direitos dos cidadãos. (Ex-prefeita Giza Simões)

"É  hora de a população fazer seu manifesto, todo mundo precisa ganhar seu pão.  (Vereador Cícero Miguel)

Afogados da Ingazeira está passando por uma crise grande, as pessoas estão revoltas com essa atitude, não podemos ser uma cidade fantasma, o poder público precisa se sensibilizar com a população, para que possamos trabalhar. (Lindomar – Coordenador do Movimento)

Compreendo que a Lei é para ser cumprida, mas o que prevalece para mim é a Lei da sobrevivência, são as famílias que querem trabalhar e a promotora não está deixando, queremos um acordo com a promotora pública em nome dos afogadenses. (Vereadora do PT - Joana Darc)
"O Bom senso é a maior Lei que existe". (Empresário Carlos Brito)
Blog do Sertão

ABAIXO A REPRESSÃO! É O TITULO DA COLUNA DE MAGNO MARTINS HOJE

Em meio a uma seca braba, que esturrica os mananciais e mata o gado, a população de Afogados da Ingazeira, perdeu o sono com uma decisão drástica, radical e abusiva da promotora Ana Clésia Nunes, de impor a Lei do Silêncio.
Alegando ter se baseado numa iniciativa do Ministério Público estadual, a promotora acabou com festas, manifestações de rua e até música ao vivo nos bares, na medida em que restringiu o som ambiente a 65 decibéis, exigindo acústica e até licença ambiental.
Em nota enviada ao blog, Ana Clésia alega apenas que está cumprindo uma lei, amplamente debatida pela população. Ora, que lei é esta que só se aplica em Afogados da Ingazeira? Não conheço outra cidade que tenha restringido em tamanha proporção o uso do som ambiente.
Desconheço, igualmente, clube social, nem mesmo no Recife, a capital do Estado, que atenda ao requisito da acústica. Na verdade, a promotora exagerou na dosagem, atraiu a ira da população e não quer recuar, porque ficará desmoralizada.
Em tempo de democracia e liberdade, a sociedade não pode se submeter a regras ditatoriais, impostas de cima para baixo. Hoje, a população de Afogados da Ingazeira, especialmente os comerciantes, os mais afetados, irão às ruas promover uma grande manifestação, para lembrar ao MP que a ditadura é uma página virada no País.
A nota está na coluna do jornalista Afogadense Magno Martins
 
Por Nill Júnior

Quanto mais pobre, menos o brasileiro confia na polícia

Quanto mais pobre, menos o cidadão confia na polícia. Esse é o resultado de uma pesquisa nacional feita pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) no primeiro trimestre. O levantamento aponta que 77% das pessoas que ganham até dois salários mínimos (R$ 1.244) não acreditam nas forças policiais. Vivem nessa faixa de renda 46,3% dos brasileiros. No geral, três em cada cinco pessoas não confiam.

A pesquisa foi feita com 1.550 pessoas, em seis Estados e no Distrito Federal. O índice de confiança aumenta conforme a renda do entrevistado. Entre os mais ricos - aqueles que ganham mais de 12 salários mínimos -, 59% não acreditam na polícia.

Responsável por coordenar a pesquisa, a professora Luciana Gross Cunha, da Escola de Direito de São Paulo, diz que há razões para que as pessoas de baixa renda desconfiem mais. "É porque residem e frequentam locais de mais risco, convivem com o aparato policial voltado para o combate à criminalidade. Nem sempre a polícia é vista nesses lugares como um sinal de segurança, mas de ameaça."

Segundo Luciana, os meios de seleção, treinamento e formação podem mudar essa relação entre a polícia e os mais pobres. Isso passa também pela discussão do papel da polícia e pela valorização - até salarial - do agente público. "Uma vez que você valoriza o policial na comunidade, passa a ser normal e natural a presença dele ali. Agora, quando é desvalorizado, ele se torna perigoso para si e para a sociedade."

A desconfiança também é maior entre os mais jovens. Na faixa dos 18 aos 34 anos, 64% das pessoas não acreditam na polícia. Entre os que têm mais de 60, a confiança é maior. Mesmo assim, mais da metade não confia na instituição. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo. (Agência Estado)

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