
O que antes parecia ficção científica passou a integrar oficialmente a doutrina militar dos Estados Unidos. O Departamento de Guerra norte-americano confirmou, em comunicado público, que possui e desenvolve armas de energia dirigida, tecnologia baseada em feixes de laser de alta potência e micro-ondas concentradas capazes de atingir alvos à velocidade da luz.
Segundo o órgão, esses sistemas estão sendo ampliados e integrados a navios e aeronaves, com o objetivo de neutralizar drones, cegar sensores, desativar equipamentos eletrônicos e eliminar ameaças aéreas antes que se aproximem das forças aliadas. A principal vantagem estratégica está no custo: enquanto um míssil interceptador pode custar milhões de dólares, cada disparo de energia tem custo equivalente apenas à eletricidade utilizada.
O tema ganhou ainda mais repercussão após rumores de que esse tipo de armamento teria sido utilizado durante a operação militar que resultou na captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro. Relatos atribuídos a testemunhas apontam que soldados venezuelanos teriam sido incapacitados de forma repentina, levantando suspeitas sobre o uso de micro-ondas ou lasers de alta energia. Oficialmente, o governo dos EUA não confirmou o emprego da tecnologia nessa ação específica.
Conhecidas como Directed Energy Weapons, essas armas utilizam energia eletromagnética altamente focada, capaz de superaquecer, interferir ou destruir sistemas eletrônicos. Em versões de menor intensidade, podem ser usadas de forma dissuasiva, causando desconforto físico; já as mais potentes são projetadas para inutilizar drones, mísseis e veículos. Apesar da eficiência, o alcance ainda é limitado e fatores climáticos, como neblina e tempestades, podem reduzir sua eficácia.
Documentos ultrassecretos do Pentágono, vazados em 2023, revelaram que os Estados Unidos investiam cerca de US$ 1 bilhão por ano no desenvolvimento dessas armas. Os relatórios também apontavam preocupações éticas, de saúde e orçamentárias relacionadas ao avanço da tecnologia.
Com a confirmação oficial, especialistas avaliam que a chamada “guerra invisível” já é uma realidade, marcada por ataques instantâneos, silenciosos e de alto impacto estratégico, redefinindo os rumos dos conflitos militares no século XXI.
Segundo o órgão, esses sistemas estão sendo ampliados e integrados a navios e aeronaves, com o objetivo de neutralizar drones, cegar sensores, desativar equipamentos eletrônicos e eliminar ameaças aéreas antes que se aproximem das forças aliadas. A principal vantagem estratégica está no custo: enquanto um míssil interceptador pode custar milhões de dólares, cada disparo de energia tem custo equivalente apenas à eletricidade utilizada.
O tema ganhou ainda mais repercussão após rumores de que esse tipo de armamento teria sido utilizado durante a operação militar que resultou na captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro. Relatos atribuídos a testemunhas apontam que soldados venezuelanos teriam sido incapacitados de forma repentina, levantando suspeitas sobre o uso de micro-ondas ou lasers de alta energia. Oficialmente, o governo dos EUA não confirmou o emprego da tecnologia nessa ação específica.
Conhecidas como Directed Energy Weapons, essas armas utilizam energia eletromagnética altamente focada, capaz de superaquecer, interferir ou destruir sistemas eletrônicos. Em versões de menor intensidade, podem ser usadas de forma dissuasiva, causando desconforto físico; já as mais potentes são projetadas para inutilizar drones, mísseis e veículos. Apesar da eficiência, o alcance ainda é limitado e fatores climáticos, como neblina e tempestades, podem reduzir sua eficácia.
Documentos ultrassecretos do Pentágono, vazados em 2023, revelaram que os Estados Unidos investiam cerca de US$ 1 bilhão por ano no desenvolvimento dessas armas. Os relatórios também apontavam preocupações éticas, de saúde e orçamentárias relacionadas ao avanço da tecnologia.
Com a confirmação oficial, especialistas avaliam que a chamada “guerra invisível” já é uma realidade, marcada por ataques instantâneos, silenciosos e de alto impacto estratégico, redefinindo os rumos dos conflitos militares no século XXI.


