Tragédia em Patos: drama continua, pai alvejado por filho pode ficar paraplégico


Segundo o jornalista Marcos Oliveira, do Portal Patos On Line, falando ao programa Rádio Vivo, da Rádio Pajeú, com Júnior Cavalcanti, o pai de família e Policial Militar Sargento Benedito Silva corre o risco de ficar paraplégico.
Ele foi uma das vítimas do filho de 14 anos. Além de atirar nele, matou a mãe e o irmão de sete anos. A causa, segundo o Delegado que apura o caso, Renato Leite, a motivação tem relação com as baixas notas do adolescente e a decisão do pai de fazer com que ele se afastasse de um jogo chamado “Roblox”, que é baseado em mundo aberto, multiplataforma e simulação do multiverso.
O pai, Sargento Benedito, está internado no Hospital de Trauma em Campina Grande. “Um dos médicos da unidade adiantou que no momento descarta cirurgia. A bala está alojada numa área próxima à coluna. No momento o policial está paraplégico”.
Ele entretanto, disse que é cedo para informar se essa condição se manterá. Ele não tem movimento da cintura pra baixo. Há possibilidade de o quadro se reverter. A bala perfurou o pulmão e se alojou na coluna. “Ele está consciente mas há um processo inflamatório a ser cuidado”.
A mãe, uma enfermeira bastante conhecida conhecida e o filho de sete anos foram sepultados no fim da tarde de domingo no Memorial Jardim da Paz sob clima de muita comoção. O velório aconteceu na Igreja Evangélica Batista da Fé, próxima ao Bairro da maternidade, Patos. (Patos Online via Nill Júnior)

Detalhes do ocorrido:
O Delegado da Polícia Civil de Patos, Renato Leite, concedeu entrevista a TV Sol na noite deste sábado, dia 19 de março, e deu mais detalhes da tragédia envolvendo uma família na tarde de ontem, onde um adolescente de 13 anos matou a mãe e o irmão, de 7 anos, e atirou contra o pai, um sargento da PM, identificado por Benedito. Assista aqui a entrevista completa.
De acordo com o Delegado, o adolescente disse em detalhes como se deu o crime e também a real motivação que o levou a cometer tamanha barbárie contra a própria família.
“O pai hoje, antes de sair pra comprar um remédio para a mãe, que estava com dor de dente, tomou o celular dele por conta das notas baixas. Então, quando o pai saiu, ele entregou o celular da mãe para o irmão mais novo e o colocou no quarto dele, foi no escritório do pai, pegou a arma, que estava bem guardada num armário de ferro fechado, mas ele conseguiu pegar a arma, e a mãe aguardava no quarto, deitada, dormindo. Ele chegou, encostou a arma na cabeça dela e efetuou um disparo contra a mãe”, contou o delegado.
Renato Leite detalha que o irmão mais novo, ao se deparar com a cena, começou a brigar com o adolescente, e nesse momento o sargento Benedito chegou novamente em casa e tentou pegar a arma do filho, porém acabou sendo atingido.
“Quando isso aconteceu, o irmão escutou, saiu de dentro do quarto e veio em direção a mãe, viu a situação e começou a brigar com ele, então nessa briga, ele ainda correu atrás dele dentro da residência pra atirar, mas foi quando o pai chegou. O pai tentou intervir, pediu que soltasse a arma e ele terminou efetuando um disparo contra o pai, que caiu na sala. O irmão, ao ver o pai caído, foi tentar socorrer o pai e se abraçou com ele, foi quando o adolescente atirou no irmão pelas costas.”
O Delegado conta que após o ocorrido, o adolescente agiu friamente, guardou a arma utilizada no crime, chamou o SAMU, e tentou fazer como se tivesse sido um assalto, porém depois de todas as diligências realizadas na residência, a polícia conseguiu elucidar o caso. A arma foi apreendida e encaminhada para a perícia, já o menor aguarda em um local adequado à manifestação judicial e do Ministério Público.
Renato Leite disse também que o adolescente alegou que a motivação para ter cometido tal crime bárbaro foi porque os pais estavam privando ele de jogar um jogo, chamado “Roblox”, que é baseado em mundo aberto, multiplataforma e simulação do multiverso.
“A motivação que ele alegou de ter sido a gota d’água hoje, para que ele pegasse a arma do pai e resolvesse atirar contra a mãe, o pai e o irmão, foi justamente por isso. Ele alegou que era pressionado pra tirar boas notas na escola, porque estava tirando notas baixas, pois em casa só queria saber de estar jogando esse jogo”, completou.
O Delegado conta que percebeu, infelizmente, que quando o menino soube que o pai ainda estava vivo, se assustou. “Acho que ele estava mais satisfeito se tivesse todos os três falecidos”, comentou Renato.
Perguntado se o adolescente havia contado como aprendeu a atirar, o Delegado informou que o policial já havia mostrado a arma ao menino, mas de maneira controlada e ele nunca havia atirado.
“Ele alega que o pai mostrou a ele, a arma, mas de uma forma controlada, até porque, por ser policial, mostrou por curiosidade, mas ele disse que nunca tinha atirado não”, relatou Renato Leite.
O pai, Sargento Benedito, está internado no Complexo Hospitalar Regional de Patos com uma bala alojada na coluna, aguardando a regulação para ser transferido para a cidade de Campina Grande.
O Delegado da Polícia Civil de Patos, Renato Leite, concedeu entrevista a TV Sol na noite deste sábado, dia 19 de março, e deu mais detalhes da tragédia envolvendo uma família na tarde de ontem, onde um adolescente de 13 anos matou a mãe e o irmão, de 7 anos, e atirou contra o pai, um sargento da PM, identificado por Benedito. Assista aqui a entrevista completa.
De acordo com o Delegado, o adolescente disse em detalhes como se deu o crime e também a real motivação que o levou a cometer tamanha barbárie contra a própria família.
“O pai hoje, antes de sair pra comprar um remédio para a mãe, que estava com dor de dente, tomou o celular dele por conta das notas baixas. Então, quando o pai saiu, ele entregou o celular da mãe para o irmão mais novo e o colocou no quarto dele, foi no escritório do pai, pegou a arma, que estava bem guardada num armário de ferro fechado, mas ele conseguiu pegar a arma, e a mãe aguardava no quarto, deitada, dormindo. Ele chegou, encostou a arma na cabeça dela e efetuou um disparo contra a mãe”, contou o delegado.
Renato Leite detalha que o irmão mais novo, ao se deparar com a cena, começou a brigar com o adolescente, e nesse momento o sargento Benedito chegou novamente em casa e tentou pegar a arma do filho, porém acabou sendo atingido.
“Quando isso aconteceu, o irmão escutou, saiu de dentro do quarto e veio em direção a mãe, viu a situação e começou a brigar com ele, então nessa briga, ele ainda correu atrás dele dentro da residência pra atirar, mas foi quando o pai chegou. O pai tentou intervir, pediu que soltasse a arma e ele terminou efetuando um disparo contra o pai, que caiu na sala. O irmão, ao ver o pai caído, foi tentar socorrer o pai e se abraçou com ele, foi quando o adolescente atirou no irmão pelas costas.”
O Delegado conta que após o ocorrido, o adolescente agiu friamente, guardou a arma utilizada no crime, chamou o SAMU, e tentou fazer como se tivesse sido um assalto, porém depois de todas as diligências realizadas na residência, a polícia conseguiu elucidar o caso. A arma foi apreendida e encaminhada para a perícia, já o menor aguarda em um local adequado à manifestação judicial e do Ministério Público.
Renato Leite disse também que o adolescente alegou que a motivação para ter cometido tal crime bárbaro foi porque os pais estavam privando ele de jogar um jogo, chamado “Roblox”, que é baseado em mundo aberto, multiplataforma e simulação do multiverso.
“A motivação que ele alegou de ter sido a gota d’água hoje, para que ele pegasse a arma do pai e resolvesse atirar contra a mãe, o pai e o irmão, foi justamente por isso. Ele alegou que era pressionado pra tirar boas notas na escola, porque estava tirando notas baixas, pois em casa só queria saber de estar jogando esse jogo”, completou.
O Delegado conta que percebeu, infelizmente, que quando o menino soube que o pai ainda estava vivo, se assustou. “Acho que ele estava mais satisfeito se tivesse todos os três falecidos”, comentou Renato.
Perguntado se o adolescente havia contado como aprendeu a atirar, o Delegado informou que o policial já havia mostrado a arma ao menino, mas de maneira controlada e ele nunca havia atirado.
“Ele alega que o pai mostrou a ele, a arma, mas de uma forma controlada, até porque, por ser policial, mostrou por curiosidade, mas ele disse que nunca tinha atirado não”, relatou Renato Leite.
O pai, Sargento Benedito, está internado no Complexo Hospitalar Regional de Patos com uma bala alojada na coluna, aguardando a regulação para ser transferido para a cidade de Campina Grande.
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