
Uma apresentação musical terminou em confusão na noite desta sexta-feira (2), na Praia Brava de Itajaí, no litoral de Santa Catarina. A banda Big Up foi vaiada pelo público e acabou deixando o palco após manifestações políticas feitas durante o show, que foram interpretadas como apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e críticas ao ex-presidente Jair Bolsonaro.
Segundo relatos de pessoas que estavam no local, um dos integrantes do grupo fez comentários que parte do público entendeu como uma comemoração relacionada à situação judicial de Bolsonaro. Em seguida, o músico realizou o gesto conhecido como “fazer o L”, associado a Lula. A reação foi imediata, com vaias, gritos e xingamentos, o que levou à interrupção da apresentação.
Diante do clima de hostilidade, a organização do evento e a própria banda optaram por encerrar o show antes do previsto. Vídeos gravados por espectadores circularam rapidamente nas redes sociais, mostrando o momento em que o público protesta e pede que o grupo deixe o palco.
Segundo relatos de pessoas que estavam no local, um dos integrantes do grupo fez comentários que parte do público entendeu como uma comemoração relacionada à situação judicial de Bolsonaro. Em seguida, o músico realizou o gesto conhecido como “fazer o L”, associado a Lula. A reação foi imediata, com vaias, gritos e xingamentos, o que levou à interrupção da apresentação.
Diante do clima de hostilidade, a organização do evento e a própria banda optaram por encerrar o show antes do previsto. Vídeos gravados por espectadores circularam rapidamente nas redes sociais, mostrando o momento em que o público protesta e pede que o grupo deixe o palco.
Após o episódio, os integrantes da Big Up se manifestaram nas redes sociais, afirmando que passam bem e reforçando o posicionamento político do grupo. “Fomos apedrejados por nos posicionarmos, algo que sempre fizemos. Nossas músicas são políticas, nossas ideias são políticas, nosso jeito de viver, e a gente não vai pagar pau para ninguém”, escreveu a banda em publicação.
A repercussão nas redes sociais foi intensa e dividida. Enquanto apoiadores do grupo defenderam a liberdade de expressão artística, muitos internautas elogiaram a reação do público e criticaram o uso do palco para manifestações políticas. Comentários com tom agressivo e de cunho ideológico também ganharam destaque, ampliando o debate sobre limites entre arte, política e respeito ao público em eventos culturais.
O caso reacende a discussão sobre a polarização política no Brasil e como ela tem se refletido em espaços culturais e de entretenimento, onde manifestações partidárias frequentemente geram reações extremas e episódios de conflito.
A repercussão nas redes sociais foi intensa e dividida. Enquanto apoiadores do grupo defenderam a liberdade de expressão artística, muitos internautas elogiaram a reação do público e criticaram o uso do palco para manifestações políticas. Comentários com tom agressivo e de cunho ideológico também ganharam destaque, ampliando o debate sobre limites entre arte, política e respeito ao público em eventos culturais.
O caso reacende a discussão sobre a polarização política no Brasil e como ela tem se refletido em espaços culturais e de entretenimento, onde manifestações partidárias frequentemente geram reações extremas e episódios de conflito.


