
O Brasil encerrou 2025 com o maior número de feminicídios já registrado. Ao longo do ano, 1.470 mulheres foram assassinadas em razão do gênero — média de quatro mortes por dia — segundo dados do Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp), do Ministério da Justiça e Segurança Pública.
O total supera o recorde anterior, registrado em 2024, quando houve 1.464 casos. A taxa nacional permaneceu em 0,69 morte a cada 100 mil habitantes, patamar elevado que se repete desde 2022 e evidencia a persistência da violência contra a mulher no país.
Os registros se concentraram nos estados mais populosos. São Paulo liderou em números absolutos, com 233 feminicídios em 2025, seguido por Minas Gerais, com 139. Ao longo do ano, os crimes ocorreram de forma contínua, com picos nos meses de abril, outubro e novembro.
A série histórica do Sinesp mostra que a média de quatro mulheres assassinadas por dia vem sendo registrada desde 2019. Em dez anos de monitoramento, desde 2015, o Brasil soma 13.448 vítimas de feminicídio. No acumulado do período, São Paulo (1.774 casos), Minas Gerais (1.641) e Bahia (892) concentram os maiores números.
Os dados também apontam que setembro e dezembro são, historicamente, os meses com maior incidência de casos, reforçando o caráter estrutural e persistente da violência de gênero no país.
O total supera o recorde anterior, registrado em 2024, quando houve 1.464 casos. A taxa nacional permaneceu em 0,69 morte a cada 100 mil habitantes, patamar elevado que se repete desde 2022 e evidencia a persistência da violência contra a mulher no país.
Os registros se concentraram nos estados mais populosos. São Paulo liderou em números absolutos, com 233 feminicídios em 2025, seguido por Minas Gerais, com 139. Ao longo do ano, os crimes ocorreram de forma contínua, com picos nos meses de abril, outubro e novembro.
A série histórica do Sinesp mostra que a média de quatro mulheres assassinadas por dia vem sendo registrada desde 2019. Em dez anos de monitoramento, desde 2015, o Brasil soma 13.448 vítimas de feminicídio. No acumulado do período, São Paulo (1.774 casos), Minas Gerais (1.641) e Bahia (892) concentram os maiores números.
Os dados também apontam que setembro e dezembro são, historicamente, os meses com maior incidência de casos, reforçando o caráter estrutural e persistente da violência de gênero no país.


