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Muçulmano se converte ao ‘conversar’ com Jesus: "Não vi o tempo passar"

Voltando de uma peregrinação muçulmana, Omar conversou por instantes com um motorista de ônibus. Mais tarde, ele descobriu que o motorista era o próprio Jesus.
Omar entregou sua vida a Jesus como seu Salvador e Senhor. (Foto: Reprodução).
Muitos falam que já viram Jesus Cristo em um sonho ou em uma visão, mas talvez, essas pessoas nunca viram Jesus como um motorista de ônibus.
Assim foi exatamente o que aconteceu com Omar, um novo convertido cristão. Antes de seu encontro com Jesus, Omar era um desanimado peregrino muçulmano que estava a caminho de Meca, na Arábia Saudita. As informações são do site God Reports.
Omar tinha acabado de realizar a peregrinação, chamada de Hajj, que é um dos cinco pilares do Islã e uma obrigação religiosa para os muçulmanos. Após a realização de vários rituais, incluindo o "apedrejamento do diabo", ele ainda sentia que faltava algo em sua vida. Omar andou de forma triste até a estação de ônibus para voltar para casa, sentindo-se cansado e vazio. Então, ele notou algo estranho na estação. O local estava lotado de peregrinos, mas havia apenas um ônibus e ele estava vazio.
Quando ele embarcou no ônibus, o motorista disse: "Ainda não temos nenhum passageiro, mas eu posso ver que você tem um problema. Há uma loja ali. Está vendo aquela rocha? Vai lá, sente na rocha e converse com Isa [o nome muçulmano de Jesus]".
"Mas por que?", Omar perguntou ao motorista. "Experimente. Vá lá. Fale com Isa. Você já tentou de tudo", o motorista respondeu. Então Omar sentou-se sobre a rocha, após as instruções. Em seguida, ele pronunciou o nome "Isa". De repente, seu corpo começou a tremer e ele sentiu algo poderoso enchendo seu coração.
"Passei duas horas lá sem nem ver o tempo passar", disse ele ao projeto “Jesus, o filme”. Quando Omar finalmente chegou em casa, a primeira coisa que fez foi procurar alguém que pudesse explicar algo sobre Isa. Ele encontrou um homem que entregou um filme em DVD, cujo título era "Isa".
O indivíduo o convidou para assistir o filme e jantar com ele. Quando o filme chegou no momento do batismo de Jesus no Rio Jordão, Omar ficou chocado depois de ver o rosto do ator que interpretava o filho de Deus. "Uau, esse era o motorista! Esse é o motorista do ônibus! Aquele que me disse para falar com Isa!", ele gritou.
Omar percebeu que ele havia conhecido Isa no ônibus e entregou sua vida a Jesus.
FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO SITE HELLO CHRISTIAN

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Forrozão das Antigas e Herry Estigado entre outros na Festa da Vitória em Flores.

 
O prefeito eleito de Flores, Marconi Santana (PSB), vai comemorar neste próximo domingo (16), na Fazenda Minador, no Sítio Macacos, o que sua equipe de comunicação classificou de “Festa da Vitória”. O evento está agendado para começar às 10hs e, terá atrações como: Fábio Diniz, Herry Estigado e Forrozão das Antigas. (Júnior Finfa)

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Conta de luz do consumidor pode ficar até 5% mais cara em 2017

O atraso no pagamento de indenizações bilionárias devidas às transmissoras de energia elétrica poderá ter um impacto de até 5% na conta de luz do consumidor no ano que vem, pressionando ainda mais a inflação. A estimativa é do ex-diretor da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Julião Coelho, que também é consultor jurídico de diversas associações do setor
A partir de 2017, segundo o especialista, o governo deve começar a quitar dívidas com as transmissoras que, a rigor, tinha de ter começado a pagar em 2013. Naquele ano, o governo decidiu cortar cerca de R$ 4,4 bilhões em receitas das transmissoras. A medida fazia parte das ações para anunciar a prometida redução de 20% na conta de luz, o que de fato ocorreu. No meio desse processo, o governo acabou usando o dinheiro dos fundos setoriais – que pagariam esse valor – para outros fins. Como esse rombo não sumiu, agora ele voltará para a conta de luz carregado de juros. Hoje, seu valor é estimado entre R$ 9 bilhões e R$ 10 bilhões, por causa dos reajustes acumulados nos últimos três anos.
“O que aconteceu é que, na verdade, retiraram essa receita devida às transmissoras, para reduzir a tarifa de forma artificial”, disse Julião. “Essa é a arte da pedalada na conta de luz. Ouvimos que tinham baixado a tarifa, quando na verdade só estavam fazendo um deslocamento temporal do custo.”
A decisão de fazer o repasse bilionário devido às transmissoras de energia para a conta de luz do consumidor foi tomada no início deste ano, depois que o Tesouro Nacional se recusou a pagar a conta, tendo em vista o déficit acumulado nos últimos anos. A previsão é de que os juros da dívida com as transmissoras sejam pagos em até oito anos. Já o valor original da indenização pode ser pago até o fim da vida útil dos equipamentos.
Apesar de o setor elétrico ter retomado seu equilíbrio estrutural de oferta de energia (reflexo da demanda menor, por causa da crise econômica e da melhora nos níveis dos reservatórios das usinas hidrelétricas), financeiramente o setor ainda está longe de retomar sua normalidade. “A judicialização do setor é resultado desse cenário conturbado e desequilibrado, e não a causa dele”, comenta o especialista.
Indenização
Os valores a que as transmissoras têm direito estão relacionados a investimentos em melhoria e expansão de linhas e subestações anteriores ao ano 2000 e que ainda não foram amortizados. Pela proposta original, o governo não pretendia pagar indenização por essas obras e equipamentos, mas mudou de ideia após uma forte pressão das transmissoras, que sinalizaram que não iriam aderir à proposta de renovação dos contratos.
Quando concordou em pagar a conta às transmissoras, a União garantiu a adesão dessas empresas ao pacote de renovação antecipada das concessões e, a partir disso, anunciou a redução da conta de luz em 20%, ainda em 2013. Essa situação foi sustentada até o fim do período eleitoral, em 2014.
Após as eleições, o governo admitiu que não tinha mais como bancar as medidas com base em aportes do Tesouro Nacional. Hoje, as estimativas indicam que ainda faltam cerca de R$ 24 bilhões para encerrar a encrenca financeira das indenizações de transmissão.
Do Diário de Pernambuco

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