Mostrando postagens de Junho 11, 2016Mostrar tudo

2 bandidos foram assaltar o McDonald’s, advinha quem tava lanchando: 11 homens da Força Nacional Francesa

O caso surreal aconteceu no último domingo (05), na comuna de Ecole-Valentin, na França. Dois homens armados entraram no estabelecimento e anunciaram o assalto. Um deles chegou a atirar na entrada da lanchonete para assustar clientes e funcionários.
Tudo corria como planejado, mas os ladrões não contavam com o que estava por vir. Onze homens da Força Nacional estavam lanchando entre os cerca de 40 clientes. Eles rapidamente traçaram um modo de resolver a situação sem colocar em risco a vida de todos.
Quando os homens saíram da loja, os soldados começaram a agir. Imobilizaram um dos bandidos e atiraram no abdome do outro. Os ladrões foram levados à justiça. Eles roubaram cerca de dois mil euros

Deputada do PT quer instalação de Wi-Fi para uso dos presidiários

Uma pauta muito polêmica tramita na Câmara dos Deputados que está causando dor de cabeça entre os parlamentares, é a instalação de Wi-Fi em presídios para uso dos próprios presidiários.
A ideia é colocar os custodiados em participação direta com o mundo de forma que eles sejam assistidos em suas necessidades e possam desenvolver sua cidadania com a finalidade de recuperá-los mais rapidamente.
O projeto de lei visa otimizar o uso de tecnologia nas carceragens brasileiras para que seja ministrada vídeo-aulas aos detentos e sejam assim reeducados para o mundo. A deputada federal Fátima Bezerra (PT/RN) defende os direitos humanos dos assistidos.

Bilionário judeu resgata cristãos perseguidos pelo Estado Islâmico: “Tenho uma dívida de gratidão”

Lord George Weidenfeld é grato aos cristãos que salvaram a sua vida durante o Holocausto
O britânico lordGeorge Weidenfeld está financiando uma missão de resgate de até 2.000 famílias cristãs no Iraque e na Síria. Segundo o Catholic Herald, do Reino Unido, ele quer seguir o exemplo do falecido sir Nicholas Winton, cristão que salvou 669 crianças judias destinadas à morte em campos de concentração nazistas durante o Holocausto.

O bilionário de 95 anos diz que tem "uma dívida a pagar".
Em 1938, os quakers e os Irmãos de Plymouth, cristãos, organizaram a transferência segura de judeus de Viena para a Inglaterra através do “Kindertransport”, ajudando-os a escapar dos nazistas. Os judeus receberam comida, roupas, hospedagem e transporte. Weidenfeld estava entre eles.
"Eu tenho uma dívida a pagar", disse lord Weidenfeld em entrevista ao Times. "Ela vale para os muitos jovens que estavam nos ‘Kinderstransport’. Foi uma operação muito nobre, e nós, judeus, devemos ser gratos e fazer algo pelos cristãos que estão em perigo".
A primeira fase do esforço de resgate organizado pela Weidenfeld Safe Havens Fund conseguiu levar 150 pessoas da Síria para a Polônia neste último 10 de julho, com a permissão do governo polonês e do regime de Assad na Síria.
O jornal Express, do Reino Unido, informa que o fundo de Weidenfeld pretende dar suporte econômico de 12 a 18 meses para os refugiados. Alguns países, como os Estados Unidos, se recusaram a participar do projeto porque ele não inclui os muçulmanos, também eles alvo do Estado Islâmico.
Os cristãos, os yazidis, os drusos e os muçulmanos xiitas sãoperseguidos pelo grupo terrorista na Síria e no Iraque. Lord Weidenfeld, no entanto, defendeu o objetivo específico do seu projeto:
"Eu não posso salvar o mundo todo, mas tenho uma possibilidade muito específica no caso dos cristãos.
Outros podem fazer o que eles querem que seja feito pelos muçulmanos".
Nascido na Áustria em 1919, Weidenfeld recebeu o título de “lord” em 1976. Chegado à Grã-Bretanha sem um tostão, ele fez fortuna criando a editora Weidenfeld & Nicholson.

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No Sertão, Ministro promete a Governador concluir no cronograma obras da Transposição

Governador acompanhou o ministro da Integração Nacional em visita a estação de bombeamento do Projeto de Integração do Rio São Francisco
CABROBÓ E SALGUEIRO – O governador Paulo Câmara acompanhou, nesta sexta-feira (10.06), o ministro da Integração Nacional, Hélder Barbalho, que veio ao Estado conferir o andamento das obras do Projeto de Integração do Rio São Francisco. A vistoria contemplou a Estação de Bombeamento 1 (EB-1), que integra o Eixo Norte do projeto, situada em Cabrobó, município do Sertão do São Francisco. O chefe do Executivo estadual defendeu a celeridade da conclusão das adutoras como caminho efetivo para que as águas do “Velho Chico” chegue até a casa dos pernambucanos que sofrem com a seca.
“Os dois canais da Transposição estão quase prontos e, em breve, a gente deve ter eles em pleno funcionamento. Agora, o nosso desafio é fazer com que a água chegue na casa das pessoas. Estamos conversando com o ministro, no sentido de acelerar as obras das adutoras e a água chegar tanto no Sertão, quanto no Agreste pernambucano”, destacou o governador.
Entregue em 2015 pelo Governo Federal, a EB-1 é a primeira elevatória do Eixo Norte. A estrutura bombeia a água do Rio São Francisco por 51,6 km até a segunda estação (EB-2) desse eixo, também situada em Cabrobó. Cada bomba da EB-1 tem capacidade para elevar a água do nível do rio em até 36 metros. A vazão é de 12,4 metros cúbicos por segundo. O ministro da Integração Nacional, Hélder Barbalho, ressaltou a parceria com Pernambuco.
Após a visita na estação de bombeamento, o ministro e o governador visitaram o escritório do Ministério da Integração Nacional, no município de Salgueiro. Na ocasião, foram detalhados os programas ambientais e as obras do Projeto de Integração do Rio São Francisco. O governador adiantou que sai desse encontro certo que haverá uma aceleração do desenvolvimento do interior do nordeste brasileiro com a conclusão dessa obra.
“Reafirmo à disposição do governo de Pernambuco de colaborar com o que for possível para que tenhamos esse sonho realizado”. Ele fechou o discurso lembrando o ex-governador Miguel Arraes, que também acompanhou essa obra, quando falava: “o possível agente faz, e o impossível o povo nos ajuda a fazer”.
Estiveram presentes o presidente da Compesa, Roberto Tavares; o prefeito de Salgueiro, Marcondes Libório; Creusa Pereira, deputada federal; e Lucas Ramos, deputado estadual.

Como a Primeira Guerra deu início às cirurgias estéticas

A Primeira Guerra foi uma das mais destrutivas da história, em que ao menos 2 milhões de pessoas morreram e o número de feridos é muito superior e difícil de ser calculado.
Entre os feridos, muitos passaram por amputações e foram desfigurados pela guerra. Para aliviar a dor dessas pessoas, o Dr. Harold Gilles, do Reino Unido, centrou seu trabalho para dar a alguns desses sobreviventes a oportunidade de voltar a ter uma vida normal.
Durante o tempo em que esteve no front da batalha, o doutor e soldado Harold Gilles presenciou os esforços extenuantes de um dentista francês-americano para consertar a dentição de soldados feridos por bala. 
Foram essas as circunstâncias que fizeram Gilles notar o quão importante era poder ajudar a reconstruir não apenas os dentes, mas o rosto dos soldados feridos. Assim, ao voltar à Inglaterra, por volta de 1917, ele pressionou as autoridades militares a iniciarem reconstruções faciais no Hospital Militar de Cambridge.
Após um sucesso imprevisto, em 1917, foi aberto um novo hospital dedicado exclusivamente a esse tipo de tratamento. O Dr. Harold Gilles, quase sem se dar conta, havia dado os primeiros passos no terreno que, hoje, conhecemos como cirurgia plástica. (History)

Zika pode permanecer no organismo por meses

O Globo
O zika pode permanecer no organismo por mais tempo do que supunham cientistas. Casos investigados por uma rede de pesquisa no Rio mostram que o vírus é capaz de voltar a se manifestar em pessoas que desenvolveram síndrome de Guillain-Barré, encefalite e encefalomielite. Além disso, há sinais de que pode causar distúrbios cognitivos, como perda de memória e dificuldades de raciocínio, em alguns desses pacientes.
A rede estuda também casos de distúrbios neurológicos graves em pacientes com chicungunha. Um deles é o de um homem que morreu em março após desenvolver uma forma grave de Guillain-Barré. O coordenador da rede, o neurologista Osvaldo Nascimento, professor titular de neurologia da Universidade Federal Fluminense (UFF) e presidente da Associação de Neurologia do Estado do Rio de Janeiro (ABN-RJ/Anerj), conta que o paciente foi atendido num hospital do Rio, teve grave paralisia e acabou por não resistir.
— São casos mais raros, mas que, por sua gravidade, precisam de prioridade. Também temos observado uma espécie de persistência do zika e casos mais graves ligados ao chicungunha. O zika parece se esconder no sistema nervoso e reemergir meses depois, por gatilhos que ainda desconhecemos. Uma das possibilidades que investigamos é que ele se torne crônico em alguns casos. Como e por que, não sabemos ainda — afirma.

EVENTO DISCUTIRÁ CASOS
Nascimento organiza hoje no Rio, no Instituto de Neurologia Deolindo Couto, da UFRJ, um fórum para pesquisadores sobre os distúrbios neurológicos associados ao zika e ao chicungunha. Alguns dos maiores especialistas do Brasil vão debater casos de síndrome de Guillain-Barré, encefalite e meningoencefalite, entre outros problemas neurológicos, vistos em pacientes que contraíram os vírus.
A rede integrada por Nascimento reúne médicos e cientistas da UFF, UFRJ, Fiocruz, Dasa e PUC-RS, entre outras instituições. Eles têm acompanhado cerca de 50 pessoas com distúrbios neurológicos associados à infecção por zika ou chicungunha. Todos os pacientes são do Grande Rio, atendidos em hospitais das redes públicas e privada.

Alguns pontos preocupam os pesquisadores. O primeiro é a persistência do vírus zika.
— Em alguns casos, a pessoa aparentemente se recupera. Mas a doença, a síndrome de Guillain-Barré, por exemplo, volta a se manifestar após semanas ou meses. Uma hipótese é que o zika se mantenha latente nos neurônios e algum fator de natureza imunológica o reative. Vírus como o do herpes-zóster fazem isso. Não sabemos como esses vírus realmente agem. Existe uma possibilidade de que possam causar uma espécie de doença crônica, uma Guillain-Barré de evolução prolongada. Isso é algo que precisa ser investigado — explica o médico.

SINAIS DE DEMÊNCIA
Outra preocupação dos pesquisadores é o aparecimento de comprometimento cognitivo em alguns desses pacientes.
— Temos observado casos de comprometimento da memória recente, dificuldades de raciocínio e até sinais de demência. Mas é cedo para saber o motivo e a evolução. Isso parece ocorrer em pequeno percentual de pacientes com distúrbios neurológicos relacionados ao zika. Esse será um dos destaques a serem debatidos no fórum — observa Nascimento.